23 de junho de 2012

O sacrifício é inerente à fé e ao amor

Deus se comunica conosco pelo nosso intelecto, nossa inteligência, nos dando uma direção


(*) Bispo Edir Macedo
redacao@arcauniversal.com

As bênçãos de Deus na vida do ser humano não dependem apenas d’Ele. Elas são fruto de uma parceria, um casamento que a pessoa faz com o Senhor.

Não existe amor sem sacrifício. Aquele que ama, sacrifica. O amor nasce da fé. E é isso que as pessoas precisam entender.

Veja que nós estamos falando do amor e da fé, mas tudo com respeito à inteligência. Não falamos disso com base em emoções, sentimentos. Pois, baseado nisso, não há casamento que dê certo.

O casamento só dá certo quando o casal pensa, raciocina sobre um determinado conflito, e chega à conclusão de que, se um está errando em uma parte e o parceiro em outra, ambos precisam sacrificar suas vontades. Porém, isso envolve fé, por conta do amor, e vice-versa.

O sacrifício é inerente à fé e ao amor. E esse entendimento é importante, para que você possa saber onde está a causa do problema, para que não fique atacando o efeito.

Outro dia, uma psicóloga, uma mulher muito inteligente, muito capaz, com cursos no exterior – alguém com amplas condições de ajudar outras pessoas com problemas no casamento –, veio até nós, pois estava com o seu próprio casamento indo à falência.

Conversando conosco, ela ressaltou as coisas que o marido fazia, como se ele fosse a raiz, a causa dos problemas em seu casamento, esquecendo-se dela mesma.

Meu amigo, se você quer resolver o problema do seu casamento, é preciso olhar para si mesmo, primeiramente. Não adianta ficar tentando jogar a culpa para o marido ou para a esposa.

Há a necessidade de se ter esse “simancol”; de ver o que está errado em si mesmo. No caso dessa pscicóloga, mesmo com todo o seu conhecimento, faltava a ela discernimento para lidar com os seus próprios problemas.

Casamento blindado

Por conta de situações desse tipo, nasceu o livro “O casamento blindado”, do bispo Renato e da Cristiane Cardoso, que estão dando palestras e orientações aos casais sobre esse tema.

Eles estão tentando despertar nas pessoas essa fé que traz resultados, muda a situação. Uma fé inteligente, racional, que leva a pessoa a raciocinar.

É preciso entender que Deus é Espírito. Isso significa que Ele é inteligência, a própria sabedoria, o criador de todas as coisas, inclusive da sabedoria humana.

Deus é sabedoria, é Espírito. Quando falamos em Espírito, estamos falando do intelecto, da razão.

Portanto, Ele só se comunica conosco por meio da razão, nosso raciocínio, não com a emoção.

Deus não é alma, ele é Espírito. Ele fala do Espírito Dele para o espírito humano, que não está localizado no seu coração, mas na sua razão, no seu intelecto.

Fé está ligada ao raciocínio, inteligência

Ninguém investe um valor em algo sem antes pensar bem. Se alguém vai construir uma torre, primeiramente é preciso fazer cálculos, raciocinar, para poder começar. Isso é a fé, ligada ao raciocínio, inteligência.

Como Deus age para que venhamos a receber Suas bênçãos? Ele fala hoje, como falou no passado, com a nossa inteligência, nosso intelecto.

Quando O ouvimos dessa forma, nós pensamos, raciocinamos e temos a opção de seguir ou não a Sua direção.

Qual é a sua vontade, sua vocação? Que profissão você abraçaria no mundo para conquistar o seu espaço? Para você ser qualquer coisa é preciso estudar, entrar em uma universidade e se formar.

Você fará isso usando a sua inteligência, o seu intelecto. Todavia, se você é uma pessoa que não gosta de pensar, estudar, vai preferir agir de acordo com os seus sentimentos. Dessa forma, no entanto, só irá conseguir chegar a um lugar bem limitado.

Onde estão os 6 portões do inferno?

Alguns vulcões e cavernas são considerados passagens para um mundo inferior. Mas o que realmente conduz alguém ao submundo eterno?

Da redação/ Fotos: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com

Alguns vulcões e cavernas localizados em lugares remotos do mundo têm algo em comum: todos eles são considerados por antigas civilizações e povos de culturas e épocas diferentes, passagens para um mundo inferior, e que seriam os portões do inferno.

Essas entradas seriam seis, espalhadas pelo mundo: o vulcão Masaya (também chamado de Boca do inferno, que expele um cheiro muito forte de enxofre), na Nicarágua; a Caverna Xibalba, nas florestas da América Central; a caverna Hade, na Grécia; o Vulcão Hekla, na Islândia; o “Purgatório de São Patrício”, na Irlanda; e o Vulcão Erta Ale (que vive em intensa atividade), na Etiópia.

Próximo à capital, Manágua, o vulcão Masaya é um gigantesco abismo, uma rachadura na terra, que os especialistas nem imaginam aonde leva. Já a caverna Xibalba é, para os maias, uma porta para o submundo, e é um temor para quem mora próximo às florestas escuras da América Central.

A caverna de Hade teria uma passagem onde se revelariam as torturas do inferno. Outro vulcão que seria uma porta de entrada para o inferno é Hekla. Ali, no ano 1104, houve uma erupção tão aterrorizante que a população ouviu um barulho vindo da explosão e chegou a concluir que seria de almas sendo arrastadas pelos demônios. O “Purgatório de São Patrício” seria uma caverna, onde um buraco se abriu e por onde poderia se ver o inferno. E, finalmente, o Erta Ale, localizado em um lugar onde a terra está literalmente se abrindo. Ele é considerado o inferno do universo, explicam os estudiosos.

Logicamente, a ciência não comprova se esses lugares de fato levam até o inferno, mas a Bíblia afirma que o inferno é um abismo muito profundo, cuja fumaça sobe como de uma grande fornalha (leia Apocalipse 9.2).

No entanto, independentemente se esses vulcões e cavernas realmente conduzem as pessoas ao inferno, não são vivas que muitas delas vão para lá. Muito pelo contrário, até porque o corpo não suportaria tamanho sofrimento e por isso seria destruído. Mas, a alma, por ser eterna, é forte o suficiente para suportar um tormento como o que ocorre lá.

Agora, por exemplo, imagine pessoas do mundo inteiro caindo nesse poço profundo e sofrendo todo tipo de tortura inimaginável. O problema é que muitos não acreditam que esse lugar exista realmente, e porque a ciência não comprova nada, muitas mentes preferem crer que inferno e sofrimento após a morte não passam de lendas.

Entretanto, por que fazer da vida uma roleta russa, tentando a sorte na Terra para encontrar uma suposta felicidade em lugares e situações ilusórias, para apenas depois da morte pensar no lugar para onde ela irá nos levar?

Infelizmente, quem pensa e age dessa maneira nem imagina o quão insano está sendo, já que no coração da Terra, como diz a Bíblia, o sofrimento não terá fim e por isso haverá choro e ranger de dentes infinitamente. Haverá não, já está havendo. Neste exato momento, há inúmeras almas que temem que seus familiares também vão para lá. Entretanto, não há como elas voltarem à Terra para revelar tudo o que sofrem. O jeito, neste caso, é esperar para que cada um tome a sua decisão de salvação, ainda em vida, de acordo com a escolha que achar melhor. Além disso, não há como se arrepender e voltar atrás após a morte.

O ser humano, lamentavelmente, não liga para um assunto desse tipo, porque, para ele, o que interessa é o agora, o momento vivido, o físico, o que se toca e se vê. Pautas como inferno e vida após a morte são tratadas como temas místicos, sobrenaturais ou abstratos, o que, para muitos, não interessa.

Mas, e quanto a você? Já parou para pensar nisso? Veja que a morte não se trata de algo além do comum, já que ela é real. No entanto, e paradoxalmente, não há nada mais sobrenatural do que ela.

Quando uma pessoa morre, a partir daquele momento, tudo o que ela foi passa a não ser mais, todos os seus pensamentos deixam de existir, suas vontades, seus desejos, seus planos e projetos morrem junto com ela. Isso também é sobrenatural. Para onde ela foi, então? Para onde foram os seus conhecimentos e suas metas? Teriam ido para o espaço, para o além, ou estão enterrados ou cremados junto com ela? Será que com o corpo, ao parar de funcionar, morre também a alma? Não, pois esta dura para sempre, acredite ou não, e ela não poderá ficar livre do abismo profundo e não escapará do fogo se, em vida, escolheu ir para lá.

O homem gasta tudo o que tem na vida para evitar partir deste mundo. E muitos temem falar do assunto, mas o número de mortes diárias é alarmante, e a Bíblia destaca categoricamente que pouquíssimos escaparão do inferno.

Se você parar para pensar, não adianta vencer na vida, ter uma carreira ou empresa de sucesso, diplomas, conquistas materiais e pessoais, uma família aparentemente estruturada, saúde perfeita, fama e sucesso, beleza, ser desejado por homens e mulheres se não conseguir vencer a última batalha da vida, que é a morte (leia 1 Coríntios 15.26).
 
Como, então, vencer esse inimigo? Como passar pela morte e sair ileso? Só conhece as instruções de como dominá-la aqueles que recebem o Espírito dAquele que já a venceu. Mas essas instruções têm um preço a ser pago: a entrega do seu corpo, alma e espírito, além de uma obediência incondicional ao Autor da vida.

Você quer perder o medo da morte?

Aqui está o segredo: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados...” Atos 3.19

Você está preparado para enfrentar a morte sem medo de passar por ela?

Salvação sem o batismo?

Muitos se questionam se é preciso passar pelas águas para alcançar a eternidade com Deus. Bispo Júlio Freitas fala sobre o assunto


(*) Bispo Júlio Freitas/Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com

"Uma pessoa pode ser salva sem ser batizada?"

Resposta:

A Palavra de Deus menciona: "Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado." (Marcos 16.16). Portanto, se uma pessoa se arrepende dos seus pecados, aceita o Senhor Jesus, mas logo em seguida morre, antes de ser batizada nas águas, ainda assim, ela será salva.

Temos um excelente exemplo na própria Bíblia, como foi o caso do ladrão na cruz, ao lado de Jesus. Ciente da sua morte iminente, ele reconheceu Jesus como o Filho de Deus e pediu-Lhe a Sua salvação. O Senhor Jesus, imediatamente, respondeu: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." (Lucas 23.43).

O criminoso foi salvo, apesar de não ter sido batizado nas águas, porque não havia forma física de fazê-lo. Mas quantas pessoas, de fato, morrem assim? Se estiver lendo essa orientação, neste preciso momento (a menos que esteja no hospital ou em situação similar), então, é a sua oportunidade de ser batizado.

(*) Texto retirado do blog do bispo Júlio Freitas.

Adultério à Luz da Bíblia

O Livro Sagrado alerta sobre as consequências da traição, capazes de abalar de forma drástica a vida das pessoas envolvidas



Amar uma pessoa e ser traído por ela é uma das coisas mais difíceis de suportar.

Muitos não conseguem perdoar e veem suas vidas paralisadas, ao alimentar mágoas e ressentimentos.

Normalmente, a vítima da infidelidade sente-se fragilizada, com a alma ferida.

“Mas àquele que comete adultério falta entendimento; arruína sua alma o que faz tal coisa” (Pv. 06:32). Essa é apenas uma das inúmeras passagens bíblicas que alertam sobre as conquências de uma traição.

Em todo o Livro Sagrado há referências claras sobre tal comportamento, que pode abalar de forma drástica a vida de todas as pessoas envolvidas.

A infidelidade e a falta de respeito nos relacionamentos atuais são o principal motivo da destruição de matrimônios. Isso tem levado muitos filhos a sofrer duras consequências por conta das más escolhas dos seus pais.

Novela da vida real

No início desta semana, uma história de traição, semelhante às que são abordadas em novelas, pôs fim ao casamento do ator Bruno Gagliasso com a atriz Giovanna Ewbank, segundo sites especializados.

O motivo da separação teria sido o envolvimento do ator com a modelo Carol Francischini, que estaria esperando um filho dele. Bruno e Giovanna estavam juntos havia mais de 2 anos.

Nesse caso, muitas pessoas tendem a acreditar que a exploração da sensualidade e a superexposição, comuns na profissão de Bruno, tenham alguma influência na atitude do ator.

Flertes e envolvimentos extraconjugais, que podem ocorrer no trabalho ou em qualquer outro ambiente, têm enganado muitas pessoas que se encontram em um momento frágil emocionalmente ou no casamento. Nessa hora, elas se apegam à possibilidade de prazer e alegria, geralmente momentâneos e ilusórios.

Infidelidade, engano e morte

Apesar de os escândalos envolvendo traições no meio artístico serem mais visados, a infidelidade costuma acontecer entre casais de todos os níveis e classes sociais.

Recentemente, um relacionamento extraconjugal teria motivado um crime, ainda controverso, ocorrido na cidade de São Paulo. Trata-se do assassinato de um executivo da empresa de alimentos Yoki, Marcos Matsunaga, que foi morto pela própria esposa, Elize Matsunaga, com um tiro na cabeça – e que teve o corpo esquartejado pela mulher.

Desconfiada do marido, Elize contratou um detetive que, dois dias antes do crime, teria lhe mostrado imagens do executivo com outra mulher, uma garota de programa, em situações bastante íntimas.

A mulher do empresário confessou o crime, alegando que uma briga por conta da descoberta da traição teria sido o estopim para que ela atirasse no marido, após ele tê-la agredido.

A Justiça já decretou a prisão preventiva de Elize, que deve ser levada à júri popular. Segundo o Ministério Público de São Paulo, a pena dela, caso seja condenada, deve ser de, pelo menos, 34 anos de reclusão.

A filha do casal, de apenas 1 ano de idade, está sob a guarda de uma tia de Elize. A menina estava no local do crime no momento do ocorrido. Esse cenário retrata quão profunda pode ser a consequência de uma traição.

A infidelidade conjugal costuma provocar feridas na alma, desestruturando famílias e criando filhos rebeldes, por conta da mágoa e da dor geradas pela traição.

O jasmineiro

Ele, realmente, nunca mais foi o mesmo


Por Pedro Henrique Cunha / Foto: Thinkstock
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Clara plantou um jasmineiro em frente à sua casa, porque achava a fachada um pouco triste, escura. Com uma árvore haveria sombra, e no caso do jasmineiro, o perfume suave na época das flores. Anos depois, a imponência dos galhos prejudicava a entrada da casa.

Clara, aborrecida com o cansaço da vida e com as folhas que insistiam em cair em excesso, formando um tapete que precisava ser removido ou denunciava os descuido, decidiu abrir mão de sua árvore.

Pobre jasmineiro... Pudesse ele falar e diria que não fez por mal. Sua intenção era apenas oferecer a boa sombra e o bom perfume de suas flores. Mas como as árvores não falam, veio seu Josué, um homem que vestia calça escura e camisa marrom que, por ordem de Clara, cortou o jasmineiro. Josué deixou apenas um toco feio e sofrido, e isso porque o machado não dera conta do restante do trabalho.

Um homem que passava perto do local, olhou a cena e disse consigo:

“Pobre jasmineiro, nunca mais será o mesmo.”

Na vida, há muitas pessoas sofrendo, perdendo seus sonhos e até a vontade de viver, como aquela árvore perdeu seus galhos, pagando tanto a nossa história, o jasmineiro que virou um toco não perdera sua raiz e, dia após dia, foi resistindo àquele processo de mortificação e tristeza, sua raiz sugava a força da terra.
Assim também as pessoas se surpreendem com sua própria força, quando, em meio a qualquer situação de perda, se ligam àquele que é capaz de mudar qualquer história: Deus. Mesmo ficando com tantas perguntas sem respostas.

Um pouco a cada dia e tudo se conserta. Com perseverança, aliando a fé à paciência, como a árvore de nossa história que resistiu sublime, e depois de algum tempo já mostrava novos galhos mais organizados e bonitos.

Duvidar de Deus é o mesmo que perder a esperança. É abandonar a chance de ser uma nova pessoa e viver uma nova vida.

O homem que disse que o jasmineiro nunca mais seria o mesmo não estava errado. Depois de tudo, ele ficou ainda mais bonito. E isso vale para você poder caber nos planos de Deus.

Se você já teve sombra e flores e hoje não tem mais nada a oferecer, saiba que realmente nunca mais vai ser como foi um dia.

Você vai ser melhor do que antes.

11 de junho de 2012

O perfume de aroma eterno

Esta história lembra a incompreensão daqueles que ainda criticam as ofertas que o povo de Deus traz ao Senhor Jesus


Por Marcelo Crivella/Fotos: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com


Conta-se que há muitos e muitos anos havia no Oriente um exímio perfumista, que dedicara toda a sua vida a pesquisar e produzir perfumes. Sendo um homem sábio e muito justo, tinha na sua profissão uma maneira de adorar a Deus, já que os aromas das flores, que transformava em perfumes, traziam enlevo para a mais triste das criaturas.

Essa antiga arte de fazer perfumes era uma tradição em sua família, sendo os segredos passados de geração em geração, de pai para filho. O sábio homem não chegava nem perto do que se podia chamar de rico; do que tinha, porém, fazia questão de dividir com os pobres. Sentia-se abençoado por trabalhar com os preciosos aromas da natureza e, assim, parecia produzir seus perfumes como cânticos de louvor ao Criador.

Aquele perfumista se destacava notoriamente de todos os demais, por uma habilidade nata: ele era absolutamente extraordinário no trato e mistura das essências. Seus perfumes se tornaram famosos e agradavam a todos que tinham o privilégio de experimentá-los.

O velho, porém, a si mesmo não se dava por satisfeito. Guardava em seu coração o sonho de produzir um perfume cujo aroma jamais se desvanecesse. Embora tratasse com o máximo de carinho e esmero as pétalas das mais lindas rosas, orquídeas, cravos e outras flores, e por melhor que fosse o preparado, o perfume durava apenas poucas horas naqueles que o usavam, para logo se perder no ar.

Acreditava o perfumista que Deus, perfeito e onipotente, certamente havia criado uma flor especialíssima, a qual pudesse ser trabalhada com as melhores químicas existentes, e que, encontrando-a, poderia ele obter o perfume de aroma eterno.

Seu pai, quando vivo, contara-lhe que em uma gruta de um dos montes que circundavam a Cidade Santa, Jerusalém, uma vez por ano nascia uma planta belíssima, cujas raízes continham uma excepcional substância, da qual se podia obter o mais extraordinário aroma, diferente de todos os que sentira em toda a sua vida. Seu perfume parecia misturar o aroma de todas as outras plantas; era, portanto, algo especialíssimo.

Na única vez em que tivera as preciosas raízes em suas mãos, fora assaltado por uma caravana de beduínos, os quais lhe tomaram a bolsa e, com ela, seu tesouro. Nunca mais fora capaz de colher aquela raríssima joia.

Agora, sendo já velho, decidiu naquele mesmo ano ir procurar a tal planta. Tinha o perfumista no coração o propósito de deixar como um legado à humanidade o perfume de aroma eterno, uma atitude de gratidão a Deus, que lhe dera o talento para o trabalho com as essências.

Movido pelo seu sonho, partiu em busca da tal caverna que, conforme a descrição de seu pai, tinha a forma parecida com uma caveira. Chegou nos primeiros dias da Primavera à Cidade do Grande Rei, Jerusalém, também conhecida na Antiguidade como "Umbigo do Mundo".

Inquirindo árabes e judeus, guardas e mercadores, conseguiu informações sobre cada uma das cavernas existentes nas redondezas e, cuidadosamente, inspecionou todas.

Ao sopé de uma elevação vizinha às muralhas de Jerusalém, próximo ao Portão de Damasco, ao Norte do grande templo do rei Salomão, encontrou ele a gruta. Era exatamente como seu pai descrevera: uma perfeita caveira.

A cada manhã, o homem percorria cada polegada daquela caverna em busca da tal planta. A Primavera tinha forrado o chão do local com inúmeras espécies de flores rasteiras, mas nenhuma delas era a que o perfumista buscava. Até que um dia, quando andava a passos lentos e cuidadosos, atento a cada detalhe, avistou algo diferente entre as mais lindas flores, as quais jamais havia visto.

O sol daquela manhã parecia fazer brilhar mais o intenso vermelho das pétalas e, ao se aproximar o homem, qualquer dúvida que lhe pudesse ocorrer foi desfeita. O aroma que a planta exalava era ainda mais sublime que tudo que havia imaginado. Ajoelhou-se então o perfumista e fez uma oração, pois sabia ter alcançado uma dádiva dos céus.

Não a colheu naquela hora. Ainda que desejasse começar a trabalhar imediatamente, achou que deveria aguardar até a plantinha crescer um pouco mais, para dar-lhe em quantidade suficiente a matéria-prima da qual tanto precisava. Não por ambição, pensando no dinheiro que o perfume poderia lhe render, mas por desejar fazer algo que despertasse nos homens o louvor e reconhecimento da grandeza de Deus, como o aroma eterno de um maravilhoso perfume.

O dia esperado, enfim, chegou. Sendo um bom artesão e meticuloso engenheiro das essências, o artista já tinha tudo preparado em sua improvisada oficina na gruta. Levantou-se ainda de madrugada, aguardou o dia clarear e, no frescor dos primeiros raios de sol, recolheu cuidadosamente em sua cesta cada uma das raríssimas joas que Deus havia criado.

Preparou então o perfume mais extraordinário que jamais havia feito. Para armazená-lo, encomendou o mais perfeito vaso de mármore e o selou de tal forma que pudesse transportar o valioso tesouro de volta ao seu país. Era tão extraordinário aquele perfume que, mesmo contido no vaso de mármore maciço, exalava distintamente seu aroma.

No caminho, próximo à cidade de Betânia, o perfumista passou por uma mulher que imediatamente se sentiu atraída pelo perfume exalado do vaso, que ele levava cuidadosamente atado ao lombo do seu burrinho. Explicou ela que procurava algo especialíssimo para alguém que amava acima de tudo e de todos.

Tendo procurado por todos os mercados de Jerusalém, e ainda nas caravanas dos mercadores que cruzavam os desertos da Judéia, nada havia encontrado que pudesse ser comparado àquele perfume. Pedia, portanto, veementemente, que lhe fizesse o preço que desejasse, para que ela pudesse presentear a quem tanto amava.

O homem explicou tudo quanto sucedera desde que deixara seu país em busca das raízes de aroma eterno, frisando que a raríssima planta nascia uma única vez por ano e, portanto, não teria nenhuma chance de retomar seu trabalho em curto prazo. Ao ouvir isso, a mulher respondeu:

- Se apenas uma vez por ano podes colher as preciosas raízes, pagarei de bom grado um ano de salário pelo perfume!

Desejava ela presentear alguém a quem realmente amava acima de tudo e de todos. Aquela disposição de pagar tão vultoso preço despertou no perfumista sua curiosidade, pois ela nem de longe parecia ser nobre ou rica. Certamente pretendia ela presentear algum juiz que a livrasse de ser condenada, ou algum imperador que lhe pudesse retribuir favores, concluiu o homem.

- Permita-me perguntar: a quem se destinará este presente, pelo qual pareces disposta a pagar muito mais que tuas posses permitem? Por acaso é um imperador, um juiz ou um general do exército, de quem necessitas de algum favor? - disse-lhe o perfumista.

Humildemente, ela respondeu:

- Não, senhor perfumista. Aquele a quem quero dar este presente não tem nenhum título; jamais viveu em castelos e nunca foi rico. Fazendo o bem e amando aos pobres, tornou-Se odiado pelos poderosos.

Tem percorrido toda a nossa terra a curar os enfermos e a consolar os que choram. Nunca recebeu sequer um presente, e também nunca exigiu coisa alguma. Se vieres comigo, eu te mostrarei Aquele de quem falo.

Aquele gesto tocou o coração do velho perfumista. Ora, quem mais ele poderia encontrar que tivesse tamanho amor, a ponto de pagar o equivalente a um ano de salário para presentear alguém que não fosse importante para os homens?

Assim se foram pela estrada, caminhando e conversando, o perfumista e a mulher. Ao longo da viagem, o homem se maravilhava ouvindo as mais lindas histórias de amor. A maneira pela qual a mulher falava contagiava seu coração.

Ao chegarem ao local onde estava Aquele de quem a mulher falara, o homem se juntou aos que O ouviam e percebeu que aquelas palavras eram de Deus.

Quando a mulher lhe solicitou que permitisse usar o perfume, ele imediatamente atendeu. Ela adentrou a casa decididamente e partiu o vaso de mármore, derramando o perfume sobre a Sua cabeça, espalhando no ar aquele aroma celestial.

O perfumista pôde perceber que comentários se seguiram e não entendeu alguns que consideravam o ato um desperdício, alegando que o perfume, se vendido, poderia angariar fundos para os pobres. Ouviu também o Mestre dizer-lhes:

- Por que vocês afligem esta mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo. Os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim não me haveis de ter sempre. Derramando ela este unguento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento. Em verdade vos digo que onde quer que este Evangelho seja pregado, em todo o mundo, também será referido o que ela fez, para memória sua.

O velho perfumista estava maravilhado; ele jamais ouvira ensinamentos tão belos. Adiou sua viagem e ficou hospedado na casa daquela mulher, chamada Maria.

Dois dias mais tarde, chorando, viu o Mestre ser crucificado no monte onde havia a gruta com forma de caveira, na qual, algum tempo antes, colhera as preciosas flores. O corpo d'Ele estava terrivelmente machucado e com muito sangue, mas ainda assim era possível sentir o aroma do perfume, trazido pelo vento daquela tarde fria.

Lembrou-se então do que Ele dissera, que o gesto de Lhe ungir com o perfume seria pregado para sempre, e entendeu que seu sonho de obter o perfume de aroma eterno havia se realizado.

Esta lenda, meu amigo leitor, apenas nos traz outra vez o aroma daquele perfume. O aroma que lembra a incompreensão daqueles que ainda criticam as ofertas que o povo de Deus traz ao Senhor Jesus; muito mais ainda lembra o gesto e o amor daqueles que não veem preço para que nossas ofertas sejam, hoje, o perfume que prepara a ressurreição do nosso Senhor na vida daqueles que não O conhecem.

"O portal da felicidade"

É ele quem transforma por inteiro a sua vida, e traz cor, alegria, luz e paz como jamais você pensaria que pudesse existir


Por Jaqueline Corrêa / Foto: Thinkstock

O lugar era deveras sombrio. Não havia água, não havia cor, não havia vida. Nenhuma folha. Nenhuma árvore. Nenhuma flor. O céu estava escuro e permanecia assim por todos os dias. Não era um cenário, era a morte em vida de Juliani.

Ela andava pelas ruas, porém não via nelas rostos de felicidade. Não encontrava um sentido. Uma razão.

Não era apenas ela, mas todas as pessoas de sua cidade não encontravam nenhuma verdade para as suas vidas.

O ambiente era sempre estranho, assustador. O dia era como a noite. O sol não aparecia. Nuvens espessas cobriam o céu formando imensa escuridão. Os pássaros não voavam, os passarinhos não cantavam, nem faziam o seu ninho. As árvores secas e os galhos frágeis desprezavam as poucas folhas que ainda lhes restavam. Tudo estava cinzento. E o chão, rachado pelo calor, dava ao asfalto um tom de terra seca, de sertão e de deserto.

Juliani não se admirava daquela situação. Nem ela, tampouco os demais. Era como se todos vivessem acostumados àquela escuridão. Como se ninguém soubesse sobre uma possível opção. Como se ignorassem por completo a existência de alguma alternativa, alguma solução.

E por isso não havia sorrisos nos rostos. Não existia expressão de compaixão, de amor. A solidariedade já havia extinguido. Era um tempo difícil, de egoísmo e solidão. Pessoas juntas e desunidas em suas próprias causas. Olhares de desconfiança e rispidez. Gestos de desprezo e sentimentos angustiantes.

Era uma cidade que representava o mundo, a casa de cada habitante, a vida de cada pessoa.

Estavam todos condenados, e não sabiam a quê. Foram julgados por si mesmos, por seus pesadelos, por suas escolhas erradas e por suas atitudes do passado. E por isso viviam como zumbis.

Mas não se apercebiam. Não compreendiam o que estava acontecendo. Seus corações estavam fechados. Suas mentes, trancadas, seus pensamentos poluídos, suas palavras contaminadas.

Juliani, no íntimo, desejou mudar. Pensou nas expectativas, nas perspectivas de uma vida sem esse sofrimento calado.

Até que um dia aconteceu.

Juliani, passando por uma rua assombrada, com aspecto de pântano, enfatizada com a fina neblina, desconhecia se era dia ou noite aquela atmosfera arredia. Ao final dela, viu uma luminosidade crescente, e pensou ser o sol: “O dia, finalmente apareceu!”, ela exclamou por dentro.

Ela se aproximou mais e percebeu uma porta, onde dizia: “Aquele que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora.” A jovem nada entendeu. Nunca havia ouvido tal expressão. E com as mãos finas de veias aparentes, o rosto marcado por rugas dos raios do céu, empurrava com cuidado a porta fechada, que aos poucos se abria.

Juliani viu o sol, a luz, o caminho de ouro que a conduzia até o interior daquele lugar jamais visto. E que na beira formavam-se túneis de árvores verdes, e tão verdes como o musgo, com flores coloridas e radiantes, com frutos grandes e cheirosos. A natureza parecia rir pra ela. As flores davam boas-vindas àquela única pessoa que desejou o que todos desprezavam.

Era outro o ambiente, outra a atmosfera, outro o cheiro. E quando ela se olhou no reflexo da cristalina água, transparente e brilhosa como o diamante derretido, viu-se como há tempos não se via. Seus cabelos longos, de cachos firmes, sua pele rejuvenescida e uma alegria tão grande, que a fez esquecer completamente o pântano cinzento a pavoroso no qual vivia.

Para refletir

O Portal da felicidade é para todos, mas, infelizmente, são poucos os que entram por ele. Muitos se aproximam, mas desanimam no meio do caminho. Outros desistem por achar o caminho difícil e entram por outras portas.

Se você não conhece o Espírito Santo, é Ele quem transforma por inteiro a sua vida. Traz cor, alegria, luz e paz como jamais você pensaria que pudesse existir.

Como me levantar?

Como Me Levantar?
De uma forma ou de outra muitos caídos ficam prostrados e, até desanimados da fé…

A volta para a igreja fica ainda mais difícil por conta das vozes malígnas dizendo:

- O que vão falar ou pensar a seu respeito?

- Ninguém mais vai acreditar em você! Todo mundo vai ver você como um fracassado…

- É melhor você ler a Bíblia, orar e seguir Jesus em casa, livre dos olhares dos que o conhecem. E aí ninguém vai criticar ou olhar para você com desdém…

Essa é a posição mais almejada pelo mal. Porque quanto mais o cristão se isola da comunhão na igreja mais vulnerável fica aos seus ataques.

E começa assim: um dia lê a Bíblia, mas no outro, se esquece. Um dia ora com mais fervor. No outro com menos. E pouco a pouco, sem perceber ele vai substituindo a prática da fé por coisas “mais emocionantes”. E quando menos espera, sua chama está totalmente apagada. Virou carvão…

A título de exemplo, quando jovem me apaixonei por outra da própria igreja. Ela reunia condições espirituais para ser minha esposa. Fiquei noivo dela e chegamos a montar parte da casa.

Em tempo descobri que não era a vontade de Deus. Terminei o noivado. Em seguida tive de enfrentar as críticas dos pais dela, dos meus, de toda a igreja, incluindo bispos e pastores...

Senti na pele a vergonha dos olhares julgadores em cima de mim. Não foi fácil!...

Contudo, mantive minha frequência firme na igreja, independentemente da vegonha. Afinal de contas era a minha salvação que estava em jogo. Não podia vacilar com ela nem que a vaca tossisse!

Para conservá-la eu precisava manter-me junto ao braseiro ( igreja ). Provérbios 26.20

Mesmo corado por dentro e por fora!

Deus permite humilhações para não nos ver orgulhosos da própria fé.

Se este é o seu caso, dê graças a Deus pela humilhação e vai em frente! Porque os humilhados, a seu tempo, serão exaltados. ( Mateus 23.12 )

9 de junho de 2012

Coloque sua fé em ação nos momentos mais críticos

É preciso praticar o que se acredita

Por Tany Souza / Foto: Thinkstock
tany.souza@arcauniversal.com

Dizer que tem fé em algo é fácil, porque podemos dizer coisas que nem sempre são o que pensamos ou sentimos. Mas colocá-la em prática nos momentos difíceis da vida é o desafio para qualquer pessoa.

O que adianta dizer que tem fé, mas na primeira oportunidade reclamar da vida, ou desejar que tudo fosse diferente, ou até mesmo culpar a Deus por tudo o que está passando?

Colocar a fé em prática é ir além das suas forças, é não duvidar quando tudo parece impossível, quando o dinheiro acaba, quando não há mais amor recíproco, quando as situações parecem que conspiram contra. Simplesmente esquecemos do que Deus tem para nós: “... todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus...” Romanos 8:28

Na Palavra de Deus também está escrito que só podemos agradar a Deus com a fé. Não há nada que possamos fazer na terra que O agrade mais ou menos, que faça uma pessoa ser melhor ou pior diante Dele. É com fé que o coração de Deus se alegra.

“De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.” Hebreus 11:6

A única coisa que agrada a Deus é a fé, porque é simples: ou se acredita ou não. Não há meio termo, não há como acreditar em partes ou pouco, ainda mais quando se fala de Deus, que não podemos ver. Só nos resta ter fé de que Ele existe.

Em prática

Por isso, a partir de hoje, quando algo acontecer para dificultar alguma coisa, não desista no meio do caminho, não aceite um não como resposta, vá adiante, quebre as barreiras e só desista quando receber de Deus outro direcionamento.

A fé praticada faz que tudo seja visto de outra forma, não com os olhos carnais, mas espirituais, porque “a fé é a certeza de cousas que não se esperam, a convicção de fatos que se não veem”. Hebreus 11:1

Não fique acomodado em suas palavras, não creia só da boca para fora, mas levante-se, tenha atitude de fé e, assim, agrade o coração de Deus.

O banqueiro e os mendigos

Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa em sua "limusine" quando viu dois homens, à beira da estrada, comendo grama.

Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:

— Por que vocês estão comendo grama?

— Não temos dinheiro para comida, por isso temos de comer grama - disse o pobre homem.

— Bem, então venham a minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.

— Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.

— Que venham também - disse novamente o banqueiro.

E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe:

— Você também pode vir.

O homem, com uma voz muito sumida, disse:

— Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!

— Pois que venham também - respondeu o banqueiro.

E entraram todos no enorme e luxuoso carro.

Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:

— O senhor é muito bom... Obrigado por levar a todos!

O banqueiro respondeu:

— Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 20 centímetros de altura!

Assim também é o príncipe deste mundo, possui recursos e riquezas e busca, diligentemente, “fisgar” os incautos e perdidos, por meio de uma aparência de amor, caridade e compaixão.

Aqueles que vivem com intensidade toda a plenitude dos sentimentos da alma, são exatamente os mesmos que, enquanto se alimentam da “grama” desse mundo, são atraídos e levados, sem que percebam, para o tormento eterno em limusines de luxo.

Obrigado pela atenção.

Colaboração: Bispo Antonio Carlos

8 de junho de 2012

Crise da Fé


O que tem levado tanta gente desanimar da fé?

Que espírito tem guiado os cristãos a abandonarem a Igreja?

Jesus prometeu que o Espírito Santo nos guiaria a toda a verdade. João 16.13

Seria o Espírito Santo O responsável por guiar tantos cristãos para fora da Igreja?

Seria Ele O responsável por tantas divisões, dissenções, calúnias e injustiças dentro de Sua Casa?

Se o Espírito de Deus guia a toda a verdade e a pessoa é levada a sair da igreja, então essa igreja é uma mentira. Ou então o espírito-guia dessa pessoa é um demônio!

A fé inteligente tem mostrado que nenhum cristão pode ser guiado pelo Espírito de Deus e pelo espírito do diabo! Ou somos guiados por Deus ou pelo diabo!

Quem é guiado por Deus, então venha o que vier, quaisquer que sejam as tribulações ou angústias pela causa do Senhor, jamais desanima ou abandona a fé.

Mas se é guiado pelo mal desiste, a exemplo da semente semeada à beira do caminho, em solo rochoso e entre os espinhos. Mateus 13.18-22

A pergunta final é: que espírito tem guiado você leitor amigo?

Maus olhos


Guardar o coração da mágoa é fundamental para a boa consciência

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"Como devo reagir quando recebo uma ofensa, desprezo ou injustiça de alguém? Como vencer os maus olhos? Não quero mais ser sentimental, nem sensível, nem guardar mágoas. Luto há anos com isso e nunca encontrei uma forma de resolver definitivamente esse problema."

Resposta:

Só tem um jeito: a fé. E fé não é só acreditar, é fazer alguma coisa. Então o que eu faço quando passo por essas situações é:

Eu comparo os meus defeitos com os defeitos daquela pessoa. Como eu me conheço melhor do que conheço a ela, sei que meus defeitos são muito maiores, então chego à conclusão de que não sou ninguém para julgá-la. Olho para o lado positivo daquela pessoa, todas as coisas boas que ela tem e decido focalizar nas coisas boas ao invés das ruins. Uso a minha cabeça em vez do meu coração e vejo que não vale a pena guardar mágoa da pessoa e perder a minha salvação por causa dela. Oro pela pessoa, peço para que Deus me mude e a abençoe.

Geralmente, eu não preciso fazer todas essas coisas, uma só já resolve, mas, caso não resolva, eu:

Oro a Deus, unjo meus olhos e meu coração e, se necessário,vou até falar com a pessoa. O que não pode é a minha fé ser afetada por isso.

(*) Resposta retirada do blog Cristiane Cardoso

Fim dos tempos: o aumento da fome

"... haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores"

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“... haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores.” Mateus 24.7-8

O versículo acima afirma que o mundo sofreria com o mal da fome, mas isso seria apenas o princípio das dores, como ocorre com uma mulher grávida prestes a dar à luz. Porém, a profecia se cumpre com as inúmeras notícias de que vários países sofrem com a fome.

Para você ter uma ideia, um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) revelou recentemente que cerca de 3 bilhões de pessoas podem sofrer com a escassez de água, energia e alimentos até 2040, quando a população mundial deverá passar de 7 para 9 bilhões. Uma das causas seria a demanda por recursos, que crescerá sobremaneira e o Planeta não conseguirá suprir tais necessidades.

Além disso, daqui a menos de 20 anos, vamos precisar de pelo menos 50% a mais de alimentos, 45% a mais de água e 30% a mais de energia para abastecer a população crescente. E se essa falta não for atendida, o risco, segundo a ONU, é “condenar à pobreza” esses 3 bilhões de pessoas.

No entanto, nem é preciso esperar chegar o futuro para vermos a quantidade de gente que sofre com a miséria, já que existem mais de 20 milhões de desnutridos no mundo.

Dos países que padecem deste mal, 26 são os mais afetados e apresentam índices extremamente alarmantes. Entre eles estão Burundi, Chade, Eritreia e República Democrática do Congo, de acordo com um relatório do Instituto Internacional de Investigação sobre a Alimentação (IFPRI). Em seis lugares (Coreia do Norte, Comores, Swazilândia, Costa do Marfim e novamente Burundi e República Democrática do Congo), o número de famintos aumentou, de 1990 a 2011.

Mas, a região que passa por uma grande tragédia social é mesmo o Chifre da África, localizado no nordeste africano. A pior seca dos últimos 60 anos, conforme a ONU, já deixou 13 milhões de pessoas em estado de emergência e mata aproximadamente 10 mil crianças por mês.

Algumas causas da fome

Ironicamente, a África produz e exporta produtos agrícolas e, apesar de ser um grande produtor, não consegue alimentar a própria população. Somália (em que o problema atinge quase metade da população), Etiópia, Moçambique, Sudão, Angola, Malavi e Libéria são os que mais sofrem no continente. E a estimativa é de que cerca de 18% das crianças deverão ficar subnutridas daqui a oito anos.

Outro fator é que a fome provoca instabilidade política na região, o que acaba causando pobreza e acarreta conflitos internos, os quais deverão provocar, nos próximos 20 anos, diminuição na produção de alimentos em aproximadamente 20%.

Há ainda uma causa relacionada à ocupação do espaço e grande dependência econômica externa, sem contar o elevado crescimento populacional, que agrava ainda mais a situação. Em 1950, por exemplo, o número de habitantes era de 221 milhões, mas hoje, é superior a 850 milhões.

Outros fatores que contribuem para o aumento da fome no continente são: grande parte das terras para o plantio é ocupada, trazendo desertificação, o que afeta a produção de alimentos para o mercado interno; guerras civis acarretadas por conflitos de etnias; e a oferta de alimentos que vem diminuindo.

Fome no Brasil

E no nosso país?
Aqui, a desigualdade de renda e a falta de dinheiro fazem com que aproximadamente 32 milhões de brasileiros passem fome e 65 milhões não consumam a quantidade considerada mínima de calorias diariamente.

Mas, porque isso ocorre, se o Brasil possui uma enorme extensão territorial e grande potencial na agricultura?

O problema é que a grande parte da riqueza do país está concentrada em apenas 10% da população, o que faz com que a nação tenha mais de 16 milhões de pessoas em situação de pobreza extrema.

Tudo isso relatado é mais uma prova de que a volta de Jesus está próxima e que as suas profecias estão se cumprindo dia após dia.

Espinho na carne


Há muitas interpretações com respeito ao espinho na carne do apóstolo Paulo. Normalmente as pessoas estão mais preocupadas em saber qual é o espinho do que a razão dele.

Três coisas chamam muita atenção: o espinho, sua origem e a razão dele.

- O espinho era um problema pessoal;

- a origem desse problema era o diabo;

- a razão do problema era para que Paulo não se orgulhasse das revelações recebidas.

Que proveito extrair dessa experiência amarga?

Creio que não só as revelações mas como também as bênçãos alcançadas têm um motivo mais especial: glorificar o Senhor da Glória.

Paulo foi arrebatado até ao terceiro céu, foi levado ao paraíso e ouviu palavras tão sublimes que nem poderia repetir.

Obviamente tudo isso o colocaria numa posição muito mais relevante do que os demais apóstolos, sobretudo do povo cristão.

Ora, Deus sabe que o ser humano, por mais santo que seja, ainda assim é homem. Portanto, sujeito a erros e falhas. Por conta disso tem permitido que pessoas como Paulo sejam esbofeteadas por problemas pessoais para não serem vítimas do orgulho espiritual.

Não se pode esquecer que Satanás era arcanjo, o líder dos demais nos céus. Caiu por orgulho...

Se fosse nos dias atuais certamente Paulo teria sérios problemas, haja vista o grande número de pastores que têm pregado mais sobre Paulo do que propriamente sobre o Senhor Jesus.

A Bíblia ensina: o homem que lisonjeia (glorifica) a seu próximo arma-lhe uma rede aos passos. ( Provérbios 29.5 ).

Por maior que seja o milagre alcançado ou a fé que se tenha, jamais se orgulhe disso!
Antes, dê glórias ao Senhor da Glória!

6 de junho de 2012

A autoridade que deseja a sua destruição


De quem é a autoridade a que você se submete?

Da redação / Fotos: Thinkstock
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Independentemente de onde tenha nascido neste mundo, você está debaixo de uma autoridade, seja ela boa ou não, justa ou injusta, correta ou falha, não importa. Porque quando uma pessoa nasce, seja onde for, deve se submeter às regras e leis daquele lugar.

Se o rei de uma monarquia qualquer ou o presidente de uma República qualquer vier a ordenar uma determinada lei, todos deverão obedecer. Porque não se trata de escolha, mas de imposição por parte daquela autoridade.

A pessoa que nasce e passa a viver de acordo com as leis do mundo está obrigada a lhe servir e a lhe obedecer – consciente ou não – pelo fato de ter sido isso ordenado.

As doenças, a miséria, as tragédias, as crises, as contendas, as angústias e a vontade de morrer, por exemplo, são imposições que a autoridade terrena decreta àqueles que se submetem a ela. E o pior é que não há como recorrer a outras autoridades, já que quem vive aqui está sujeito a tais situações.

É como aquela pessoa que mora em um país diferente do seu. Mesmo obtendo o visto de permanência daquele lugar, não deixará de ser natural de seu país de origem, a não ser que se naturalize na nova terra.

O mundo do maligno
Quem é, então, a autoridade deste mundo? A Bíblia diz que “o mundo inteiro jaz no maligno” (1 João 5.19), o que significa que quem vive aqui está submetido ao mal e sofre com as suas imposições.
Salvo se a pessoa decidir-se por trocar de reino. E o que isso quer dizer? Seria possível uma pessoa que está sujeita a tantos males impostos pelo seu reino de origem passar a se submeter a outro melhor?
Sim, é possível. No entanto, diferentemente do que acontece com a naturalização no país em que se deseja passar a viver, a pessoa deve morrer para o seu reino terreno e, consequentemente, para a autoridade a qual está submetida.

E quem é o governante deste outro reino?

Jesus Cristo, que é justamente o oposto do governo deste mundo, porque, ao contrário do governante terreno, Ele não aceita doença, miséria, depressão, aflição ou desestrutura familiar. Mas, para obter os benefícios deste novo Sistema, é preciso que o cidadão morra para o seu reino natal e, sepultados com a sua natureza terrena, fiquem todos os seus costumes, teorias, filosofias de vida, pensamentos e/ou atitudes que condizem com o reino deste mundo e não condizem com o Seu.

Você quer morrer para este mundo e assim desfrutar das vantagens que só o Reino de Cristo tem a oferecer? Participe hoje da 3ª Noite da Salvação em um dos Cenáculos do Espírito Santo mais próximo.