31 de dezembro de 2011

Seus problemas não sabem que é Ano Novo



As árvores sabem que está começando um ano novo? O sabem os animais? E os bebês? Ano Novo, na verdade, é produto das tradições humanas. Tanto é que no nosso calendário Gregoriano, ele cai em 1º de janeiro. No calendário judeu, varia entre 5 de setembro a 5 de outubro. O Ano Novo Chinês cai entre 21 de janeiro a 20 de fevereiro. Quer dizer, dia de Ano Novo depende da cultura e do lugar onde você nasceu.


Todos os costumes da época de fim de ano levam as pessoas a crerem que, como por mágica, a mudança de número de ano no calendário trará mudanças positivas em suas vidas.

"Feliz Ano Novo", para mim, é o mais irritante. É como uma obrigação social que se você não cumprir, há algo errado com você. "Ele nem me desejou Feliz Ano Novo. Qual o problema dele?" Parece que ninguém vê que desejar um Feliz Ano Novo ou não, nunca fez diferença na vida de ninguém. Não trouxe mais saúde, mais dinheiro, mais felicidade, mais nada. Mas a pressão é tão forte que todos os anos eu ainda me pego falando um ou dois "Feliz Ano Novo" para alguém, só para não parecer um E.T.

Soltar fogos de artifício então é o ápice da insensatez e do desrespeito a quem prefere dormir. Espetáculo visual, sem dúvida. Proveito prático, nenhum.

Alguém dirá: "Mas essas celebrações não fazem mal a ninguém. E que vida chata seria se não fosse por essas festas. Não seja um estraga-prazer!"

Eu não sou contra festas. Se você ler a Bíblia, especialmente o Velho Testamento, verá que Deus é o maior festeiro que já existiu. Às vezes me pergunto como que o povo judeu conseguia trabalhar, com tantas festas durante o ano. Porém, eram festas com pano de fundo espiritual, que remetia o povo a algum acontecimento passado que Deus queria que jamais esquecessem. Mesmo assim, o afastamento de Deus tornava essas festas em tradições e práticas carnais, de forma que Ele mesmo dizia:
Aborreço, desprezo as vossas festas e com as vossas assembléias solenes não tenho nenhum prazer. (Amós 5.21) As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. (Isaías 1.14)
Na essência dessas palavras e do contexto de quando Deus as falou, estava expresso o seguinte pensamento:
De que adianta festas, comes e bebes, música e dança — se vocês não fazem o que é certo?
Seus problemas, desafios, e sonhos tampouco sabem que é Ano Novo. Eles seguirão iguais, indiferentes ao calendário — a não ser que você decida fazer o que é certo e necessário para vencê-los e alcançá-los.

Ao invés de "Feliz Ano Novo", fogos, vestir de branco, e tudo o mais, o que você precisa é tomar decisões corajosas de mudar de vida, de fazer o que tem que ser feito, e estar comprometido com essas mudanças que quer ver.

Seja qual for o dia em que você fizer isso — 1º de janeiro, 24 de maio, 7 de agosto... — esse dia será o seu Ano Novo.

30 de dezembro de 2011

20 Dias do Jejum de Daniel

Bola de Neve



Dois reinos, dois territórios, dois senhores.


Reino da Luz x reino das trevas;

Território do Bem x território do mal;

Senhor Deus-Pai de Seus filhos x senhor e pai de filhos do mundo.

Quem tem sido o senhor da sua vida? A que reino você pertence?

Se você está sujeito ao Reino de Deus, mesmo que seus sonhos ainda não tenham sido realizados, você continua sob a proteção do abrigo de Deus.

Nada poderá lhe acontecer sem a devida permissão do Altíssimo.

E, se por acaso, alguma coisa com aparência ruim vier, lá na frente, você verá que foi para o seu bem.

“Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido.” Salmo 91.7

Todavia, para quem abandona o Reino da Luz, já não há segurança. Significa entrada automática no reino das trevas. A partir daí, qualquer escolha que fizer, mesmo que tenha aparência boa, ainda assim, será errada e terá consequências graves no futuro. Sofrimentos, dores e, o pior, morte eterna.

Jesus disse: “Eu sou a Luz do mundo; quem Me segue não andará nas trevas…” João.8.12

Quer dizer: quem não Me segue, andará nas trevas. Que segurança há para os que andam nas trevas?

Por conta disso, muitas pessoas têm arruinado suas vidas com péssimas escolhas de casamentos. Em seguida, se divorciam e se casam novamente. E outra vez, se separam e se casam outra vez. Ou seja, na busca frenética da felicidade ficam trocando de marido/mulher e jamais conseguem se firmar com ninguém. Ciclo vicioso do inferno.

E o pior de tudo, caminhando nessa estrada, filhos vão sendo gerados à revelia. Que futuro terão estas crianças? Hoje, o pai é um; amanhã, outro; e depois de amanhã, ainda outro…

Tais pequeninos vão herdando essa maldição e passando às outras gerações. Bola de neve.

Quando o espírito não pensa, o corpo e a alma colhem os frutos do inferno.

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Publicado por: Bispo Edir Macedo 

26 de dezembro de 2011

17 Dia do Jejum de Daniel

Ano novo, vida nova?


Essa é a esperança de todo o mundo. Inclusive, crentes em Jesus.

Mas será que o sentimento de esperança é suficiente para se ter uma vida nova no ano novo?


Para responder essa pergunta basta voltar ao passado. Existiam as mesmas expectativas, nessa época, nos anos anteriores. As mesmas esperanças. E o que aconteceu? Nada. Para a maioria foi até pior.

Por quê?

Porque a vida nova não depende de sentimentos, mas da fé em ação. Como?

Voltemos aos tempos bíblicos.


Deus chamou Abraão para construir uma nação separada de todas as demais pagãs. Israel, neto de Abraão, multiplicou-se no Egito e tornou-se um povo numeroso. O Senhor o libertou da escravidão egípcia e dele constituiu uma nação forte e poderosa.

Mas, por conta de sua rebeldia, Israel voltou à condição espiritual de Jacó.

Voltou à condição de escravo em terras estrangeiras.

A história se repete. Quando o povo está bem espiritualmente, há paz, saúde e prosperidade. Mas quando está mal com Deus, o diabo deita e rola.

Cerca de 100 anos haviam se passado desde seu regresso à Palestina. Mesmo assim, nos dias do profeta Malaquias, Jacó encontrava-se, espiritualmente, perdido. Seus sacerdotes viviam na corrupção e, por conseguinte, também o povo.

Desonestidade, infidelidade, casamentos mistos, divórcios, idolatrias, feitiçarias, adultérios, juramentos falsos, roubos, enfim, toda a sorte de injustiças era praticada.

E quando clamaram, o Senhor respondeu: “Eu não os destruo porque Eu, o Senhor, não mudo. Vocês se desviaram da Minha Lei…

Mas se vocês voltarem-se para Mim, então Eu me voltarei para vocês.

E vocês perguntam: Como voltaremos para Ti?”


Então, o Senhor dá a receita de uma vida nova no novo ano: Restabelecer a fidelidade nos dízimos e nas ofertas. Malaquias 3.6-12

Claro!

Nenhum casamento pode ser restabelecido sem o princípio da fidelidade conjugal. E o mesmo se aplica no restabelecimento de aliança com Deus.


Neste novo ano, comece agir com fidelidade para com Deus e teste a fidelidade dEle para com você.

Confira você mesmo se a Palavra dEle é verdadeira ou falsa!


Dízimos representam fidelidade. São um sinal de parceria com Deus.


Quando Lhe somos fiéis, Ele é obrigado a corresponder. Por isso Ele promete repreender o amaldiçoador.

Quem quiser vida nova tem de começar ser fiel a Deus com seus dízimos. Do contrário, vai continuar na esperança até a morte.

Há um ditado que diz: manda quem pode; obedece quem tem juízo.

Pense nisto!

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Publicado por: Bispo Edir Macedo 

16 Dia do Jejum de Daniel

Jesus chuta o pau da barraca da alma


Há quem busque o reconhecimento das pessoas para esfregar o ego da alma;


Há quem viva do glamour do mundo para satisfazer sua alma;

Há quem sacrifica toda a vida na busca da realização pessoal;

Há até quem morra pela glória oferecida pelo mundo.

Mas toda a glória disponível deste mundo vem de baixo e acaba quando a pessoa morre.

Porém, a glória que vem do Alto e Santo Lugar é eterna.

Vem direto da Fonte da Glória e jamais acaba.

Jesus foi glorificado pelo Pai no Seu batismo nas águas e com o Espírito Santo. Naquele dia, ouviu-se uma voz dos céus que dizia:

“Este é o meu Filho amado, em quem Me comprazo.” Mateus 3.17

A vinda do Espírito Santo confirma essa voz no íntimo dos selados com o Espírito.

Nada a ver com sentimentos ou emoções, mas certeza.

Noutra ocasião, com a alma angustiada, Jesus não orou pedindo ajuda, muito menos livramento daqueles momentos.

Antes, enfrentou o sentimento (angústia) da alma com a razão, com uma lição: “E que direi eu? Pai, salva-Me desta hora? Mas precisamente com este propósito Vim para esta hora.” João 12.27-28

Em seguida, chutou o pau da barraca da alma pedindo:

“Pai, glorifica o Teu Nome.”

Em outras palavras: Pai, Eu sacrifico os caprichos da minha alma para que se faça a Tua vontade.

Imediatamente, “veio uma voz do céu: Eu já O glorifiquei e ainda O glorificarei.” João 12.28

A multidão ali presente, tendo ouvido a voz, “dizia ter ouvido um trovão. Outros diziam ter sido um anjo que Lhe falou.”
 
Contudo, o mais importante é que o Deus-Pai glorificou o Deus-Filho diante de muitas testemunhas.

A presença do Espírito Santo torna possível sacrificar os anseios da alma para se realizar a vontade de Deus. E quando isso é feito, então a glória do Eterno Pai se faz presente nos filhos por toda a eternidade.

Pense nisto!

Deus o abençoe mais.

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Publicado por: Bispo Edir Macedo 
 
 

15 Dia do Jejum de Daniel

O que você daria em troca de sua alma?


Como os sacrifícios materiais promovem bênçãos materiais, também os sacrifícios espirituais produzem bênçãos espirituais.

Deus tem convidado aos que creem a prová-Lo nos dízimos e ofertas. Em compensação, Ele prometeu abrir as janelas do céu e derramar bênção sem medida. Além de repreender o devorador. Malaquias 3.10

Da mesma forma, Jesus prometeu vida eterna àqueles que negassem a si mesmos, tomassem a cruz e O seguissem dia após dia. Mateus 16.24

Em ambos os casos, há necessidade de sacrifício. Porém, o apóstolo Paulo vai além, quando dirigido pelo Espírito, suplica:

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” Romanos 12.1

Quer dizer: não há culto racional se não houver sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

Por outro lado, no culto emocional, apesar do recheio de muita música falando de amor, as pessoas ficam embriagadas de uma sensação gostosa.

Uns confessam sentir a presença de Deus, outros falam em "línguas e até profetizam". Isso sem falar dos que rodopiam, caem no chão e andam de quatro. Seria insignificante se o testemunho de suas vidas fosse uma maravilha. Mas não é! Pelo contrário, é um fracasso total: lares divididos, adultérios, pedofilias, prostituições, mágoas entre si, divisões, enfim, um verdadeiro reino de trevas.

Por quê?

Porque neles não há o culto racional, inteligente ou consciente. Como o Criador vai Se agradar de culto emocional se Ele é Racional, Inteligência e Sabedoria?
O culto emocional é como festa de carnaval. Seus participantes vestem fantasias com direito a máscaras. Isso para camuflar a hipocrisia e as obras da carne. E quem rege essa farsa espiritual?

Na verdade, na ausência do culto racional entra o culto carnal ou emocional.

“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.” Gálatas 5.19-21

Interessante que Paulo pede, suplica, roga aos seguidores do Senhor Jesus para que apresentem culto racional, o qual exige o corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Ou seja, que o louvor, a adoração e a contemplação ao Senhor sejam absolutamente conscientes.

Tal culto não está restrito à igreja. Se a pessoa é Templo do Espírito Santo, onde ela estiver haverá louvor, adoração e contemplação.

Na igreja, supostamente, todos estão na mesma fé e no mesmo Espírito. Ali o culto racional é coletivo. Há hinos apropriados, cânticos de louvores e expressões individuais que exaltam o Senhor e Salvador.

Enquanto uns louvam, outros adoram, e ainda outros contemplam a face do Altíssimo. Tudo na mais perfeita disciplina e ordem.

E, por conta dessa liberdade, o Espírito Santo instrui, inspira e dirige o louvor, adoração e contemplação de Seu Filho de forma liberal, espontânea e salutar.

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Publicado por: Bispo Edir Macedo

23 de dezembro de 2011

14 Dia do Jejum de Daniel

O Reino dos Céus é para quem sacrifica


Talvez o leitor pergunte o porquê da insistência no assunto de sacrifício. Seria mais cômodo não falarmos sobre sacrifício. Não nos exporíamos às críticas, a mensagem ficaria mais leve, atenderia a gregos e troianos e ninguém sairia ferido.

Todavia, como não trabalhamos segundo as regras deste mundo, como não somos mercadores da Palavra, como não vivemos da venda de livros, como não concorremos a cargo político e muito menos estamos preocupados em angariar membros religiosos, optamos por obedecer a inspiração do Espírito de Deus e anunciar a verdade que liberta.

Quem crê, vai. Quem não crê, fique com as virgens néscias.

O fato é: quando o pecado não mata de uma vez, judia do pecador até a morte.

Muita gente, crente ou não, tem gemido e não sabe mais o que fazer para livrar-se disso.

O espírito do pecado tem possuído a humanidade e tem-na conduzido ao caos.

Apesar de muitos conhecerem o Evangelho, ainda assim, um mínimo tem tido coragem para colocá-lo em prática e habitar no abrigo de Deus.

Mas a maioria prefere aderir às mensagens de salvação fácil e assim evitar o sacrifício da carne.

Enquanto isso, espíritos enganadores e anticristãos têm operado livremente, fazendo até o povo que tem crido em Deus, sofrer de forma implacável.

Estes últimos dias, não têm sido muito diferentes dos de João Batista.

Naqueles tempos, ele não apenas pregava arrependimento, mas também conduzia os judeus sinceros a confessar e abandonar seus pecados. Mateus 3.1-10

Agora, neste momento, não seria essa a vontade de Deus para sua vida? O que adianta você buscar ajuda de Deus na igreja e lá fora continuar na vida de adultério, prostituição, roubo, mentira, etc.

A quem você pensa que engana?

O que você pensa que vai ganhar?

Até quando vai sustentar esse espírito de pecado em você?

O pecado é um espírito. Quem diz sim a ele, diz sim ao seu espírito.

Como sair dessa prisão?

Sacrificando sua carne até ao ponto dela morrer de fome.

Claro!

Se você sacrifica a carne, onde o espírito do pecado vai habitar?

Se você quer resposta urgente de Deus, então sacrifique urgentemente por Ele. Porém, se não abrir mão da vida de prostituição, adultério, mentiras, roubos, corrupção e tudo o mais que agrada ao diabo, como o Espírito de Deus poderá agir em sua vida?

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Publicado por: Bispo Edir Macedo

13 Dia do Jejum de Daniel

A falta do Óleo


Infelizmente, muitos têm feito do altar um esconderijo pessoal, e não um lugar de constante sacrifício.

Pensam, como consequência de uma consciência cauterizada, que ali estarão “protegidos”, que seu verdadeiro estado espiritual não será revelado.

Como se o fato de estarem no altar fosse uma garantia vitalícia, para que estivessem livres de serem tentados, ou que não precisam mais lutar a cada dia por sua salvação. Triste engano!

Há algumas semanas, ocorreu um episódio que serve de alerta para os que estão nessa posição.


Por não ter nascido do Espírito Santo, a esposa de um pastor o traiu, após sete anos de casados.

Nada lhe faltava. O marido sempre foi dedicado, amigo, parceiro, fiel a Deus e, consequentemente, fiel à esposa. O que mais pode uma esposa querer de um marido?

Mas, sabe-se lá porque cargas d'água, ela virou a cabeça. Agiu movida por um espírito de paixão que a dominou, sem pensar nas consequências de que o preço do pecado é a morte física e/ou espiritual.

Imediatamente, ele a deixou ir. Ela, agora sem chão, sem um provedor, voltou para a casa de seus parentes.

Então, chorando, com remorso, foi pedir ajuda à esposa do líder daquele país.

Tentando encontrar o amparo e a segurança que perdeu, ela queria “óleo emprestado”, de quem sabia que tinha. Estava disposta a submeter-se a qualquer trabalho, a qualquer situação que lhe fosse proposta, desde que estivesse próxima a esta “segurança”; a suposta paz perdida.

Esta esposa, querendo ajudar, mas, ao mesmo tempo, não querendo impedir o trabalho do Espírito Santo, lhe disse:

“Você se lembra das cinco virgens néscias? Pois é. No momento da volta do noivo, elas estavam sem azeite em suas lâmpadas. Correndo, foram até as cinco demais virgens sensatas. E elas responderam: não podemos tirar do nosso e dar a vocês, porque será o caso de também faltar para nós. Vão ao mercado, urgente, para comprá-lo. Mas, como não havia mais tempo, ficaram do lado de fora.”

A esposa do bispo, concluindo, lhe disse: “Não posso tirar do meu óleo e dar a você. Busque enquanto é tempo, para que não seja o caso de lhe faltar óleo para o encontro do Noivo.”

Veja que Deus não atua pelo sentimento, não! Ele não terá “pena” daqueles que estarão batendo do lado de fora, na última hora.

Agora, ainda há chance de comprar e ser rica espiritualmente. Ou será que não percebe que o azeite está acabando? Claro, que sim!

Mas por que será que tantos, quando lembram que precisam dele, se veem vazios, sem nenhuma gota? É a falsa segurança em que muitos vivem, perto do altar.

A cegueira espiritual dá a sensação de que podem brincar um pouquinho com a sensualidade, sem correr risco de dar à luz a algum bastardo. Tiago 1.14-15.

Quando pecamos, perdemos os direitos adquiridos. Não adianta reclamar, espernear ou querer se justificar...

Só aqueles que se submetem ao Senhor Jesus e assumem quem são diante de Deus e dos homens, recebem o PODER DE SE TORNAREM Filhos de Deus.

Estes, sim, estão aptos a receber o Espírito Santo para não lhes faltar a unção.

A falta do óleo, cedo ou tarde, fará os néscios baterem à porta dos outros.


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22 de dezembro de 2011

12 Dia do Jejum de Daniel

Mensagem para os valentes


Duvido que Deus exija de Seus filhos fé além daquela que Ele já deu!

Quem quiser conhecer o limite de sua fé basta medir o grau de sacrifício exercido por ela.

Por isso, Jesus disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue (sacrifício), tome a sua cruz (sacrifício) e siga-Me (sacrifício).” Mateus 16.24

É o mesmo em relação ao amor.

Quem quiser conhecer a intensidade de amor pela pessoa amada, basta verificar o sacrifício que se faz por ela.


O tamanho da fé é medido pelo sacrifício exercido.


Quem não crê, não sacrifica;

Quem crê mais ou menos, sacrifica mais ou menos;

Quem crê 100%, sacrifica 100%.


E não foi esta a resposta de Jesus aos hipócritas?

“Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é O Único Senhor!


Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força.”  (Marcos 12.29-30)

Quer dizer:

Quem crê de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e de toda a força, sacrifica de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e de toda a força.

Pegou o espírito?

Em outras palavras:

Sacrifica o coração;

Sacrifica a alma;

Sacrifica o entendimento e

Sacrifica a força.

Isso é um fato. Não tem mais, nem menos. Essa é a dura, crua e pura realidade.


Quem quer receber o tudo de Deus (o Espírito de Deus) TEM DE SACRIFICAR coração, alma, entendimento e força, totalmente.

Tudo de Deus pelo nosso tudo.


TUDO POR TUDO!!!

Quem está disposto a isso?

E tem mais: quem crê não se justifica, sacrifica.

Quem, porém, não crê, procura justificar sua descrença, apresentar razões e culpar os outros.


“Certo homem de posição perguntou-Lhe: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?

Sabe os mandamentos: não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe. Ele replicou: Tudo isso tenho observado desde a minha juventude.

Ouvindo-o Jesus, disse-lhe; Uma coisa ainda te falta: vende tudo o que tens, dá-o aos pobres (sacrifício) e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-Me (sacrifício).

Mas, ouvindo ele estas palavras, ficou muito triste, (o sacrifício entristece) porque era riquíssimo.” (Lucas 18.18-23)

O sacrifício entristece o sacrificante, mas revela sua qualidade de fé nAquele que recebe o sacrifício.

“O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem (sacrifica) e compra aquele campo.” Mateus 13.44

Como se vê, a pura fé é mais questão de obediência à Palavra de Deus.


Fé exige obediência. E a obediência é materializada pelo sacrifício.


Ninguém é capaz de obedecer sem sacrificar.


Abraão foi o maior exemplo de obediência. Hebreus 11.8,17

“Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante?

Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque?

Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, e se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus,(agiu sua fé e sacrificou) e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus.

Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente.”

Em resumo: fé sem as obras de sacrifício não justifica (não perdoa) ninguém, diante de Deus. (Tiago 2.20-24)

Esta é a razão porque a maioria dos crentes tem sido fracassada, tanto espiritualmente como fisicamente.


Eles aprenderam aceitar Jesus como Salvador e não como Senhor, também. Porque se Jesus fosse o Senhor deles, certamente sacrificariam suas vidas para servi-Lo de todo o coração, alma, entendimento e forças.

Portanto, ouvi ó Israel dos últimos dias, Jesus Cristo somente é Senhor e Salvador dos que LHE servem MESMO!

Meu Senhor, tenha compaixão dos sinceros enganados e dá-lhes uma nova chance.

Eu Te suplico em o Nome do Senhor Jesus Cristo!


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Publicado por: Bispo Edir Macedo

20 de dezembro de 2011

11 Dia do Jejum de Daniel

Sacrifício pela VIDA


A consciência do sacrifício é antiga. Começou no Jardim do Éden. O Altíssimo precisou sacrificar um animal para cobrir a nudez de Adão e Eva, substituindo assim as folhas de figueira, inspiradas pelo diabo.

As folhas de figueira tipificam a pretensão das religiões em cobrir a nudez do pecado sem sacrifício. As igrejas evangélicas, em geral, também fazem isso. Procuram alargar a porta do Reino de Deus com uma doutrina separada do sacrifício.

Não havia outro meio de o Senhor resolver o problema da nudez de Adão e Eva sem a morte do animal? Se houvesse, Ele o teria feito.

Não havia outro meio de salvar a humanidade sem o sacrifício de Jesus? Se houvesse, Ele o teria feito.

Como se vê, o sacrifício não é questão de opção. Desde o momento em que se quer alcançar um objetivo na vida, obrigatoriamente, há que se lançar mão do sacrifício.

O caráter do ladrão recusa o sacrifício. Prefere conquistar pelo sacrifício alheio. Mesmo assim, sem querer, arriscam a liberdade e até a vida para roubar. E não é isso também um sacrifício?

O assassino prefere matar a perdoar e deixar a vítima livre.

O orgulhoso prefere manter sua arrogância a se humilhar e pedir perdão.

Não tem jeito!

Não existe uma única área na vida secular ou espiritual que não se aplique o sacrifício.

Para uma profissão de sucesso, há que se empenhar nos estudos;

Para se ter um salário mensal, tem de trabalhar;

Para se manter um casamento sólido, o casal tem de sacrificar um pelo outro;

Para se ter encontro com Deus, tem de sacrificar a carne;

Para se manter na fé, tem de sacrificar a própria vontade;

Para se alcançar a salvação eterna da alma, tem de sacrificar, dia após dia.

Jesus disse: “… quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida (sacrifício) por Minha causa achá-la-á.” Mateus 16.25

Nas disputas esportivas, os atletas costumam fazer o sinal da cruz antes de entrarem em campo. Ou seja, fazem suas preces para não se acidentarem e lograrem êxito na partida.

Outros apelam aos bruxos e feiticeiros.

O sacrifício era tão necessário e eficiente que, antes das nações entrarem em guerra, seus respectivos sacerdotes faziam oferendas, até de crianças, para alcançarem favores dos deuses.

A história do povo de Israel documenta fatos em que só os sacrifícios o livraram.

Apesar das Alianças, de ser o povo escolhido, de possuir as promessas e, sobretudo, ter nos seus antepassados uma história de fé, fidelidade e compromisso com Deus, ainda assim, na hora dos apertos, ele teve de sacrificar para sobreviver.

Na guerra com os filisteus, Saul, apertado pelas circunstâncias, desobedeceu ao profeta Samuel e ofereceu sacrifício para evitar que seu exército desertasse. I Samuel 13.8-14

Ele não tinha autoridade para executar o sacrifício. Isso era tarefa exclusiva dos sacerdotes. Porém, movido pelo espírito do medo, se apressou em fazê-lo. Por conta disso, Deus Se arrependeu de tê-lo constituído rei.

Naquela altura, o sacrifício feito antes da batalha significava garantia de sucesso. Com essa consciência, os soldados partiam para cima dos inimigos absolutamente certos da vitória. Sabiam que o segredo da vitória estava no sacrifício a Deus.

O diabo e seus filhos odeiam o sacrifício. Nem Jesus falando: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me.” Mateus 16.24, os irmaus acreditam.

Quem não estiver disposto a seguir essa regra, nem adianta aceitar Jesus como Senhor e Salvador.

O Senhor Jesus exige os três níveis de sacrifício:

Primeiro: Negar-se a si mesmo;

Segundo: Tomar a sua cruz e

Terceiro: Seguí-Lo.

Qual dos três é mais fácil? Nenhum.

Todos exigem sacrifício, sacrifício e sacrifício.

Quem crê, vai.

Quem não crê, fica para trás, com as virgens néscias. Mateus 25.1-13

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Publicado por: Bispo Edir Macedo 

10 Dia do Jejum de Daniel

Os valentes de Davi


O rei Davi possuía uns quarenta homens especiais. Dentre os quais, trinta eram muito especiais e três eram superespeciais.

Os superespeciais eram:


1º - Josebe-Bassebete - filho de Taquemoni, o principal dos três; brandiu sua lança contra 800 e os feriu de uma vez;

2º - Eleazar, filho de Dodô, estava entre os três valentes quando desafiaram os filisteus…

Ele se levantou e feriu os filisteus, até lhe cansar a mão e ficar pegada à espada…

3º - Sama, filho de Agé, o hararita. Quando os filisteus se ajuntaram em Leí, havia um pedaço de terra cheio de lentilhas; Israel fugia diante dos filisteus. Pôs-se Sama no meio daquele terreno, e o defendeu, e feriu os filisteus; e o Senhor efetuou grande livramento.

Também três, dos trinta cabeças, desceram e, no tempo da sega, foram ter com Davi, à caverna de Adulão; e uma tropa de filisteus se acampara no vale dos Refains. Estes três valentes romperam pelo acampamento dos filisteus, e tiraram água do poço, junto à porta de Belém, e tomaram-na e a levaram a Davi.

Abisai, irmão de Joabe, era cabeça de trinta; e alçou a sua lança contra 300 e os feriu. E tinha nome entre os primeiros três. Era mais nobre do que os trinta e era o primeiro deles; contudo, aos primeiros três não chegou.

Benaia, filho de Joiada, era homem valente de Cabzeel e grande em obras; feriu ele dois heróis de Moabe. Desceu numa cova e nela matou um leão no tempo da neve. Matou também um egípcio, homem de grande estatura; o egípcio trazia uma lança, mas Benaia o atacou com um cajado, arrancou-lhe da mão a lança e com ela o matou. Ele teve nome entre os primeiros três valentes. Era mais nobre do que os trinta, porém, aos três primeiros não chegou, e Davi o pôs sobre a sua guarda. 2 Samuel 23

A pergunta é: com qual destes a sua fé se identifica mais?

Ou será que não se identifica com nenhum deles?

Seja como for, o Espírito de Deus está buscando mulheres e homens com este caráter de fé, para estabelecer o Seu Reino no coração dos humildes e sinceros de coração, que têm estado aprisionados nas garras dos filisteus.

Não basta apenas frequentar a igreja e ser fiel ofertante e dizimista. É preciso mais. Muito mais.

Os irmãos de Davi eram homens de guerra e faziam parte do exército de Israel. Mas o que isso adiantou quando Golias apareceu? Nada. Eles se acovardaram e até criticaram Davi por ter fé para enfrentar o gigante.

Assim é a maioria dos crentes. São evangélicos, são cristãos, são fiéis à igreja e ao pastor, mas também são frouxos.

Como o Deus de Abraão, de Isaque, de Israel, de Moisés, de Josué, de Jefté, de Gideão, de Davi e outros mais poderá libertar os prisioneiros de satanás se não houver gente disposta a tudo ou nada?

Gente que coloca todo o coração no Deus de Abraão?
O Espírito de Deus não é para ficar falando em línguas, louvando, cantando e costurando vestes de santos.

O Espírito de Deus tem revestido de Sua plenitude para libertar os oprimidos do inferno. Isaías 61.1 - Lucas 4.18

É por isso que a maioria cristã vive uma qualidade de vida pior do que os pagãos.

Crê em Deus, mas não assume sua fé. Crê nas Suas promessas, mas não têm fé para cobrá-las. Crê na teoria, não na prática.

Por quê?

Porque, no fundo, no fundo, não creem coisa nenhuma. São verdadeiros borra-botas!
Leia, medite e tire suas conclusões nesta palavra:

“Porque, quanto ao SENHOR, Seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-Se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dEle…” 2 Crônicas 16.9

Quem crê, vai.

Quem não crê, que fique para trás com as virgens néscias. Mateus 25.1-13

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Publicado por: Bispo Edir Macedo 

17 de dezembro de 2011

8 Dia do Jejum de Daniel

A Tropa de Elite do Espírito


Já viu como é a preparação de um soldado no exército? A mente, muito além do corpo, recebe treinamento para controlar suas emoções.

Isso é para que, em caso de guerra, não haja qualquer sentimento de pesar para matar o inimigo.

Soldado é treinado para destruir os inimigos da pátria.

Mesmo assim, seu treinamento não é o melhor.

Quando se trata de tropa de elite, em cada cem candidatos, apenas uns cinco, no máximo, são escolhidos. Nesse caso, o treinamento é excessivamente duro e severo. A mente é adequada para fazê-los quase insensíveis à dor física. Imagine a insensibilidade com respeito às emoções!


Se o soldado não é capaz de vencer suas emoções e fraquezas pessoais, como poderá enfrentar e vencer o inimigo? Se não vence seu interior, como o fará no seu exterior?

Creio que a filosofia da tropa de elite não é para morrer lutando. Mas para vencer lutando.

No Reino de Deus não é diferente. Todos os nascidos do Espírito Santo fazem parte da Tropa de Elite Celestial. Nenhum filho é mais fraco do que o outro. Todos têm o mesmo DNA Divino, o mesmo Espírito, o mesmo poder…

Não é o que temos crido? Que “Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.” 2 Timóteo 1.7

É claro que nem todos têm tido disposição para expor a própria vida pela fé. No passado foi assim, no presente é assim e no futuro também o será.

Mas há alguns que excedem. Não medem esforços no sacrifício da sua vida por aquilo que creem.


A exemplo dos gaditas que ajudaram Davi, diz a Bíblia que eram “homens valentes, homens de guerra para pelejar, armados de escudo e lança; seu rosto era como de leões, e eram eles ligeiros como gazelas sobre os montes... O menor valia por cem homens, e o maior, por mil." I Crônicas 12.1-14.

Deus não poupou poder aos fiéis do passado e nem o faz no presente. Ele tem armado Seus filhos de tal forma que não há chance de os inimigos da cruz prevalecerem.

“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas...” 2 Coríntios 10.4

Os nascidos do Espírito de Deus nunca perdem. As supostas perdas, fracassos, frustrações e decepções nada mais são do que o preparo da Tropa de Elite do Espírito de Deus.

Tudo coopera para o bem deles! Tudo…


Quando ganham, se alegram com a vitória. Aleluia!

Quando perdem, choram, lamentam e resmungam. Só por enquanto.

Lá na frente, descobrem que ganharam também. E aí, é correr para o abraço!

A morte, os demônios, o inferno, o diabo e seus filhos se mordem de raiva por ver-nos felizes, alegres e radiantes, mesmo diante dos vendavais da vida.

Os filhos de Caim morrem de inveja da gente. Quem manda não sacrificar como os filhos de Abel?


KkKKKKKKKKKKK

Portanto, ganhando ou perdendo, os nascidos de Deus sempre ganham!

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Publicado por: Bispo Edir Macedo