30 de novembro de 2012

As diferenças de fé

Tome cuidado para não confundir a fé sobrenatural com a emotiva

 
Trecho do livro "A voz da Fé", do bispo Edir Macedo
redacao@arcauniversal.com
 
 
Todos os humanos nascem com a fé natural. Independentemente da religião que professam, a fé natural é inerente a todos os seres humanos. Sem ela, é impossível viver. Para ficar de pé as pessoas precisam crer que seus pés suportarão o peso do corpo; o trabalhador crê que no final do mês receberá seu salário; o paciente precisa crer na capacidade de seu médico para ser ajudado; o agricultor precisa crer para semear. E assim por diante.
 
Nenhuma profissão, nenhum trabalho é executado sem a fé natural. Absolutamente tudo neste mundo é feito mediante a fé natural.
 
Pedro, usando a fé natural, lançou as redes no mar durante toda a noite e nada conseguiu. O que significa que a fé natural nem sempre produz o efeito desejado, porque está sujeita às circunstâncias.
 
O que não acontece com a fé sobrenatural, pois esta não está sujeita a nada além da confiança na Palavra de Deus. Ela é sobrenatural porque depende da revelação divina.
 
Pedro respondeu: "Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a tua palavra lançarei as redes" (Lucas 5.5).
 
Ora, como pescador experiente, Pedro tinha consciência de não haver peixes ali, mas, em obediência à palavra de Jesus ato de fé sobrenatural, ele lançou a rede. Feito isso, recolheu tantos peixes que precisou da ajuda de outros pescadores para não perder nenhum deles.
 
Pedro usou tanto a fé natural quanto a sobrenatural. A primeira falhou, mas a segunda funcionou além do que estava previsto.
 
Esse é o tipo de fé que traz benefícios práticos neste mundo e, sobretudo, no vindouro. Contudo, é preciso tomar cuidado para não confundir a fé sobrenatural com a emotiva. A sobrenatural tem a ver com a razão e a emotiva com os sentimentos.
 
A fé sobrenatural nos impulsiona a crer que Deus cumprirá tudo o que prometeu, independentemente dos sentimentos ou circunstâncias.

28 de novembro de 2012

Valores humanos estão a cada dia mais invertidos

Será que o dinheiro compra a felicidade e o amor só existe quando há algo em troca?

 
Por Tany Souza / Foto: Thinkstok
tany.souza@arcauniversal.com
 

 
Pessoas se apegando a qualquer coisa como se fosse "deus". Perdendo tempo com coisas que não edificam e jurando pelo nome do Senhor. Pais e mães sendo mal tratados. Mortes gratuitas a qualquer hora do dia. Roubos, sequestros sem escrúpulos. Pessoas mentirosas e cada vez mais ambiciosas para ter mais e melhor que o outro. Entre um novo emprego, com melhor rendimento e benefício, e a possibilidade de estar mais tempo com o filho, a maioria escolhe ter mais dinheiro.
 
Esse não é somente o cenário do mundo moderno, mas é também a constatação de que ninguém mais quer saber de obedecer a Deus. São poucos aqueles que desejam ser uma pessoa melhor, ajudar o próximo, se esforçar para ser diferente do mundo.
 
As pessoas se esqueceram de valorizar o outro e estão cada vez mais curvadas para conseguir enxergar o seu próprio umbigo. Mais que isso, elas perderam ou deturparam a ideia de que existe um único Deus e que nada nem ninguém pode pode substituí-Lo.
 
É a competição exacerbada de quem tem mais e pode mais, de quem vai a restaurantes lindos e bem conceituados mais vezes no mês, de quem compra mais rapidamente o carro que acabou de ser lançado. Enfim, é uma correria para o nada.
 
O amor, a cumplicidade, a busca a Deus foram deixados de lado, esquecidos, apagados pelo tempo cada vez mais escasso, pela busca insana de ter mais, de ser o melhor, de gastar a vida com aquilo que é levado ao vento.
 
Os mandamentos esquecidos
 
Em Êxodo, capítulo 20, Deus fala a Moisés os 10 mandamentos - aqueles que ninguém mais se lembra. Segue cada um deles e a deturpação do mundo:
 
1. Não terás outros deuses diante de mim
 
É o que mais vemos. Pessoas perdidas em crenças diversas, seguindo homens e não a Deus. Multiplicando pessoas santificadas como se fossem poderosos, assim como Ele.
 
2. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.
 
O mundo acredita cada vez mais no poder de um objeto, de uma imagem. É melhor se apegar àquilo que se vê, ou seja, a falta de fé é latente, e por isso é preciso algo para chamar de "deus".
 
3. Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão.
 
Para ganhar confiança e credibilidade entre as pessoas, no meio profissional e social, juram em nome de Deus a qualquer hora, como se fosse amuleto da sorte.
 
4. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
 
Não somente os sábados, mas há quem não se lembre de Deus em nenhum dia da semana, nenhum momento do seu dia. Não é capaz de ter um tempo a sós com Ele, porque esqueceu que Deus existe, está muito ocupado com as festas, compromissos, em busca de satisfação pessoal.
 
5. Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.
 
Filhos que falam mal de seus pais usando palavras de tão baixo calão. Situação que parece mentira se não fosse tão real na relação entre pais e filhos. Perdeu-se o respeito pela figura paterna, pelo cuidado de mãe, pelas experiências de vida de alguém que se doou sempre por um filho. Há pais que são rejeitados e maltratados fisicamente.
 
6. Não matarás.
 
Assassinatos em troca de nada. Pessoas atirando gratuitamente pelas ruas. Balas perdidas. Atropelamento de crianças, idosos, pessoas sem culpa nenhuma. O que vale é pagar com vida o crime que ronda as cidades.
 
7. Não adulterarás.
 
Ter duas mulheres virou moda – e até tema de novela. Ter um amante se tornou regra para as mulheres casadas. As normas da sociedade se inverteram e quem não tem uma “diversão” à parte é um careta e está fora dos padrões. A falta de respeito entre o casal virou rotina.
 
8. Não furtarás.
 
A falta de estrutura educacional, de educação familiar, de amor fraterno criou pessoas sem escrúpulos. O importante é ter, não importando o caminho para que isso aconteça.
 
9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
 
Quanto ganho para mentir? Fechado. A corrupção, os falsos testemunhos para se dar bem em detrimento de outro são coisas que já se tornaram naturais.
 
10. Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
 
A inveja talvez seja o sentimento que mais está em foco nos dias atuais. O outro não pode ter mais, não pode ser melhor em alguma função. As pessoas ficam raivosas por não ter o que veem no outro e isso, infelizmente, também se tornou normal.
 
Mas o que fazer diante disso? Como resgatar os valores? Fazendo a sua parte.
 
Ame mais, perdoe mais, seja mais aberto para entender que tudo e todos não são como você quer.
 
Seja humilde, admita seus erros, aprenda com eles, ajude o outro a entender os seus próprios. Enfim, tudo se resume em dois outros mandamentos:
 
“Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” Mateus 22:37-40

Homem de Verdade



Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, e a partir daí o diabo passou a trabalhar para que o homem o deixasse de ser. O primeiro grande problema do homem veio exatamente porque se deixou levar pela má decisão de sua mulher.
 
O nosso Deus não é conhecido pelo Deus de Sara, Rebeca e Raquel. Isso não é machismo, mas entenda que, mesmo vivendo em uma sociedade de direitos iguais, os papéis não são iguais. O homem de verdade sabe que ele é o provedor e protetor de sua casa. É ele quem deve ter a palavra final, ser o cabeça, ou seja, tomar as decisões. Mas a cada dia, o que vemos é o homem transferindo suas responsabilidades à mulher, em muitos casos, inclusive, é ela quem sustenta a casa.

Portanto, é preciso:
 
1° - Ser Homem de Verdade

Quase não se vê uma mulher casada que passa horas no videogame, ou que saia para um bar ou para praticar qualquer esporte, deixando o marido em casa com o filhos. Mas é muito frequente ouvir mulheres que se queixam dos maridos que passam mais tempo com os amigos ou diante de uma televisão ou computador se distraindo do que com elas. É decepcionante! Porque o homem que ela pensou que havia se casado segue sendo um menino.
 
Então, em primeiro lugar você deve se perguntar: Sou um homem de verdade? Assumi o meu papel de homem?
 
2° - Ser o Homem que a Esposa espera

A mulher quer se sentir segura, protegida. Ela quer participar das decisões, mas espera que o marido seja decidido, e que inclusive a contrarie, se for necessário. O marido não pode se excluir de suas responsabilidades de ser esposo e pai. Ele tem que demonstrar o amor, dar atenção, motivar e exortar.
 
Uma mulher não casa somente por ter um companheiro sexual, ela quer muito mais, ela quer um homem de verdade a seu lado.

Será que você até hoje não percebeu que a sua esposa tem gasto toda a juventude, trabalhando duro para ajudá-lo nas despesas, sendo que você deveria todos os dias prometer a si mesmo que tirará a sua esposa desta vida difícil para proporcionar-lhe uma vida que nem os pais dela puderam oferecer?
 
Responda a você mesmo: Sou o homem que minha mulher espera que eu seja, alguma vez me preocupei com o fato de que ela pode estar insatisfeita comigo a ponto de querer se separar de mim?
 
3° - Ser Homem de Deus

O que faz um homem se tornar homem de Deus é a obediência. Muitos maridos têm se apoiado na fé de suas mulheres, eles se escondem. Hoje Deus não tem encontrado um "Abraão", é mais fácil encontrar uma mulher de fé do que um homem de fé. Onde está o guerreiro valente, onde está o homem de oração, de fé e confiança em Deus? Garanto que a sua esposa nunca se queixará por você ser um homem obediente a Deus, porque nisso você demonstrará que é o homem de verdade que ela sempre precisou, porque você obedece a Deus.
 
Responda a você mesmo: Qual foi o dia em que você decidiu sacrificar para Deus em obediência? Você está realmente cansado de decepcionar a si, a sua esposa e a Deus? Então saia da caverna da acomodação e sacrifique para Deus, é hora de você ser o "Gideão" que há dentro de você!
 
Pastor Walber Barbosa

26 de novembro de 2012

Os espíritos enganadores

Eles têm levado às pessoas sinceras uma aparência de amor, de pureza e de santidade. Exatamente nos moldes dos espíritos que atuam em determinadas ramificações do ocultismo

 
Trecho do livro "Estudo do Apocalipse", do bispo Edir Macedo / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
 

 
Nestes últimos tempos, paira sobre a Igreja do Senhor uma verdadeira nuvem de espíritos enganadores. A atuação deles se restringe exclusivamente junto àqueles que são de Deus, como foi o caso de Satanás com Eva.
 
Ele não pôde tocá-la, porque ela era de Deus, mas pôde sugerir o engano. E o mesmo se dá com o povo de Deus. Ele não pode ser tocado pelo diabo, mas isto não significa que este não possa sugerir ideias ou doutrinas falsas, através dos espíritos enganadores.
 
E quando a semente falsa encontra abrigo em um coração, mesmo que sincero, ela produz o engano, e este produz o desvio da presença de Deus. A partir de então, os espíritos imundos passam a operar na vida daquele suposto cristão.
 
É justamente isto que tem acontecido com os que têm se deixado levar pela doutrina de cair no chão.
 
Eles caem porque estão longe da presença de Deus, pois os que vivem na luz permanecem de pé.
 
Os espíritos do engano, precursores do anticristo, têm levado às pessoas sinceras uma aparência de amor, de pureza e de santidade. Exatamente nos moldes dos espíritos que atuam em determinadas ramificações do ocultismo.
 
Entretanto, aqueles que têm sido impelidos à caridade, em obediência a estes espíritos, têm como resultado em suas vidas a concentração do sofrimento e da dor. Quem quiser conferir isto basta examinar a vida daqueles que se envolvem com essas práticas. O apóstolo Paulo, dirigido pelo Espírito Santo, alerta: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1 Timóteo 4.1).
 
Em segundo lugar, lembremo-nos que o anticristo governará por uma semana de anos, ou seja, por sete anos. Nos primeiros três anos e meio ele se apresentará como o precursor da paz.
 
O seu discurso manso e suave, aliado à sua grande inteligência e capacidade, falando em nome da paz, fará a humanidade crer que ele é o próprio “Príncipe da Paz”.
 
Mediante à sua grande inteligência e à sua capacidade fora do normal, proporá soluções para os maiores problemas sociais do mundo. E, é claro, os demônios causadores das maiores convulsões sociais estarão se recolhendo, para que uma falsa paz venha se estabelecer entre os povos.
 
Isto naturalmente o promoverá a uma liderança mundial. Até mesmo o povo de Israel exultará, pensando ser ele mesmo o seu Messias tão esperado, pois, com a sua ajuda, Israel reedificará o Templo, e os judeus voltarão à prática dos sacrifícios de animais.
 
E, então, ele firmará aliança com muitas nações poderosas por sete anos. É justamente isto que o profeta Daniel nos revela, quando diz: “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.” Daniel 9.27
 
Em terceiro lugar, sabemos que o anticristo não pode revelar-se no mundo antes que seja afastado do mundo aquilo que o detém, como diz o Espírito Santo, através de Paulo:
 
“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.
 
Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas? E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém.” 2 Tessalonicenses 2.3-7
 
O que tem impedido o anticristo de se manifestar no mundo? O Espírito Santo, que habita nos verdadeiros membros do corpo do Senhor Jesus Cristo, ou seja, na Sua Igreja.
 
Enquanto Ele estiver guiando a Igreja do Seu Filho, o anticristo não pode se manifestar. O Espírito Santo só Se afastará deste mundo quando a Igreja for arrebatada.

23 de novembro de 2012

Quando você percebe que tem que mudar


No curso de nossas vidas, passamos por experiências que nos moldam – ou pelo menos tentam nos moldar. Se formos cegos e surdos ao que cada experiência nos ensina, então o nosso caráter não pode ser moldado. E é esse o problema que muitos de nós carregamos — a resistência à mudança. O nosso coração humano é tão cheio de si mesmo, tão convencido de que sabe melhor, de que nunca está errado, que muitas vezes não aprendemos as lições contidas numa experiência.
 
Quando finalmente damos conta disso, quando despertamos para o fato de que afinal ESTAMOS errados, podemos reagir de uma ou outra maneira:
  1. Podemos acordar e humildemente aprender nossa lição, ou
  2. Podemos ser teimosos e manter o nosso orgulho.
A primeira opção significa que aprendemos e crescemos; a segunda, que nos tornarmos tão orgulhosos que não podemos aprender algo novo.
 
“E vos renoveis no espírito do vosso entendimento,” diz o apóstolo Paulo em Efésios 4.23. Poucas, mas profundas palavras.
 
Nossa mente precisa de renovação. Precisa porque envelhece. Com o passar dos anos, se não atualizarmos o espírito da nossa mente, nos tornaremos espiritualmente e mentalmente velhos. Velhas ideias, velhas maneiras, resistência à mudança. Paramos de crescer. Somos deixados pra trás.
 
Mentes mais jovens (e atuais) começam a passar na nossa frente. E nós nos tornamos uma chata, amargurada, ressentida caricatura do que costumávamos ser. Daí culpamos o mundo por ter mudado…
 
“Mudança é difícil mas quase sempre essencial à sobrevivência.” – Les Brown
Então, a próxima vez que suas ideias ou convicções atuais forem desafiadas por outras melhores e diferentes, não seja orgulhoso. Vá em frente e mude.
 
É para o seu bem.
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22 de novembro de 2012

A importância de ser obreiro

 

BLOG NOTÍCIAS DA UNIVERSAL
 
A importância de ser obreiro
 

Nunca deixe de crer no poder de Deus para realizar milagres


Bispo Arnaldo Lanzeloti (Recife-PE) / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
 
 
Quando alguém chega à Igreja pela primeira vez, procurando por ajuda, na maioria das ocasiões, a primeira pessoa que vem ao seu encontro é um(a) obreiro(a).

Daí a importância deste(a) obreiro(a) se apresentar sempre asseado, ser educado para conversar com a pessoa sofrida que acaba de chegar, segundo as instruções bíblicas, nunca dar a sua própria opinião e nem mesmo querer resolver o problema pelos seus próprios pensamentos ou ideias.

O obreiro(a) deve sempre viver aquilo que prega, ou seja, nunca deixar de crer nas Escrituras e no poder que Deus tem para realizar milagres. Lembre-se que a primeira impressão é a que irá permanecer na ótica daquela pessoa.

Se algum obreiro(a) atender esta pessoa de qualquer forma, com pressa, sem nenhum interesse de ajudar, aquela pessoa, talvez, jamais voltará para a Igreja e ainda irá vacinar seus amigos, vizinhos, conhecidos e parentes para nunca irem àquele lugar.

Veja o que diz em 2 Timóteo 2. 15:

“Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”

Por este motivo, quando o Senhor Jesus disse para os discípulos não deixarem Jerusalém até que o Espírito Santo descesse sobre eles, foi exatamente para isto. Quando alguém tem verdadeiramente o Espírito Santo dentro de si, esta pessoa irá pensar como Deus pensa. E o pensamento Dele é salvar as almas.

A pessoa não pode querer ser um(a) obreiro(a) para encher os corredores do templo de oração, mas sim para ajudar ao próximo. Somente os que são salvos trazem dentro de si um desejo ardente de salvar os que estão perdidos.

Quando uma pessoa é batizada no Espírito Santo ela recebe a benção mais importante que existe no universo, que é ter o Espírito de Deus dentro dela, assim ela passa a ter o desejo e a responsabilidade de ajudar o próximo.

Por isso ninguém pode ser levantado a obreiro(a) sem antes ter recebido o batismo com o Espírito Santo, tal como disse o nosso Senhor Jesus.

Vendo assim, devemos permanecer em Jerusalém, ou seja, temos que aprender, primeiramente, ser preparado para este trabalho, só depois poderemos ir para o campo de batalha, caso contrário, perderemos no primeiro combate.

Quando somos levantados a obreiros(as), passamos a lidar com almas, “vidas humanas”, e declaramos uma guerra contra o diabo que, por sua vez, não deixará barato. Ele vai lutar com todas as suas armas para não permitir que alguém venha ser tirado de suas garras. Este é o motivo pelo qual devemos sempre estar bem com Deus, em oração, leitura da Bíblia, jejum, santificação, e o mais importante: FIDELIDADE em todos os sentidos para com Deus.

Ser obreiro(a) não é apenas colocar um uniforme, mas sim, descer nas profundezas do inferno para resgatar as almas deste sofrimento que pode se tornar eterno, pois para muitos não tem mais o que fazer, pois morreram sem Jesus e já estão lá.

fonte: arcauniversal

Oração por direção


 

Meu Deus, é muito bom poder falar com o Senhor, a qualquer hora, em qualquer lugar, embora sei que não o faça com a frequência necessária. Não há desculpa. Apesar disso, penso no Senhor o tempo todo. Estou sempre perguntando, “O que devo fazer quanto a isso, Senhor?”, “E quanto a este problema?” e “O que o Senhor quer que eu faça agora?” Quero muito ouvir a Tua voz. Teu conselho é valiosíssimo para mim.

 
Mas o barulho à minha volta é muito alto. São tantas coisas acontecendo, tantas opiniões, tanto a ser feito… O que é engraçado, pois isso só deveria me dar mais razões para buscar a Ti, para ouvir a Tua voz com clareza em meio a tantas distrações. Preciso lembrar disso, e nunca permitir que os meus muitos afazeres diários e a abundância de “conselhos” me façam esquecer da Tua orientação.
 
Eu não quero me deixar levar pela minha própria sabedoria, Senhor. Isso seria perigoso. Minha sabedoria na verdade é burrice. Eu preciso ter a Tua perspectiva, ver as coisas do jeito que o Senhor as vê; ter certeza de que estou no caminho certo. Por favor, me ajude!
 
Preciso saber o que fazer. Por favor, sê rápido, Senhor. Não tenho muito tempo.
 
Mostra-me o que fazer, e dá-me coragem para fazê-lo.
 
Em nome do Senhor Jesus, Obrigado. Amém.

18 de novembro de 2012

A importância da primícia

Jesus Cristo foi o primogênito de Deus para a Salvação dos que creem

 
(*) Trecho retirado do livro "A Voz da Fé", do bispo Edir Macedo/ Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
 

 
Primícias são os primeiros frutos. No princípio da civilização, o primeiro filho homem era extremamente considerado e festejado; era o primogênito ou a primícia do casal.
 
A lei mosaica impunha que os primogênitos, fossem eles pessoas ou animais, seriam consagrados ao Senhor porque simbolizavam o Primogênito de Deus: Jesus Cristo.
 
Os dízimos, como primícias, também tipificam Jesus e assim como Ele foi o dízimo de Deus para a salvação da humanidade, também o dízimo é para a pregação do Reino de Deus.
 
Em cada experiência humana, há sempre a figura do primeiro: os primeiros passos, as primeiras palavras, a primeira ida à escola, a primeira professora, o primeiro amor, a primeira experiência sexual, o primeiro filho, o primeiro emprego; enfim, tudo o que ocupa a posição do número um fica marcado e dificilmente é esquecido.
 
A figura do primeiro não está restrita apenas às primeiras experiências de vida, mas também aos primeiros relacionamentos da vida. Normalmente, a mãe biológica ou aquela que cria o bebê são as pessoas mais consideradas entre todas. Isso porque são elas as primeiras a se relacionarem com ele desde o seu nascimento.
 
As mães biológicas iniciam este relacionamento antes, durante a gestação. De qualquer forma, as mães são as primeiras pessoas a tratar do bebê; os familiares mais próximos vêm em seguida.
 
Porém, há certos momentos na vida em que se tem de fazer a escolha pelo mais amado, mais importante e mais considerado. Um exemplo simples é a hora da entrega da primeira fatia do bolo de aniversário. Será da mãe ou do pai? De quem será?
 
A criança ama os dois, mas a primeira fatia só pode ser oferecida a um. Neste exato momento, fica registrada a pessoa que ela mais considera. O primeiro pedaço do bolo define a primeira pessoa na vida do aniversariante. Traçando um paralelo bem simplista entre um fato e outro, esta é a ideia principal dos dízimos.
 
Os dízimos são o elemento divisor entre os que têm colocado o Senhor Jesus Cristo em primeiro lugar na vida em distinção daqueles que não o fazem. Por conta disso, Deus também promete abrir as janelas do céu sobre aqueles que praticam o dízimo e derramar bênçãos sem medida.
 
Seria essa uma promessa verdadeira ou apenas uma ilusão? Seria exagero da parte do Altíssimo prometer "bênçãos sem medida e fazer do Seu povo uma terra deleitosa?"
 
O fato é que ao se colocar Deus em primeiro lugar na vida, por questão de mérito, Ele também fica na obrigação de retornar da mesma forma. Isto é, de considerar o fiel em primeiro lugar.
 
É uma questão de honra: "Aos que me honram, honrarei, porém os que me desprezam serão desmerecidos" (1 Samuel 2.30)

O Reino do Espírito Santo



Justiça é o que caracteriza o Reino de Deus.

Injustiça é o que caracteriza o reino do inferno. E essa foi a razão do divórcio entre a criatura e o Criador.
 
Deus-Pai escolheu Abraão para gerar um reino de justiça. Este seria o diferencial dos demais reinos da Terra.

Estabeleceu-se então o reino de Israel. Mas este também quebrou a aliança com o Criador.
 
De Israel o Senhor Deus trouxe Seu Filho ao mundo. A partir dEle nasceu o Reino de Deus na Terra.
 
Reino este estabelecido no coração de Seus seguidores.
 
Ao obedecerem às regras, às leis, aos mandamentos ou à Palavra de Jesus, os seguidores tornam-se cidadãos do Reino de Deus. Porém, havendo desobediência, automaticamente, são excluídos do Reino pela própria insubordinação.
 
O Reino de Deus aqui na Terra é a Igreja composta de membros obedientes ao Cabeça, Senhor Jesus.
 
Quando o Deus-Filho ascendeu aos Céus, assentou-Se à direita do Deus-Pai. E enviou o Deus-Espírito Santo para "substituí-Lo" na condução desse Reino ou Igreja.
 
Portanto, os membros desse Reino ou Igreja vivem sob a direção do Cabeça através do Seu Espírito Santo.
 
É impossível um membro do Corpo do Senhor Jesus viver fora da disciplina, da ordem e da justiça do Reino de Deus.

Se há desobediência à Palavra vinda do Cabeça é porque não faz parte do Seu Corpo.
 
O membro do Reino de Deus é disciplinado, carrega em si o caráter de seu Senhor, ama a justiça e luta por ela.
 
“Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no Reino dos Céus.” Mateus 5.20

9 de novembro de 2012

Alegria passageira

Não adianta ter tudo se a verdadeira felicidade não estiver na alma

 
Da redação / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
 
 
"A minha alegria tem sido circunstancial, sempre dependendo do lugar que estou, das pessoas ao meu redor, das canções ouvidas, elogios, enfim, passageira. Como faço para ter a alegria permanente dentro de mim?"- Amigo.
 
Resposta:
 
Muitas pessoas vivem nesta aparente alegria, precisam de algo externo, palpável ou audível para tê-la. Por vezes, alimentam o pensamento de que só vão ser completas quando realizarem os seus objetivos, isto é, quando se casarem, alcançarem a casa dos sonhos, o carro desejado, entre outros. Iludem-se que, desta forma, serão finalmente felizes e realizadas.
 
Você tem o direito de ter tudo isso, e muito mais, mas não acha que almejar isso só para obter prazer e alegria é um pouco egoísta? Fique sabendo que esses objetivos (casa, carro, etc.) são passageiros, e um dia, puff... desaparecem.
 
Mas quando você tem o objetivo maior de agradar a Deus e viver de acordo com a Sua vontade, a visão muda. Alcança-se muito além do que é passageiro. Quando se vive pela fé acontece o que aconteceu com o casal Zacarias e Isabel:
 
"E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento..."(Lucas 1:14)
 
Isabel era uma mulher estéril e, naquele dia, Zacarias foi escolhido para apresentar as ofertas do povo de Deus. Ali estava ele, dentro do Santuário, orando pelo povo, quando lhe apareceu um anjo e lhe anunciou a boa nova: Ele e Isabel iam ter um filho.
 
No entanto, por causa das suas vidas permanecerem justas diante de Deus, esse casal não recebeu apenas um filho, mas João Batista, que iria preparar o povo para a vinda do Salvador. Era a resposta às suas orações: a Salvação do povo.
 
As orações desse casal de fé não eram para receber um filho somente. O principal objetivo era a salvação do povo de Deus, por isso, quando Deus responde, esse prazer e alegria não são para o meu egoísmo, mas para um propósito muito maior: proporcionar alegria a outros, muitos outros.
 
(*) Resposta retirada do blog de Viviane Freitas.

O que fazer para limpar a conciência?

O caminho de volta à plenitude da sã consciência é muito árduo e difícil; por isso mesmo, não são poucos os que acertam a volta

 
(*) Trecho retirado do livro Pecado e Arrependimento do bispo Edir Macedo/ Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
 
 
O rei Davi afirmou: "Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.
 
Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei.
 
Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.
 
Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão." Salmos 32.3-6
 
Aqui está a chave da porta de uma consciência limpa: a confissão dos pecados. Mas não basta a confissão apenas a Deus, porque é simples e fácil cometer pecados e mais pecados e confessá-los a Deus que, naturalmente, sempre perdoa. O problema é que o pecado confessado apenas a Deus pode facilitar o cometer outra vez o mesmo pecado, e outros mais.
 
Embora o pecado confessado a Deus seja perdoado, podem existir pessoas que foram vítimas daquele pecado, ou pecados, e que também precisam ouvir a mesma confissão.
 
Se isso não acontece, o pecador é perdoado por Deus, mas não pela pessoa, vítima dele. Desse modo, ele passa a ter um débito com o diabo que, através da vítima, procura fazer com que aquele pecador seja envergonhado.
 
Se o cristão, por exemplo, comete adultério e, arrependido deste pecado, deseja limpar a consciência, precisa não somente confessar o seu pecado a Deus, mas também às pessoas envolvidas, direta ou indiretamente, como o seu cônjuge, a fim de que o diabo não tenha nada com que acusá-lo.
 
Se o adúltero é um ministro do Evangelho, há necessidade de confessar o seu pecado primeiro a Deus, depois à mulher com quem pecou depois à própria esposa e, finalmente, ao seu líder espiritual, que representa a Igreja.
 
Se, por acaso, o pecador é o líder espiritual, então, para que ele tenha a consciência totalmente limpa precisa confessar o seu pecado a Deus, à mulher com quem pecou, à sua esposa e, finalmente, a toda a Igreja, através dos seus pastores.
 
O caminho de volta à plenitude da sã consciência é muito árduo e difícil; por isso mesmo, não são poucos os que acertam a volta e, através de jeitinhos, tentam direcionar as suas vidas, mas em vão; porque o diabo sabe dos nossos passos e sempre aguarda a nossa derrota com ansiedade.
 
Se a confissão somente a Deus resolvesse o problema, então, como ficariam as pessoas que foram vítimas dos nossos erros? A consciência pura é sempre identificada pela paz do Senhor Jesus Cristo, conforme está escrito: "Seja a paz de Cristo o árbitro em vossos corações..." Colossenses 3.15
 
Se desejamos manter a nossa consciência limpa, precisamos estar sempre em paz com Deus e com os nossos semelhantes, especialmente com os irmãos da fé, e jamais deixar acumular pecados, mas sempre confessá-los, porque quando a pessoa confessa os pecados é como se estivesse arrancando de dentro de si a sujeira e toda a imundícia. Se não há uma confissão total é porque não há limpeza total, e o restinho da imundícia que ficar vai crescer e transbordar novamente, e cada vez com maior intensidade, cada vez pior...
 
O Espírito Santo afirma:
 
"Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários.
 
Sem misericórdia morre pelo depoimento de duas ou três testemunhas quem tiver rejeitado a lei de Moisés.
 
De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito de graça?" Hebreus 10.26-29

A Conciência Pura

Tal qualidade da mente é o termômetro que mede a nossa espiritualidade

 
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A consciência é a expressão mais profunda da alma, que faz distinguir o bem do mal, que aprova ou reprova os nossos atos, que faz criar em nós um sentimento do dever de praticar determinadas atitudes de acordo com a nossa educação espiritual.
 
A consciência cristã é fruto de uma vida na presença de Deus e produz, necessariamente, um caráter cristão. Jó disse:
 
"Não me reprova a minha consciência por qualquer dia da minha vida." Jó 27.6
 
E esta era a razão pela qual o Senhor o honrou, dizendo:
 
"Observaste a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal". Jó 1.8
 
Porque Jó mantinha a consciência pura, a sua vida era pura, tendo em vista que a consciência é o termômetro que mede a nossa espiritualidade.
 
O que nos leva a manter a consciência impura e quais são os resultados disto?
 
O pecado é a única fonte de uma consciência impura. Todas as vezes que fazemos algo contrário à vontade de Deus, algo que ofende o Espírito Santo, que habita em nós, imediatamente, a nossa consciência começa a nos acusar.
 
Quando a consciência nos acusa é como se a mão de Deus estivesse pesando sobre a nossa cabeça. Foi assim mesmo que Davi se expressou, quando disse:
 
"Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio." Salmos 32.4
 
Quando a consciência acusa e incomoda é porque existe, de fato, impureza no coração, o que traz consigo a dúvida, a incerteza e a falta de fé.
 
Por exemplo, se o cristão comete uma falha ou pecado, então logo a consciência o acusa daquele pecado. Quando ele tem necessidade de usar a sua fé para qualquer coisa, aquele pecado floresce na sua mente, dando vazão a dúvidas a respeito da sua própria fé, que fica inoperante.
 
Nessa condição, de nada adianta ao cristão querer cobrar de Deus alguma resposta, apontando a Sagrada Escritura, porque a oração da fé fica manchada pela consciência má.
 
(*) Trecho retirado do livro Pecado e Arrependimento do bispo Edir Macedo.

Compaixão para com a pessoa amada

A dor que nos causa sofrimento é igual àquela que machuca quem amamos

 
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A dor que nos causa sofrimento é igual aquela que machuca alguém que amamos. A compaixão é uma clara atitude de uma pessoa virtuosa, que, além de demonstrar verdadeira importância com o outro, ainda é fiel aos ensinamentos do Senhor Jesus.
 
Ele se compadece de nossos problemas. Sofre quando sofremos e, por isso, está ao nosso lado em todos os momentos, para nos apoiarmos nas decisões mais difíceis. A Palavra nos orienta e dá o conforto necessário para que possamos agir da melhor forma com quem precisa de ajuda.
 
Assim como na parábola do filho pródigo, que pediu os bens ao seu pai e foi viver a vida de modo dissoluto, até que a riqueza findasse e ele começasse a passar fome. Ele se arrependeu e voltou para casa.
 
“E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés.” Lucas 15:20-22      

 
Quantas pessoas hoje não terão sofrido com as aventuras de seus entes queridos e, cheios de compaixão, esperam ansiosamente o momento de aceitá-los de volta no conforto familiar?
 
A espera pode ser sofrida, mas a nossa persistência e convicção nos fará vencer. Porque por mais intensa que seja a aflição, ela dura pouco. O sofrimento é temporário quando cremos. A fé em Deus, em nós e no próximo nos fortalece e permite estender a mão sempre que for necessário.