25 de maio de 2012

O novo nascimento

Stefanie tem dúvidas sobre como ter um verdadeiro encontro com Deus


(*) Renato Cardoso/ fotos: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com


"A ficha caiu e eu vi que ainda não nasci de Deus, vi o quanto vazia eu sou. Venho buscando, mas parece que tem algo no meu coração que não sei o que é. Quero nascer de Deus, não aguento ser vazia, triste… O que eu faço? Como descobrir o que tem me impedido de ter um encontro verdadeiro com Deus?"- Stefanie.

Resposta:

Eu lhe perguntei: O que lhe faz pensar que não nasceu de Deus?

Stefanie respondeu:

Quando uma pessoa tem um verdadeiro encontro com Deus, ela jamais esquece aquele dia, e o seu interior muda completamente. 
Quando li o livro "A Mulher V", a D. Cris relata a sua experiência com Deus, a transformação do seu interior. 
Sei o quanto mudei, mas falta o "algo a mais".

Eu esclareci:

Stefanie, o novo nascimento é um processo, assim como o nascimento de um bebê. Há a concepção, a gravidez, os 9 meses, depois o nascimento. E aí vem o crescimento. Ninguém nasce em um dia.

A referência de que "jamais se esquece daquele dia" é o fato de que quando somos tocados para nos entregar a Jesus totalmente, a experiência é muito profunda. É quando você decide que não vai viver mais para você, fazer suas vontades, que vai deixar, por Ele, coisas e pessoas de quem gostava muito etc.

Por isso é marcante. Mas a marca é feita por esta decisão, não por uma emoção em si. A partir dessa decisão, digamos, a “concepção” do novo eu, é que começa a transformação, o período em que a nova pessoa começa a ser formada em nós. Isso leva tempo, e pode até ser "aos trancos e barrancos", quer dizer, muitas falhas e tropeços. Mas é sempre progressivo, melhorando mais e mais.

Avalie por esta orientação qual o seu estado espiritual.

Você já foi concebida, tomou a decisão de se entregar totalmente?

Está grávida da sua nova criatura?

A nova criatura ainda está se formando em você?

Está sentindo as dores de parto-a luta para nascer?

Já nasceu, mas ainda está crescendo?

Pense e responda a si mesma.

(*) Resposta retirada do blog de Renato Cardoso.

Ciência na Bíblia - A diabetes

Embora sem o respaldo científico de hoje, os antigos hebreus já sentiam na saúde os efeitos da ingestão de açúcar em demasia


Por Marcelo Cypriano / Fotos: Thinkstock, National Cancer Institute, The Story of the Bible
marcelo.cypriano@arcauniversal.com



“Comer mel demais não é bom; assim, a busca da própria glória não é glória.”
Provérbios 25:27


Salomão, em um de seus vários e sábios conselhos, mostra no exemplo acima que a Palavra Sagrada já mostrava, embora não tivesse ainda o respaldo científico, os danos do consumo errado ou irresponsável de alguns alimentos ao organismo.

O monarca mostrava, em uma inteligente analogia, que a glória pode ser doce, agradável, mas não é benéfica quando ela, em si, é o objetivo, ao invés da glória de Deus.

A cultura dos antigos hebreus era completamente ligada à vida espiritual em todos os seus aspectos, e entre eles estava a saúde.
Conselhos sobre higiene e saúde eram ordens vindas de Deus, e a qualidade de vida era sempre um objetivo muito importante, perseguido diariamente. A alimentação era controlada, e quem seguia os preceitos dos sacerdotes no concernente ao que era consumido gozava de boa saúde.

Salomão não tirou o exemplo do mel do nada. Tinha informações nas quais se baseou para criar o provérbio. Atestou, há milênios, o que hoje qualquer leigo sabe: o mel era o açúcar da época, e açúcar demais causa sérios problemas à saúde, como a diabetes.

Consumir em demasia alimentos ricos em carboidratos, como farinhas e doces em suas várias formas, entre outros, causa o estímulo da produção de insulina pelo pâncreas, o que aumenta as chances de diabetes, sobretudo em pessoas sedentárias e a partir da meia idade, com consequências como o estresse e a obesidade, para citar somente alguns, entre os muitos desagradáveis e até fatais. Uma boa alimentação faz com que o estímulo para a produção de insulina aconteça em níveis benéficos ao organismo.

Genética e dieta

Via de regra, a diabetes é hereditária, por um caráter genético recessivo presente em cerca de 20% da população mundial. Mas os hábitos alimentares é que determinam a manifestação da doença que, quando controlada e acompanhada pelo médico, permite um estilo de vida praticamente normal.

A diabetes tipo 2 pode ter como “gatilho” uma dieta mal planejada e sedentarismo, e também é favorecida pelo avanço da idade. Nos tempos bíblicos, o mel e os derivados do trigo eram fontes de carboidratos bem presentes no cotidiano.

Só que essa presença aumentou imensamente com o advento dos alimentos industrializados. Ficou bem mais fácil consumir açúcar em demasia, dada a enorme facilidade de adquirirmos guloseimas como balas, doces, pães, biscoitos e refrigerantes.

Falando nos refrigerantes e outras bebidas doces industrializadas (incluídos os achocolatados misturados ao leite), podemos dizer que eles são o mel dos tempos modernos. Uma lata de refrigerante de 350 ml, por exemplo, contém o equivalente a cerca de 10 colheres de chá de açúcar, somando 150 calorias. É como se a pessoa consumisse de uma só vez tudo o que pode consumir de açúcar ao longo de todo o dia, aos poucos.

O ideal, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é que o açúcar componha somente 10% da quantidade total de calorias a serem consumidas diariamente.

Para termos uma ideia, veja os níveis aconselhados pela OMS para adultos de tamanho e peso considerados normais: as mulheres devem consumir no máximo 100 calorias provenientes do açúcar, enquanto para os homens são 150.

Quem toma uma simples lata de refrigerante já consome quase isso, e quem toma duas já passou do aceitável. A dieta diária, considerando-se todo tipo de alimento, e não só carboidratos, é de cerca de 2,5 mil calorias.


Outra coisa: se meros 350 ml de refrigerante já são demais para o corpo de um adulto, que dizer para uma criança? Claro que, em quantidades razoáveis, as guloseimas podem ser consumidas com prazer. Só que as proporções disponíveis no mercado são, muitas vezes, exageradas.

O bom senso continua sendo algo muito útil aos pais e responsáveis, um fator que fará diferença por toda a vida da criança.

Saúde divina

Voltando à Bíblia, tão interessante quanto o povo saber que “comer mel demais não é bom”, foi a estratégia de Deus no tocante à alimentação e à saúde quando os hebreus, livres, saíram do Egito e viajaram pelo deserto rumo à Terra Prometida.

Se hoje temos à nossa disposição academias, aparelhos, médicos e nutricionistas – e na maioria das vezes temos que pagar caro por tudo isso –, o Senhor fez o povo viajar e, ao mesmo tempo, cuidar da saúde preenchendo requisitos básicos, como mostrado no livro de Êxodo.

A maior parte da viagem foi realizada a pé, Ele fez as pessoas caminharem – exercício diário. Estocavam e bebiam água pura, e caminhavam sob sombra que Ele providenciava, o que suavizava a eliminação de líquidos corporais – hidratação correta.

Deus lhes proporcionou como alimento o maná, frutas do deserto e carne de aves – dieta leve e equilibrada, que proporcionava boa saúde e disposição para a longa caminhada.

E hoje, com tanta informação facilmente ao alcance das mãos, além da presença dos recursos de saúde citados (exercícios, profissionais da saúde, etc.), conseguimos nos alimentar de forma errada e prejudicamos nossa saúde todos os dias, quando os antigos hebreus cuidavam tão bem da sua simplesmente porque obedeciam a Deus em seu cotidiano.

24 de maio de 2012

Bençãos e Prosperidade

As promessas de Deus são infalíveis


Por bispo Edir Macedo/ foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com


A situação pela qual o povo de Israel passou quando saiu do Egito, uma terra onde era escravo há 430 anos, para a Terra Prometida, que emana leite e mel, faz lembrar que hoje em dia, muitas pessoas estão atravessando desertos semelhantes.

Aliás, isso é algo que todo convertido tem que passar, a não ser que não queira se unir verdadeiramente ao povo de Deus, preferindo se fartar da "comida de faraó".

Os três milhões de israelitas que saíram do jugo de faraó experimentaram o poder de Deus e constataram que Ele estava dirigindo-os pelo deserto.

A Bíblia diz que o Senhor ia adiante deles, durante o dia numa coluna de nuvem, para guiá-los pelo caminho e durante a noite, numa coluna de fogo, para iluminá-los, a fim de que caminhassem de dia e de noite. E nunca se apartou do povo a coluna de nuvem, durante o dia e nem a coluna de fogo durante a noite.

Ora, a mesma coisa acontece com todos nós. Hoje, a coluna de nuvem e a coluna de fogo também existem: é a Palavra de Deus, que nos guia e ilumina a nossas vidas, para que possamos caminhar de noite e de dia, sem tropeçarmos. É exatamente esta a ideia que Deus deseja que tenhamos, para nos momentos de dificuldades e de lutas, possamos encontrar na Sua Palavra, a resposta para todas as nossas indagações, arrancando as dúvidas de nossos corações.

O povo de Israel veio andando pelo deserto, guiado pelo próprio Deus. Isso mostra que Ele quer fazer com que Seu povo, nos nossos dias, também seja guiado à Terra Prometida, que mana leite e mel.

A Bíblia menciona que, entre o campo dos egípcios e o campo de Israel, o Anjo de Deus ia à frente deles e, em dado momento, ele se retirou e passou para trás do povo de Israel.

Também, a coluna de nuvem fez o mesmo; justamente para proteger o povo, que vinha na retaguarda. Durante toda a noite, os egípcios não puderam se aproximar dos israelitas, porque havia uma separação entre eles. Uma distinção entre o povo de Deus e o de faraó.

Quando elevamos os nossos pensamentos a Deus em oração e determinarmos em nossos corações, com certeza, Deus nos dá a vitória, porque a presença dEle nunca se afasta daqueles que ouvem e praticam a Sua Palavra.

A Bíblia diz que o Senhor enviou um anjo diante do Seu povo para guardá-lo pelo caminho e para levá-lo ao lugar preparado. Por isso, é importante fazer a Sua vontade, estar atento à Sua voz, não se rebelando contra Ele, porque abomina a tua transgressão.

Se, portanto, diligentemente ouvirmos a Sua voz e fizermos tudo o que Ele disser, então, nos guardará e nos dará proteção contra nossos inimigos.

Desta forma, a Palavra de Deus tem que estar em nossos corações continuamente, porque Ele prometeu nos guardar.

Isto é uma promessa!

E nós temos direito a ela.

Tudo está em nossas mãos. Se perseverarmos, indubitavelmente conquistaremos as bênçãos de Deus e, assim, entraremos na Terra Prometida.

Por um fio

Quero reagir contra o pecado, e viver em comunhão com Deus. Mas, o que posso fazer?


(*) Por Nanda Bezerra/ foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com


"Dona Nanda, às vezes me pego pensando em erros que cometi e, sinceramente, fico arrasada, muito triste, pois não acredito que fui capaz de cometê-los depois de tanto tempo na igreja, ouvindo e aprendendo sobre as coisas de Deus.

Com isso, ficou mais claro ainda para mim, que a carne milita contra o espírito e o espírito contra a carne, e que prevalecerá quem alimentar mais, lamentavelmente, na ocasião, estava muito distante de Deus nas minhas orações, jejum e na leitura da Sua palavra e devido a isso não vigiei.

O que mais me deixa triste é saber que eu sei do que tenho que fazer para estar mais pertinho de Deus e não tenho feito. Quero muito reagir contra isso, mas tenho sido uma preguiçosa, tenho me tornado uma Marta, porque o que não falta é o que fazer no nosso dia a dia, mas é preciso se desconectar, o que falta é a prática.

Eu digo isso com um peso enorme no meu coração e mente, porque mesmo que talvez não acredite (me perdoe), mas não quero viver uma vida longe de Deus, não me refiro em ir à igreja, mas uma vida de oração, uma vida consagrada a Ele. Ajude-me."- Amiga.

Resposta:
Querida amiga, esse marasmo é uma armadilha do diabo e tem acontecido na vida de muitas pessoas, e já aconteceu na minha vida também. Mas vou te dizer uma coisa, se você não se revoltar contra isso, nada vai mudar.
Não, não é verdade, vai mudar sim, vai mudar para pior!

Isso é um ciclo vicioso, você sabe de tudo o que tem que fazer, mas mesmo assim, não reage e começa a se sentir culpada, pois claro, o diabo trabalha assim. Aí, por se sentir tão culpada, se sente fraca e tão longe de Deus, pronto!

Vou te aconselhar uma coisa, inicie uma corrente de libertação na sexta-feira no cenáculo mais próximo da sua casa. Olhe o quê você vai fazer:
  1. Durante 7 sextas-feiras, você vai escolher um horário para participar da reunião de libertação, mas não é só ir à reunião, você tem que ir com um objetivo, que é destruir esse maldito que está colocando uma armadilha na sua vida;
  2. Escreva em um papel cartão (pois é mais grosso e terá que durar as 7 semanas), as coisas que estão lhe afetando, lhe amarrando, o mal que você quer fora da sua vida.
  3. Toda sexta-feira, durante essas 7 semanas, você já irá sair de casa com esse papel na bolsa e, ao ir para a igreja, já estará com esse objetivo escrito no papel, na cabeça;
  4. Comece a agir, não tenho dúvidas que depois das orações, a cada semana, você irá começar a ter forças para praticar o que sabe que precisa ser praticado.
Sua vida vai mudar, não tenho dúvidas disso. E preste atenção, pois o maldito vai tentar criar situações para você quebrar a corrente e faltar às reuniões, então, esteja atenta e já antecipe-se a essas armadilhas, tendo estratégias para não perder nenhuma das reuniões.

Resposta retirada do blog de Nanda Bezerra.

Casa sobre a Rocha


Bispo Macedo,

Há 15 anos trabalho no Sertão Sergipano e uma situação bem interessante me chamou atenção: a casa da dona Josefa, que foi edificada sobre a rocha.

Segundo relato da proprietária, a casa foi construída há 50 anos. Ao longo desse tempo, nunca houve uma rachadura sequer.

O mais intrigante é que, há cerca de dois anos, ocorreu um grande vendaval, acompanhado de fortes chuvas, ocasionando enchentes no local, transbordamento de açudes, quedas de árvores e desmoronamento de casas.

Porém, aquela casa simples, construída sobre a rocha, permaneceu firme.

A Palavra de Deus demonstra a verdade, como vemos no livro de Mateus 7.24, 25, quando Jesus nos orienta a sermos prudentes e edificarmos a nossa casa sobre a rocha.

Heleno Silva

Qual sua posição diante de Deus?


SE EU SOU PAI, ONDE ESTÁ A MINHA HONRA?

SE EU SOU SENHOR, ONDE ESTÁ O RESPEITO PARA COMIGO?

DIZ O SENHOR DOS EXÉRCITOS A VÓS OUTROS, Ó MEMBROS DE IGREJAS,
OBREIROS, AUXILIARES, PASTORES, BISPOS E CRENTES QUE TÊM DESPREZADO O MEU NOME. Malaquias 1.6

Diante disso, concluímos que só existem dois tipos de pessoas no mundo:

Os que servem a Deus e os que não O servem;

Os que honram a Deus e os que não O honram;

Os que respeitam a Deus e os que não O respeitam;

Os que temem a Deus e os que não O temem;

Os que são filhos de Deus e os que são filhos do diabo;

Os fiéis a Deus e os fiéis a Satanás;

Não importa se são crentes evangélicos, membros de igrejas, obreiras, obreiros, auxiliares, pastores, bispos ou não.

O que importa é que cada um está enquadrado na relação acima.

Qual a sua posição diante do SENHOR DEUS ALTÍSSIMO?

O inferno é real: onde vc passará eternidade?

O problema não é ultrapassar o portal da morte, mas o lugar onde a alma vai chegar assim que o corpo perecer


Da redação/ Fotos: Fotolia
redacao@arcauniversal.com


Quem lhe garante que você estará vivo até o final do dia? Parece alarmante e assustador? Sim, parece, mas de acordo com estatísticas do site breathingearth.net, mais de 100 pessoas morrem a cada minuto no mundo. Em outras palavras, quase duas por segundo.

O problema não é ultrapassar o portal da morte, mas o lugar onde a alma vai chegar assim que o corpo perecer. A Bíblia afirma a existência do inferno.

E é tão latente, que em Lucas 16:23, diz: “No inferno, estando em tomentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.

Muitas pessoas não acreditam na sua existência. Dizem que as descrições bíblicas não passam de alegorias ou metáforas, e que o inferno encontra-se aqui mesmo, na Terra. É verdade, o inferno está na Terra, e de acordo com as Escrituras, em Mateus 12.40 e Efésios 4.9, está localizado no centro do planeta, a uma temperatura superior a 6 mil graus Celsius, maior que a superfície do sol, que é de 5.800 graus Celsius, segundo estudos.

No inferno, segundo a Bíblia, a pessoa implorará para que aquela aflição acabe, mas Apocalipse 14.11 ressalta: “A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, enão têm descanso algum, nem de dia nem de noite...”.

Apesar de inúmeras pessoas desprezarem a sua existência, o inferno recebe todos os dias centenas ou milhares de pessoas que nunca se interessaram pela Verdade. Mas, que Verdade é essa, a que muitos não dão valor?

A Bíblia faz um alerta: “Quem crê em Jesus não será condenado; mas quem não crê já está condenado”. João 3.18

É como uma curva perigosa em uma estrada. Antes de você passar por ela, vem sempre o aviso para reduzir a velocidade, para não correr o risco de acidente e morte. Entretanto, não são todas as pessoas que respeitam essas regras e ignoram o aviso, o que faz muitas perderem a vida.

Assim ocorre com o nosso futuro. Enquanto você está vivo, está recebendo os avisos que podem livrá-lo do inferno – por meio do Único caminho que é Jesus –, porém, se ignorá-los, você estará, consciente ou inconscientemente, carimbando o seu passaporte para lá. E o pior de tudo é que não há como voltar, fugir ou escapar desse lugar, porque não há como se arrepender depois da morte.

Há situações que fazem a pessoa pensar que está bem, no entanto, não percebe que a sua alma pode estar mais próxima do inferno do que se pode imaginar.

É quando se pensa que pelo fato de ir à igreja já está fazendo o bastante; ou porque dá uma oferta está bem com Deus.

Porém, não se dá conta de que a salvação envolve, acima de tudo, arrependimento. E como a pessoa vai se arrepender se acha que está tudo bem com ela?

Por isso é importante ficar atento. Se você não acordar diante deste alerta, amanhã poderá ser tarde demais. E não se iluda com a sua vida, seus bens e relacionamentos, pois tudo passa, mas a alma é eterna.

O mais sábio, portanto, é se preocupar mais com o seu futuro espiritual do que com os seus anseios terrenos. É como a pergunta de Jesus: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um homem em troca de sua alma?” Marcos 8.36-37

Portanto, saiba: o sofrimento está reservado para aqueles que não creem em Jesus, e ele será extremamente aterrorizante e jamais terá fim.

Não espere morrer para descobrir que o inferno é real. O Inferno é Real! E o pior ainda está por vir. Acredite ou não. Amanhã pode ser muito tarde.

Você pode ter cometido muitos erros terríveis no passado e até pode estar cometendo-os hoje. Pode ser até que você daria tudo o que tem para ser feliz, mas toda essa felicidade acabará se você morrer sem Cristo, porque Ele foi o único que deu a Sua vida por você.

Pense nisto: “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.” Is 55.6
Onde você passará a eternidade?

21 de maio de 2012

O Temor nos Dízimos


Tem sido muito difícil para as pessoas sem discernimento espiritual entender o sentido dos dízimos e ofertas.

Por que o SENHOR considera roubo quando não se devolve os dízimos?

Porque os dízimos são propriedade exclusiva dEle.

Após ter comido do fruto da árvore da vida, Adão e Eva logo foram expulsos da presença de Deus.

Tinham direito e acesso a todos os frutos das árvores do Paraíso.

Mesmo assim preferiram desobedecer à Palavra Divina.

Por que era proibido tocar no fruto da árvore da vida?

Porque era a primícia de Deus - o dízimo.

“Davi e todo o Israel alegravam-se perante Deus, com todo o seu empenho; em cânticos, com harpas, com alaúdes, com tamboris, com címbalos e com trombetas.” I Crônicas 13.8

Havia grande festa pela vinda da Arca da Aliança.

Os bois vinham puxando a carroça com ela em cima.

Em determinado lugar eles tropeçaram.

Tentando impedir a queda da Arca, Uzá estendeu a mão e a segurou.

“Então, a ira do SENHOR se acendeu contra Uzá e o feriu, por ter estendido a mão à arca; e morreu ali perante Deus.” I Crônicas 13.7-11

Não era permitido a ninguém tocar na Arca, senão os sacerdotes.

Tocar nas coisas sagradas é falta de temor e de respeito ao Senhor.

Significa colocar-se no mesmo nível do Altíssimo.

Tocar nos dízimos significa provocar a ira do Senhor.

É como tocar na Arca da Aliança.

Por conta disso, o Senhor Deus considera ladrão os que tocam nas Suas primícias.

Quem ousa tocar num despacho feito numa encruzilhada?

Ninguém.

Por quê?

Porque há pavor de ser castigado pelas entidades.

Ora, se há temor para com as coisas consagradas aos encostos, imagine com as consagradas ao Todo-Poderoso!

Que cachaceiro é capaz de tomar uma pinga sem antes dar o primeiro gole para o "santo"?

Por quê?

Porque teme o "santo", respeita o "santo"…

Na realidade, não quer, de jeito nenhum, desagradar o "santo".

Neste mundo vil, os filhos das trevas têm mais respeito ao diabo do que a Deus.

Daí a razão de a maldição correr solta neste mundo.

O arrebatamento pode acontecer a qualquer momento

Seca do Rio Eufrates é um sinal de que já estamos no Apocalipse


Da redação/ Fotos: Thinkstock e reprodução da Internet
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Recentes acontecimentos indicam que o mundo pode acabar a qualquer momento. Agora, uma reportagem feita pelo The New York Times revela que o Rio Eufrates, que atravessa o Iraque e a Síria, está cada vez mais seco.

Ele é tão importante, que aparece, entre outros livros da Bíblia, em Gênesis – quando diz que é um dos principais rios que passam pelo Éden –, e em Apocalipse – quando fala de seu fim, ao secar.

E isso devido a políticas inadequadas do uso das águas por parte dos governos turco (a Turquia possui cinco represas de irrigação ao longo do Eufrates) e sírio; uso incorreto dos recursos hídricos por parte dos agricultores; e perdas ambientais em áreas próximas ao rio.

Agora veja o que a profecia em Apocalipse diz: “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande Rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.” Apocalipse 16.12

As águas do rio estão secando. Mais uma grande pista de que as profecias estão se cumprindo em ritmo acelerado, o que mostra que todos os indícios apontam que a qualquer instante pode ocorrer o evento mais esperado de todos os tempos: o Arrebatamento.

Por mais que alguns duvidem da autenticidade das revelações contidas no livro do Apocalipse, os fatos são incontestáveis.

O que está ocorrendo com o Eufrates é um indício de que já estamos vivendo uma fase avançada do Apocalipse, sendo inegável o fato de que há tempos ele já começou.

O que você faria se soubesse que o mundo acabaria amanhã?

E o que você faria se alguém lhe dissesse que o mundo vai acabar em algum dia e lhe desse pistas sobre este tempo?

Pois bem, saiba que este tempo está próximo, e a Bíblia, este Alguém em questão, está gritando aos quatro ventos sobre os tempos finais.

O mundo está acabando com aviso prévio. É claro que nem todos acreditam, que nem todos aceitam e que nem todos levam a sério este fato. No entanto, isso é um fato.

Não nos resta muito tempo. E a Bíblia nos indica que Deus já faz contagem regressiva para buscar os Seus.

Os que acreditam nas profecias bíblicas sabem disso.

Olhe à sua volta e diga o que vê. Você pode até dizer que é coincidência, mas os fatos não negam que o mundo caminha para o seu fim.

É só ligar a TV nos noticiários. E se você não gosta nem um pouquinho das matérias e até diz que são apelativas demais, tire apenas um dia e escolha o que vai assistir.

O programa policial que escolher vai testemunhar o que as Sagradas Escrituras há milênios descrevem.

Veja a lista de alguns acontecimentos proféticos que estão ocorrendo hoje:

1 – Guerras e revoluções mundiais (Lucas 21.9);

2 – Fome e miséria (Mateus 24.7);

3 – Doenças de vários tipos – muitas sem cura (Mateus 24.7);

4 – Multiplicação da violência (Mateus 24.12);

5 – Falsos ensinamentos espalhados pelos quatro cantos do mundo por falsos profetas (Mateus 24.11 – Marcos 13.22);

6 – Esfriamento da fé e do amor (Mateus 24.12; I Timóteo 4.1);

7 – Pais matando os seus filhos, e filhos matando os seus pais (Mateus 10.21);

8 – Os tempos estão cada vez mais difíceis (II Timóteo 3:1);

9 – Corrupção em toda a parte (II Timóteo 3.1-4);

10 – Terremotos e grandes fenômenos nos céus e mares (Mateus 24:7);

11 – Multiplicação do conhecimento (Daniel 12:4).

Tudo isso são pistas que a Bíblia nos dá sobre o fim.


Você ainda duvida?

E se você soubesse que o mais aterrorizante é que, além das pistas, a Bíblia nos dá o vestígio de que todas essas profecias não passarão de nossa geração – ou seja, nós, ainda nesta época, vamos viver todas essas coisas relatadas e outras piores que ainda virão?

Em Mateus 24.33-35, diz:
“Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão”.

E agora, o que você está fazendo para salvar a sua alma da destruição que virá? A oportunidade de você ser salvo está chegando aos seus últimos dias, e o fim pode ser a qualquer momento. Busque a Deus antes que seja tarde demais.

“Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” Lucas 12.20

O âmago do sacrifício

Tudo na vida depende das nossas atitudes


Por bispo Edir Macedo/ foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com


Talvez você seja uma daquelas pessoas que reclamam de que Deus não a abençoa. Saiba que aquelas respostas que nós queremos não acontecem simplesmente porque nosso coração não foi e não é totalmente d’Ele.

Não devemos colocar a culpa em algum espírito maligno, na sociedade ou nos outros, já que o coração é a fonte da nossa individualidade. De nada adianta exigir muito de Deus e dar pouco a Ele.

Não se pode justificar dizendo: "O Senhor não abriu muitas portas para mim, portanto, como poderei servi-lo?".

Tudo na vida depende das nossas atitudes. Existem leis fixas que regem a vida e o universo. Se você planta arroz, não irá colher feijão. Quando busco a Deus de todo coração, a resposta é certa.

Não basta orar e esperar que aconteça o que almejamos. A grandeza da nossa fé é medida pelas nossas atitudes. O agir, o fazer algo pela fé, obrigatoriamente, traz, da parte de Deus, uma resposta. É justamente esse o âmago do sacrifício.

Jesus foi um exemplo de sacrifício realizado por um sublime ideal. No judaísmo antigo, os sacrifícios eram feitos com o sangue de animais. Quem pecasse, morreria, e o animal serviria de substituto para esse pecador. Jesus veio se oferecer em sacrifício. Seu sangue trouxe perdão a todo aquele que crer nele. Por isso é chamado "cordeiro de Deus". Não há nada que pague por esse ato.

A pessoa aceita Jesus, mas, a partir deste instante, tem que manter a salvação através do seu próprio sacrifício com Deus, até o último dia. Assim, se um assassino se entrega a Jesus, seu passado é lançado no mar do esquecimento de Deus, e ele começa uma vida nova.

Da mesma forma, se alguém que serve a Deus por mais de 30 anos, de repente, ficar com rancor contra o seu próximo, preservando isso no coração, trará como consequência a anulação de todos os anos que esteve a serviço de Deus. Para seguir Jesus é preciso negar a si mesmo e viver uma vida limpa neste mundo.

É esse o nosso sacrifício diário, o exercício da nossa fé. Deus olha o coração do homem para verificar a sinceridade de suas atitudes. Se no seu coração, quem ocupa o primeiro lugar é o marido, o netinho ou o filho, então, ele nunca se manifestará a você. Deus deve ocupar o primeiro lugar.

Temos vários exemplos na Bíblia que podem ilustrar o que estamos afirmando. Davi é um deles. Ele errou, mas, ao ver que uma próspera terra secava devido ao seu pecado, confessou-o a Deus. O Salmo 51 fala do seu arrependimento. Isso porque o coração de Davi era bom. Após a sua morte, Deus se referiu a ele como amigo.

Se sua consideração por Deus for maior que tudo, até por si mesmo, Ele se mostrará forte na relação com você. Se seu coração é totalmente d’Ele, então Ele é totalmente seu.

20 de maio de 2012

Depenando o pato


Deixe o orgulho e aprenda a ser humilde


Por Marcelo Crivella/Fotos: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com


Após conquistar Jerusalém, o rei Davi tratou de levar para lá a Arca de Deus, que nessa ocasião estava em Baalim de Judá. Assim fez Davi, com todo o Israel, subir a Arca de Deus com júbilo e ao som de trombetas.

O próprio rei dançava com todas as suas forças. Ao entrar a Arca em Jerusalém, Mical, filha de Saul e esposa de Davi, vendo da janela que seu marido ia saltando e dançando diante do Senhor, desprezou-o em seu coração e, por causa disso, Deus tirou dela a fertilidade para ser mãe.

Manter as aparências, o ar de nobreza e a distância da plebe eram o que Mical esperava do rei Davi. Este sabedor de que Deus não olha conforme olham os homens, visto que fora escolhido por Ele sendo ainda um humilde pastor de ovelhas, dizia:

- Ainda mais desprezível me farei, e me humilharei aos meus olhos.

Como se enganam os que apenas cuidam das aparências e se importam em receber e cultuar a glória deste mundo! Os que cultuam a Deus com a mesma simplicidade de Davi ainda hoje são criticados e desprezados, rotulados de "gentinha" ou de "fanáticos". Por se vestirem de modo simples, ou porque não puderam frequentar escola, sofrem em filas, são mal atendidos, fitados com olhares críticos e até desprezados por familiares que, tendo obtido educação ou sucesso, gostam de manter clara a diferença.

Conta-se que há muitos e muitos anos, num reino distante do Oriente, um sábio rei era atormentado por um de seus ministros, que perseguia pobres imigrantes. Estes eram hábeis artesãos, alfaiates e sapateiros, que não haviam tido a chance de estudar. Construíam pequenas casas de madeira, mantendo à frente uma humilde oficina, onde efetuavam consertos, teciam, esculpiam, enfim, mantinham-se ocupados, levando suas vidas de maneira pacata.

De modo geral eram aceitos pelos cidadãos daquele reino, graças ao bom trabalho de suas mãos. O pagamento que recebiam não era lá dos melhores, obrigando-os a trabalhar também durante a noite.

Do seu castelo, o rei observava de longe, com certa admiração, aquelas lâmpadas de azeite a reluzirem, iluminando as oficinas. Assim era dia após dia. Portanto, sempre que o invejoso ministro trazia ao rei críticas contra os imigrantes, este não as levava em consideração.

A cada dia, porém, crescia a maldade do ministro. Ordenou então aos mercadores que cobrassem dez vezes mais pelo azeite vendido, a fim de que os estrangeiros não pudessem mais trabalhar à noite. Por isso, diminuía cada vez mais o número de lâmpadas acesas. Até que, passados alguns dias, não se podia ver nem mais uma chama.

O rei, curioso, chamou o ministro para saber o que se sucedia. Este foi rápido em informar que os preguiçosos, cobrando preços caríssimos, tinham enriquecido rapidamente e não precisavam mais trabalhar à noite. Insistia em que o rei confiscasse tudo quanto tivessem e os expulsasse.

O rei, achando muito estranha aquela história, decidiu ir, com o ministro, pessoalmente averiguar. Constatou então que os imigrantes trabalhavam como se não tivessem tempo suficiente para terminarem suas tarefas.

Ninguém sequer perdia um momento.

 O soberano se aproximou de um velho sapateiro e perguntou:

- Com os dez, tiras para os doze?

- Não, Vossa Alteza. Com os dez não tiro nem para os trinta e dois.

- E quantos trinta e dois possuis?- Seis, Majestade, sendo um incêndio que espero apagar em breve.

- Se tens um incêndio para apagar em breve, por que não depenas um pato?

O homem, de aparência cansada, como que a esconder um leve sorriso, arrematou:

- Assim farei meu bom rei, assim farei.

O rei e o ministro voltaram para o castelo. Em lá chegando, o monarca lhe perguntou:

- Entendeste a conversa que tive com aquele pobre homem?

- Nem uma só palavra! — respondeu ele prontamente.

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- Como pode tal coisa? O mais importante e culto ministro do meu reino não consegue entender a conversa que tive com aquele pobre sapateiro, que nem sequer escreve o próprio nome! Dou-lhe três dias e nada mais. Se não puderes me dizer o sentido daquela conversa, serás demitido e outro tomará o teu lugar - sentenciou o rei.
O ministro nunca se sentira tão humilhado. Como podia ele não entender as palavras de um pobre e inculto sapateiro? Pensou por toda a noite, mas nada concluiu. Chamou seus assistentes e consultou seus amigos, porém tudo em vão. Ao terceiro dia, estava desesperado.

Como escapar de tão vergonhosa demissão? Foi então que lhe ocorreu que só uma pessoa poderia ajudar: o próprio sapateiro. Seu desespero era tamanho que venceu seu orgulho e foi à sua procura.

Lá chegando, arrogante e impaciente, questionou o velho sobre o sentido daquela conversa, ao que este lhe respondeu:

- Senhor ministro, sou apenas um velho e iletrado sapateiro, mas se posso ser útil em alguma coisa, ponho-me a vosso inteiro dispor. Apenas peço que não me negues o salário, pois vivo do que Deus me ajuda a ganhar.

Assim, o ministro lhe deu 20 moedas de ouro.

- O rei, vendo que trabalho com as mãos, perguntou se com os dez dedos consigo tirar o sustento para os doze meses do ano - começou o velho a explicar.

O homem exultou e quis saber do resto. O velho não aceitou menos que 200 moedas de ouro para continuar. O ministro enviou seus servos ao cofre que mantinha em casa, para tirar tudo que lá houvesse.

Logo voltaram e entregaram ao sapateiro as bolsas com o devido pagamento.

- Com os dez não tiro nem para os trinta e dois significa que, com o trabalho de minhas mãos, não tiro sequer para os trinta e dois dentes que tenho na boca.

O rei então perguntou quantos trinta e dois eu possuía, querendo saber quantas bocas tenho para alimentar - explicou o sapateiro.

O ministro começava a se sentir aliviado:

- Continue, continue!

- Pois não, senhor ministro. Porém a próxima frase é de grande profundidade, e se lhe revelar por menos de duas mil moedas de ouro, estarei desprezando a sabedoria do rei, o que na verdade não é bom - respondeu o velho.

O ministro relutou em aceitar, mas a vergonha de ser demitido não lhe dava opções. Assim, mandou seus servos ao banco, e estes voltaram com uma caixa contendo tudo quanto ele tinha. O velho a guardou e recomeçou a explicação:

- A frase "seis, Majestade, sendo um incêndio que espero apagar em breve" significa que tenho seis bocas para sustentar: eu, minha mulher, três filhos e uma filha solteira, que estou para casar em breve. Conforme a tradição do meu povo, o pai da noiva deve pagar pela roupa de casamento de toda a família, arcar com as despesas da festa e ainda oferecer ao noivo um substancial dote, suficiente para sustentar o casal durante os três primeiros anos de casados.

O prejuízo é de tal ordem que costumamos chamar filha solteira de incêndio, e, sendo para breve seu casamento, disse ao rei que este incêndio esperava em breve apagar.

O ministro mal podia aguardar o momento de revelar ao rei o curioso sentido daquele diálogo. Assim, arrematou:

- Vamos então para a última frase, e não me peças mais nada, porque eu lhe dei tudo que tinha.

Ele usava, naquele fim de tarde, um traje de palácio, tecido em fina seda e veludo de excelente qualidade. O velho sapateiro, que tinha começado a vida como alfaiate, sabia apreciar uma boa roupa.

Assim, concluiu:

- Pelas últimas e derradeiras frases, não pedirei nenhum dinheiro, pois já tenho tudo quanto precisava.

Faltam só os trajes de bodas. Portanto, na conclusão de nosso negócio, aceito as roupas que vestes como pagamento.

O ministro não esperava tal pedido, mas já que havia investido todo o seu dinheiro para salvar seu posto, e se aproximava a hora final dada pelo rei, retirou as vestes, ficando apenas com os sapatos, as meias e o calção de baixo, que não era lá grande coisa.

- Quando disse "se tens um incêndio para apagar em breve, por que não depenas um pato?", o rei estava me avisando que entendia a situação difícil na qual eu me encontrava. Estava, então, a me providenciar um pato, um incauto, alguém que, julgando-se entendido e sábio, na verdade não passasse de um estúpido orgulhoso.

Depená-lo significava tirar-lhe o que tivesse, em troca de uma verdadeira lição. O senhor foi o pato que acabo de depenar - finalizou o sapateiro.

O agora pobre ministro foi-se embora sem nada mais dizer.

Assim, diz a Bíblia, Deus faz com todos os altivos: Ele os reduz a nada e, através das coisas loucas deste mundo, envergonha as sábias. Lembremos-nos do mau ministro, que se tornou um pato depenado.

A guerra de cada dia

As potestades são a classe dos espíritos imundos, sujeitos aos principados, e agem especificamente dentro do mundo religioso


Por bispo Edir Macedo/ foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com

O apóstolo Paulo, escrevendo à igreja que se encontrava em Éfeso, disse que a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso e as forças espirituais do mal. Inimigos que estão sempre afrontando os cristãos.

Mas quem são estes seres? As potestades são a classe dos espíritos imundos, sujeitos aos principados, e agem especificamente dentro do mundo religioso. O seu alvo predileto é a igreja evangélica, que é a verdadeira igreja do Senhor Jesus. Para tanto, criam novas religiões a cada dia, somente com o objetivo de pulverizar a genuína fé cristã.

São elas que promovem os falsos profetas com suas religiões, aparentando um cristianismo autêntico: mas, na realidade, estão distantes das verdades bíblicas. As pessoas somente são enganadas por elas, porque desconhecem a Palavra de Deus. Quando esta é divulgada com afinco, as potestades ficam desmascaradas.

Não adianta vestimenta religiosa e aparência humilde, porque a Palavra da Verdade revela a mentira e o engano.
Já os dominadores deste mundo tenebroso são os espíritos imundos inteligentes, que têm tomado a mente das pessoas e as têm escravizado, com todo tipo de pensamentos contrários a Deus. São eles os promotores de ideologias, tais como comunistas, fascistas, nazistas, imperialistas, enfim, toda ideia que contrarie a Palavra de Deus. Eles, ao tomarem a mente das pessoas, automaticamente conseguem controlar todas as suas emoções, fazendo-as, assim, escravizadas pelo orgulho. Além disso, também são causadores de toda a sorte de fanatismo.

Quanto às forças espirituais do mal, são classes de demônios mais vulgares, causadores de diversos sintomas como: constantes dores de cabeça, insônia, medo, nervosismo, pensamento de suicídio, dores que geralmente os exames médicos não conseguem detectar a causa, vícios, tonteiras sem motivo aparente, distúrbios emocionais, excesso de sono, opressão, depressão, visão de vultos, audição de vozes estranhas, bruxaria, feitiçaria, magias, homossexualismo, prostituição, adultérios, roubos, etc.

Estes são alguns dos inúmeros sintomas de atuação das forças espirituais do mal. E estes problemas espirituais somente são resolvidos à base de libertação, através da fé no Senhor Jesus. Os bons conselhos de pessoas preparadas podem amenizar. Porém, a solução só vem pelo exercício da genuína fé cristã.

Visto que os nossos inimigos são poderosos, devemos seguir o conselho de Paulo: "Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau, e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis" Efésios 6.13.