26 de novembro de 2011

Aos Blogueiros

A mensagem sobre a tatuagem é dirigida aos servos que NÃO FIZERAM NENHUMA MARCA NO CORPO. O objetivo é alertá-los quanto ao modismo satânico.

Entretanto, para os que foram chamados à salvação e já tinham tatuagens, não há qualquer condenação. Se o Espírito de Deus os chamou estando tatuados, quem somos nós para rejeitá-los? Pelo contrário: sejam todos bem-vindos.

Quanto a mim, vou continuar lutando até a morte para salvar tantos quanto puder, sejam tatuados ou não.

Deus os abençoe em o Nome do Senhor Jesus Cristo.

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Publicado por: Bispo Edir Macedo

Tatuagem é de Deus?


Esta é uma gravura maori de um rosto tatuado, prática comum deste povo.

Existem muitas provas arqueológicas afirmando que tatuagens foram feitas no Egito, entre 4000 e 2000 a.C.

E também por nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia (maori), que se tatuavam em rituais ligados à religião.

A pergunta é: será que as tatuagens nascidas e desenvolvidas pelos povos pagãos tinham algum fundamento bíblico? Do ponto de vista espiritual ou histórico, não. Antes, a essência de sua inspiração foi e é satânica, uma vez que contraria os princípios da fé judaica e cristã.

“Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando houverdes passado o Jordão para a terra de Canaã, desapossareis de diante de vós todos os moradores da terra, destruireis todas as pedras com figura e também todas as suas imagens fundidas e deitareis abaixo todos os seus ídolos...” Números 33.51-52.

Chama atenção a ordem: “destruireis todas as pedras com figura…”. Ora, se Deus mandou destruir as pedras com figuras, por que Ele permitiria que figuras pudessem ser gravadas no corpo humano, que é o templo do Seu Espírito?

O apóstolo João viu os condenados, que serão tatuados com certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte. Essa marca será do nome da besta ou do seu número: 666 (Apocalipse 13.16-18). Isso não é uma tatuagem?

O corpo do servo do Senhor Jesus é o templo do Espírito Santo. Para que tatuá-lo? Qual o seu benefício? I Coríntios 6.19

A meu ver, tatuar é querer parecer com os filhos de Baal. Os filhos de Deus não devem jamais querer imitá-los, mesmo que isso contrarie as regras deste mundo podre.

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Publicado por: Bispo Edir Macedo

Testemunho de ex-muçulmano


Nascido e criado no islamismo, Nasirv Deen, um homem fiel a sua religião, não conseguia entender o porquê de tanto sofrimento.

Sua vida foi dura desde o seu nascimento. Nasceu aleijado e com sérios problemas de saúde, sem forças nos ossos para poder andar até os 11 anos.

Um dia, na escola, foi levado com urgência ao hospital, os médicos disseram que ele precisaria ser submetido a uma cirurgia cerebral imediata, ou então seu cérebro poderia explodir devido a alta pressão.

Isso é tudo que ele se lembra daquele dia…
Após a cirurgia, os médicos lhe deram a notícia de que, a partir de então, ele teria de tomar 15 comprimidos diários, para que seu cérebro pudesse funcionar normalmente.

Sua massa cefálica estava congelada, sem reações, o que causou acúmulo de pressão, por não haver fluído. Uma bomba teve de ser implantada para a passagem desse fluído. Os médicos não encontravam explicações para tal impedimento.

Mais duas cirurgias ainda foram necessárias. Apesar dos tratamentos, remédios e sua fidelidade à religião, seu quadro não apresentava nenhum tipo de melhora.

A sua condição era tão arriscada que não podia realizar simples tarefas, como dirigir, pois, corria o risco de desmaiar repentinamente. Nasirv parecia ser atormentado pela má sorte.

Algumas pessoas ainda lhe disseram que havia sido feito trabalhos de bruxaria contra ele.

Sua vida financeira estava chegando a um estado tão lastimável quanto sua saúde.

Se já não bastasse tudo que estava acontecendo, também perdeu seu emprego. Depois de gastar mais de 100 mil dólares, entre cirurgias e medicamentos, agora estava desempregado. As contas médicas foram se acumulando, de uma maneira que ele não via solução para o seu problema.

Sua vida sentimental também estava caótica, passando por uma relação conturbada de oito anos, que terminou em separação.

Nasirv culpava a tudo e a todos por seu sofrimento. Pelo fato de sua crença no islamismo, por ser fiel as suas orações diárias e um muçulmano praticante, ele mão pensava em pedir ajuda a Deus.

Em uma sexta-feira, em meio a todo este sofrimento, foi quando chegou pela primeira vez à Igreja Universal.

“Nunca pensei que e

Quando ouviu o pastor falar que o mal poderia destruir a vida de uma pessoa, isto chamou sua atenção. A partir deste momento, ele aprendeu que o mal realmente existe, e que estava atuando livremente em sua vida.

Então, Nasirv começou a lutar contra o que o assolava. Exercitando uma fé inteligente no Deus Vivo, deixou de tomar medicamentos. Os médicos, depois de terem presenciado tal situação em sua saúde, não conseguiam acreditar em sua recuperação e cura total.

Hoje, Nasirv leva uma vida totalmente normal. Está curado, sem restrições ou empecilhos.

Participando às segundas-feiras, pela vida financeira, está livre das dívidas, conquistou uma estabilidade econômica trabalhando na sua área de Psicologia Química, e hoje tem um padrão de vida com qualidade.

Ele também não vive mais na solidão, encontrou a felicidade em sua vida sentimental.

Nada aconteceu do dia para a noite, mas através da fé e perseverança, Nasirv alcançou uma nova vida.

Ele encontrou algo que a religião não foi capaz de fazer por ele: ser uma nova criatura, por meio da fé viva no Senhor Jesus.
ste Deus poderia resolver os meus problemas”, comenta.

22 de novembro de 2011

Hora certa de falar...

Quando o sexo feminino não tem discrição,
nem a natureza aguenta...


Colaboração: Carla Leite
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Fato ocorrido em 1892

 
Um senhor de 70 anos viajava de trem, ao seu lado estava um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos.

Sem muita cerimônia, o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

— O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

— Sim! Mas não é um livro de crendices, é a Palavra de Deus. Estou errado?

— Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História geral. Assim, veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus criou o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os cientistas dizem a respeito disso.

— É mesmo? E o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?

— Bem, respondeu o universitário, vou descer na próxima estação, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.

Então, o velho, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó, e deu o cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo, sentindo-se pior que uma ameba.

O cartão dizia:

“Louis Pasteur - Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris”
Saudações à família e companheiros de guerra.

Colaborou: Bispo Júlio Freitas

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De louca à psicóloga


Sempre tive uma vida feliz e, desde pequena, nunca me faltou nada. Porém, aos 19 anos, tive uma relação amorosa que terminou muito mal e, a partir daí, comecei a ter complexos, sentimentos de culpa e resolvi me afastar de tudo.

Nesse ano, estava tentando pela segunda vez entrar na universidade e, novamente, não consegui colocação. Então, comecei a fechar-me ainda mais. Passei quase um ano trancada em casa, sozinha e sem ver ninguém!

Mais tarde, consegui, finalmente, entrar para a universidade, mas não me sentia bem e comecei a ter crises de loucuras. Realmente, eu estava ficando louca!

Então, tive de recorrer a médicos e neurologistas, que me medicaram com muitos antidepressivos e comecei, inclusive, a ter consultas com psicólogos.

Passado um ano, por volta da mesma época, começou tudo de novo. Tive uma nova relação que terminou logo, foi aí que senti que tinha chegado ao meu limite, afinal, já era a terceira vez que estava com depressão.

Além disso, desde os meus 14 anos sofria com dores de cabeça constantes e, durante muito tempo, fiz vários tratamentos, só que nunca melhorava e isso me incomodava na escola.

Por várias vezes, tive de ser levada para o pronto-socorro por causa das dores. Desmaiava na rua sem motivo aparente, e ainda tinha muitos problemas de estômago, por causa da quantidade de medicação que tomava.

UMA NOVA OPORTUNIDADE

Até que um dia, uma amiga convidou-me para ir ao Cenáculo do Espírito Santo. Com o passar do tempo, fui libertando-me de tudo, deixando de ter pesadelos, desmaios e dores de cabeça. Estava tudo desaparecendo e, finalmente, comecei a sentir-me bem!

Entretanto, participei de uma Fogueira Santa de Israel, pois, estava terminando minha licenciatura, que também foi uma época difícil. Nessa Fogueira Santa, pedi a Deus algo que parecia impossível de acontecer, que era entrar numa das melhores universidades da Europa, em Barcelona, na área da psicologia. E todas as pessoas me diziam que era impossível.

Porém, apenas duas horas depois de ter enviado toda a minha documentação por e-mail, recebi uma resposta positiva. Então, fui para Barcelona e fiz o meu mestrado, em nove meses, em Psicologia Clínica da Saúde.

Realmente, vejo e sinto que Deus me transformou por dentro e, hoje, tenho algo que sempre sonhei ter: paz, alegria e disposição para viver – controle da minha vida! E agora sei que posso ajudar os outros, porque estou e me sinto bem!

Pelas minhas experiências, só podemos ajudar alguém se já superamos problemas semelhantes ou piores.

Ana Corte – Portugal

Loucuras da Fé


A Palavra da Cruz - fé associada ao sacrifício - é loucura para os que se perdem. I Coríntios 1.18

Quem, neste mundo perdido, tem disposição para sacrificar a vida por Alguém invisível? Ou por uma nova vida que segue após o sacrifício da vida antiga?

Muitos têm sacrificado patrimônio, dinheiro, carros e jóias em troca de bênçãos maiores.

Mas quem quer sacrificar pais, filhos, família e, sobretudo, a própria vida em troca de uma vida cristã, longe do pecado?

Poucos. Pouquíssimos.

A mensagem da fé exige mais sacrifício do que míseros trocados no altar.

Jesus disse claramente:

“Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim não é digno de Mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a Mim não é digno de Mim; e quem não toma a sua cruz e vem após Mim não é digno de Mim.

Quem acha a sua vida perdê-la-á; q

É tudo por tudo. Por isso, a palavra da cruz é loucura.

Foi O Tudo de Deus, Seu Filho, em troca do nosso tudo.
Qual é o nosso tudo? Vida feliz? Prosperidade? Saúde intacta?

Não! Mil vezes, não!
O tudo humano tem sido vidas avessas. Fracassos sentimentais, fracassos familiares, fracassos profissionais, enfim, agonias constantes no corpo, na alma e no espírito. Às vezes, como se não bastasse, até a saúde comprometida, para não dizer, vida a um passo da sepultura.

Sim! Qual é o tudo que nós temos para dar em troca do Tudo de Deus?

A salvação é para os que creem na prática, não na teoria.
A crença cristã prática exige sacrifício, por isso é loucura para os que se perdem.

Deus os abençoe.

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uem, todavia, perde a vida por Minha causa achá-la-á.” Mateus 10.37-39

Testemunho de uma advogada de Roma

"Boa noite, bispo. Segue um comentário muito forte, principalmente, para nós que temos lutado para ajudar esta mulher a conhecer o Senhor Jesus e entregar-se, de verdade, a Ele. Ela está com sede e quer acertar."
  
Bispo Wagner Simões- Itália
Boa noite, bispo Wagner.

Agradeço ao bom Deus por ter participado do culto de domingo, 13 de novembro, ministrado pelo bispo Edir Macedo e, por isso, vou contar a minha experiência pessoal.

Eu ouvia algumas pessoas falarem mal do bispo Macedo, porém, por parte de outras, ouvia falar muito bem. Como tenho um caráter forte, prefiro julgar, somente e exclusivamente, com uma experiência direta. Mas não vou negar que a pessoa do bispo era um mistério para mim.

Porém, esse grande homem de Deus mudou a minha fé, não por mágica. A simplicidade e a força transmitidas por ele, durante a reunião, revelaram-me um conceito diferente de vida cristã, pois a religião havia destruído a minha fé.

Sem exageros e no bom sentido, acredito que ele seria como um papa para os católicos. E pela palavra de Deus que saiu da boca dele, cheio da unção do Espírito Santo, mostrou-me a fé genuína.

Eu sempre amei a Deus, mas a etiqueta religiosa me bloqueou. Uma vez como católica, que rezava o rosário, passei a ter outra religião, a evangélica.

Por esse motivo, comecei a me sentir perfeita: dava o dízimo, não tinha relações sexuais, não fumava, não bebia, dentre outras coisas. Entretanto, a minha vida era sempre a mesma coisa. Cheguei até pensar que Deus era algo da minha imaginação.

O discurso do bispo Macedo, acerca do novo nascimento e do significado de viver no Reino de Deus, libertou-me totalmente. Sabe por quê?

Porque a mensagem veio de um homem com uma fé autêntica e VERDADEIRA. Nada construído, nada falso, nada escondido, um homem ESPIRITUAL que deu a mão a uma mulher ESPIRITUAL, de nome Rosaria, para sair da escravidão da inteligência, da escravidão das regras, da escravidão da cultura.

A libertação que recebi foi tão grande que não consigo descrevê-la por completo, neste e-mail, mas de uma coisa estou certa: a minha vida mudou, a partir daquele dia. Data que ficará marcada no meu calendário.

Nestes dias, em pensamento e orações, pedi pela vida do bispo Macedo, para que Deus o abençoasse e o protegesse.

Termino agradecendo a vocês pelo trabalho realizado na Itália, e, sobretudo, ao grande homem de Deus, bispo Macedo.

Com estima,

Rosaria Salomone – Advogada.
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Você não tem E.mail???


Um homem, que estava desempregado, entra num concurso da Microsoft para ser faxineiro.

O gerente de RH o entrevista, faz um teste (varrer o chão) e lhe diz:
- O serviço é seu, me dê o seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha pra preencher, com a data e hora em que deverá se apresentar para o serviço.

O homem, desesperado, responde que não tem computador e, muito menos, e-mail.

O gerente de RH diz que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho.
O homem sai, sem saber o que fazer, tem somente 10 reais no bolso.

Então, decide ir ao supermercado e comprar uma caixa com 10 quilos de tomates.
Bate de porta em porta, vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas, consegue duplicar o capital.

Repete a operação por mais três vezes e volta para casa com 60 reais.
Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta cada vez mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro, a cada dia.

Pouco tempo depois, compra uma Kombi, depois troca por um caminhão e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.

Passados cinco anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos.

Depois de algum tempo, decide fazer um seguro de vida.
Chama um corretor, acerta um plano e, quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta.

O homem diz que não tem e-mail.
Curioso, o corretor lhe disse: Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que você seria se tivesse e-mail!

O homem pensa e responde:

- Seria faxineiro da Microsoft!
* Moral da historia 1: A Internet não soluciona sua vida, pode lhe ajudar, mas o que vai mudar é o seu empenho, dedicação e, principalmente, o seu SACRIFÍCIO!!

* Moral da historia 2: Se você quer ser "faxineiro" dependa de alguma coisa ou de alguém, não faça a sua parte!!!

 
 
 
 
 
 

Quando Deus fala


No passado, Deus falou muitas vezes e de várias maneiras. Por meio de sonhos, visões e profecias Ele usou servos dedicados e separados do pecado para transmitir Sua vontade.

Por intermédio de Seu Filho Jesus, Ele não só confirmou as profecias antigas, mas também anunciou a chegada do Reino de Deus e como entrar nele.

Após Sua morte, ressurreição e ascensão, o Senhor Jesus enviou o Consolador para dar continuidade à obra de salvação.

Atualmente, o Espírito de Deus continua falando, não mais por meio de sonhos, visões ou profecias. Mas, apenas, por intermédio da Sua Palavra - a Bíblia Sagrada.

Então, surge a pergunta: para quê o dom de profecia?

“Mas o que profetiza fala aos homens, EDIFICANDO, EXORTANDO E CONSOLANDO.” I Coríntios 14.3

Como se vê, o dom da profecia não é para adivinhar ou prever o futuro de ninguém. Mas para edificar, exortar e consolar a Igreja.

Como o Espírito Santo fala?

Como ter a certeza de Sua voz?

Como não ser enganado por outras vozes?
Só tem um jeito: nascer da água e do Espírito para obter a natureza Divina e poder compreender Sua Palavra.

Só os nascidos do Espírito têm Espírito para reconhecer Sua fala por intermédio da Bíblia.

 Veja quantos cristãos (nascidos da carne) têm sido enganados pelos espíritos do anticristo na interpretação bíblica!

Observe o tipo de relacionamento entre o Pai e o Filho, nas palavras de Jesus:

“Ninguém conhece o Filho senão o Pai; e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” Mateus 11.27

A voz, direção ou inspiração do Espírito Santo, via Bíblia, não deixa margem de dúvida para nenhum ouvinte. Especialmente, para Seus filhos.
O problema é que nem sempre há ouvidos atentos à Sua voz.

Deus fala.
Fala com Seus filhos e com os demais também.

Fala por meio de Sua Palavra escrita.

Fala por meio de Seus verdadeiros servos na pregação (profecia) do Evangelho.

Aproveita também para falar em meio aos problemas cotidianos.
Sua doce e meiga voz tem sido forte no deserto. Quanto maior é a solidão, maior e mais alta é a Sua voz.

A ausência de poluição da voz familiar, de amigos, colegas, enfim, poluição audiovisual da televisão, internet, emissoras de rádio, jornais e revistas, libera a atenção total à fala de Deus.

A poluição audiovisual deste mundo tem sido a maior inimiga da voz de Deus.
Por isso, daqui a um mês, 11 de dezembro de 2011, estaremos vivenciando os últimos 21 dias do ano em jejum. Será o Terceiro Jejum de Daniel para aqueles que querem receber o Espírito de Deus.

O jejum será de todo e qualquer entretenimento audiovisual. Estaremos focando nossos pensamentos apenas nas coisas lá do Alto. Quem crê, vai; quem não crê, fica.

Deus abençoe os que creem.

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O Sacrifício - Parte II

Não se pode esquecer que o sacrifício é a menor distância entre o querer e o realizar. Ninguém, deliberadamente, será capaz de sacrificar se não for movido pela força interior, que é a fé.

Deus, ao entregar o Seu filho para ser crucificado, foi o primeiro a sacrificar, mostrando, assim, o segredo da conquista.

É muito simples entender isso: quando alguém acredita na força do seu trabalho, é capaz de conquistar o seu espaço, independentemente da crença em Deus. Assim tem acontecido ao longo da História da Humanidade.

Prova disso são os inventos extraordinários que homens, apesar de incrédulos, trouxeram ao mundo. Um exemplo mais simples é o trabalho do agricultor, que acredita na multiplicação da sua semente lançada na terra.

Imagine quando alguém, movido pela crença nas promessas de Deus, toma uma atitude sacrificial! Obviamente, esta atitude não deixa opção para Deus, a não ser a bênção. Afinal, Ele não pode mentir, nem as Suas promessas serem revogadas.

O sacrifício é a porta estreita que conduz às conquistas.

A maioria dos cristãos, entretanto, não crê na necessidade do ato de sacrificar porque só se apoia no sacrifício do Senhor Jesus.

De fato, o feito de Jesus é suficiente para a Salvação dos que creem. Mas eles também têm de sacrificar, conforme o Senhor disse várias vezes aos apóstolos:

“... quem não toma a sua cruz e vem após Mim não é digno de Mim. Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á.” (Mateus 10.38-39)

“Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á.” (Mateus 16.24-25)

“Quem quiser, pois, salvar a vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á.” (Marcos 8.35)

“Quem quiser preservar a sua vida perdê-la-á; e quem a perder de fato a salvará.” (Lucas 17.33)

O que observamos é que, pela importância da mensagem, o Senhor Jesus repetiu a mesma coisa em momentos diferentes.

Mateus e Lucas registraram duas vezes, enquanto Marcos, uma. E o que significa tomar a cruz e segui-Lo? E perder a vida pela causa do Senhor Jesus? Tomar a cruz e segui-Lo são exemplos claros da ação da fé por meio do auto-sacrifício.

Perder a vida pela causa do Senhor significa renunciar às ofertas do mundo em prol de uma vida dedicada à comunhão com Deus.

Cada vez, então, que fazemos um sacrifício perfeito, não deixamos opção para Deus. Ele tem que nos abençoar, pois a Fé no Senhor Jesus transpõe qualquer barreira.

O sacrifício é a forma mais convincente de resistência ao diabo. Também demonstra que o cristão não lhe pertence mais, já que o seu sacrifício simboliza a totalidade da sua vida dependente de Deus.

Lembre-se de que no sacrifício está a vida do sacrificante!

Leia Mais:

- O Sacrifício - Parte I

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Monte Santo


“Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas.

Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti.
Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim da guarda, em meio ao brilho das pedras.” Ezequiel 28.14-16

Quando falamos de sacrifício, falamos de vida total e completa no altar.

Quando falamos de altar, falamos de monte, e quando falamos de monte, falamos de conquistas materiais, físicas, sentimentais, familiares e, sobretudo, de um único lugar em que a pessoa, seja membro, obreiro, pastor ou bispo, pode estar salva e blindada contra todas as investidas satânicas.
Pois no monte (altar) somos poderosos em guerra, saltamos muralhas e desbaratamos exércitos.

Já o diabo trabalha diuturnamente para impedir que você suba ao monte (altar), e o mesmo trabalho é feito incansavelmente para lançar fora do monte aqueles que lá conseguiram chegar e estabeleceram suas vidas. Por quê?

É simples. Isso se dá porque, desde a sua criação, o diabo habitou no monte santo de Deus e de lá foi expulso.

Ele sabe o que significa um SER HUMANO com a vida em sacrifício no monte.
Por isso, obreiros, pastores, bispos, esposas e todo o povo: o monte é o lugar que o nosso SENHOR santificou para habitar a “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus...” 1 Pedro 2.9

Lugar onde nem todo o inferno junto poderá vencê-lo.
Graças a Deus!

Bispo Sérgio Correa

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Que palavra, heim?




Médico, dentista, engenheiro, advogado, professor, arquiteto, enfim, qualquer profissional é formado na faculdade.

E o que o capacita para determinada carreira? Como ele é formado?

Ele é formado mediante o recebimento científico da palavra. O médico recebe a palavra de conhecimentos médicos; o advogado recebe a palavra de conhecimentos da Lei; o engenheiro civil recebe palavra de conhecimentos da construção civil, etc.

Quer dizer: cada profissão exige ouvir e colocar em prática a palavra ensinada, de acordo com a carreira abraçada.

Quando admiramos uma bela ponte, um edifício arranha-céu, não podemos esquecer que, por trás daquela beleza arquitetônica, existem muitos profissionais que foram instruídos e formados apenas com palavras. Nada além de palavras.

Ao colocarem em prática tais palavras científicas, nasceram as maravilhas da tecnologia.

Imagine a prática da Palavra de Deus.

Imagine quando ela é aplicada ao cotidiano da vida.

Se conhecimentos humanos, por meio da palavra científica praticada, são capazes de criar cidades, aviões, navios, curar doentes e tudo o mais, imagine o que a Palavra de Deus é capaz de realizar na vida dos que nela creem e a praticam.

Pense nisso!

Um profissional liberal precisa de preparo acadêmico básico.

Mas para ser instrumento nas mãos de Deus, basta subir e ficar no Altar. O mais Ele fará...

“Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em Mim fará também as obras que Eu faço e outras maiores fará, porque Eu vou para junto do Pai.” João 14.12


O Pastor e o Farol


Havia uma pequena cidade do lado oeste dos Estados Unidos, às margens do Oceano Pacífico, próspera e progressiva. Não era grande, mas tinha ruas largas e limpas, parques arborizados e os bairros cresciam rapidamente.

A areia branca da praia era como um colar entre os verdes dos morros e o azul do mar. E era ali, no mar, que estava a riqueza do povoado: a pesca.

Cada noite, os barcos varriam as águas com suas redes, trazendo uma quantidade de peixes tão grande que muitas fábricas se instalaram por lá para industrializar e exportar o pescado.

Na entrada da baía, havia um farol antigo que por anos prestava o valioso serviço de guiar os pescadores nas noites escuras de tempestade, iluminando-lhes o caminho no mar.

Nesta cidade, havia também uma igreja, que era a única. O pastor lutava com todas as forças para conscientizar as pessoas do Evangelho e do Juízo de Deus. Poucos lhe davam atenção e menos ainda freqüentavam suas reuniões. Mas o homem não desanimava.

Levantava cedo e passava um bom tempo orando sobre o altar, visitava os doentes, atendia aos que lhe procuravam e ainda se incumbia de acender o farol todos os dias pontualmente às cinco da tarde.

A cidade crescia e os negócios aumentavam. Os barcos eram mais modernos e traziam cada vez mais peixes. O mar era mesmo abundante. Quanto mais barcos viam, mais peixes apareciam nas águas. Ninguém voltava de rede vazia. Noite clara ou escura, ao se puxar a rede, lá estava o valioso tesouro que movia a vida da cidade.

Numa radiante manhã de sábado, o pastor, já com certa idade, morreu. Com exceção dos membros da igreja, ninguém percebeu o fato. Sem chamar qualquer atenção para si mesmo, o laborioso soldado do Evangelho partia da mesma forma que havia vivido.

Sentindo aquela perda, os membros da igreja mandaram uma carta ao prefeito, pedindo-lhe que providenciasse outro pastor. Porém, nenhuma resposta lhes foi dada.

O prefeito era mesmo muito ocupado. Um grande mercado de pesca estava sendo construído para atender os compradores de toda parte. Eram, na maioria, representantes das grandes fábricas da América que vinham fechar lucrativos negócios. Havia também planos para uma nova escola e ampliação do hospital. Com tantos projetos importantes, era mesmo difícil conseguir a atenção daquele homem.

Quando tudo parecia ir bem, a pesca passou a ser escassa. As redes, que outrora vinham cheias, passaram a vir vazias. Em princípio não se deu importância ao fato, afinal os estoques estavam cheios. Mas, com o passar do tempo, o problema se agravou. Os barcos eram lançados ao mar, varrendo cada centímetro das águas, porém, sem obterem sucesso.

O mercado ficou vazio. As fábricas fecharam e os funcionários foram demitidos. A construção da escola foi adiada, bem como a reforma do hospital. Muitos especialistas foram consultados, mas em vão. Ninguém sabia, mas o fato era que o peixe já não vinha na rede.

Desesperados, os pescadores continuavam sua luta. Na esperança de uma mudança, saíam todas as noites para a pesca, e foi numa dessas noites que uma tempestade rapidamente se formou sem que eles notassem. Logo o mar estava revolto e o céu, coberto de nuvens, não trazia nenhuma luz. Sem visão para navegar, um dos barcos, surrado pelas ondas, foi atirado violentamente contra o farol, que, desde a morte do pastor, nunca mais fora aceso.

Na manhã seguinte, o prefeito estava desolado em seu gabinete. Ele havia tentado de tudo o que estava ao seu alcance, sem sucesso. Pensativo e cabisbaixo, avistou sobre a mesa a carta dos membros da igreja, a qual dizia:

“Senhor Prefeito, nós, os membros da única igreja da comunidade, informamos a Vossa Excelência o falecimento de nosso pastor. Em seu ministério, ele orava todos os dias pela nossa cidade e pedia a Deus que nunca faltasse peixe no mar.
Preocupado com os pescadores, também acendia todas as tardes o farol para guiá-los nas noites escuras. Nunca esmoreceu. Se não tivermos outro homem de Deus que abençoe a pesca e acenda o farol, os peixes vão escassear e, numa noite escura, nossos barcos correrão o risco de naufragar, lançados pelas ondas contra algum rochedo no mar.”

O prefeito encontrou assim a resposta que buscava. Os fatos agora eram claros e óbvios à sua frente. “Mas como nunca me dei conta deste homem e de seu trabalho?”, indagou o prefeito a si mesmo.

A partir daí, ele entendeu que o pastor era como o farol, que não lança a luz sobre si mesmo, mas sim sobre as ondas do mar para iluminar o caminho dos homens. Aquele trabalho anônimo era mesmo de extraordinário valor.

Assim deve ser o pastor, um farol aceso por Deus. Não ilumina a si mesmo em busca da glória do mundo, mas lança sua luz para mostrar aos homens o caminho de Deus. No seu clamor, bênçãos são alcançadas e problemas evitados.

Muitas vezes só nos conscientizamos disto quando os perdemos e nos defrontamos com os problemas. Aí, só nos resta aprender a lição da importância do clamor de um homem de Deus. Não é isso que diz a Palavra do Senhor?

“Busquei entre eles um homem que levantasse um muro, e se pusesse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que Eu não a destruísse, mas a ninguém achei.” (Ezequiel 22.30)

Colaboração: Júlio Freitas

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O Sacrifício - Parte I


Quando pedimos algo a Deus, Ele não nos atende por causa do nosso choro, das nossas necessidades ou das nossas dores.

Ele age conforme a nossa fé, que é a única “moeda de troca” com Deus.
Por essa razão, quem crê recebe, e quem não crê não recebe! Somem-se a isso as palavras do Senhor Jesus: “Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem...” (Marcos 16.17)

Quando procuramos um relacionamento com Deus, as obras de caridade ou a vida religiosa não devem ser colocadas em questão, pois, “é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que se torna galardoador dos que os buscam.” (Hebreus 11.6)

Deus agrada-Se, principalmente, das atitudes de fé porque é deste modo que o homem prova que é dependente d’Ele e que obedece completamente à Sua Palavra.

Muitos, porém, pensam que chamarão automaticamente a atenção do Senhor por serem praticantes fiéis da bondade e da caridade. Esperam, sinceramente, que Deus os recompense por conta dos seus atos.

Mas não é assim! E é por pensarem desta maneira que muitas pessoas sofrem, mesmo crendo no Senhor Jesus.

Para o Senhor, o pecado é a atitude mais vil do ser humano, mas Ele nos concede o perdão por meio da fé.

Assim, se para termos os pecados perdoados precisamos de fé, não será diferente para alcançarmos os Seus benefícios. O que é mais fácil conquistar: a vida eterna ou as promessas materiais?

Quem não tem fé para realizar os sonhos materiais, também não a terá para conquistar as promessas espirituais.

Como exemplos de fé, o Senhor Jesus lembra-nos da grande fome em Israel no tempo de Elias. Naquela ocasião, o profeta foi enviado apenas a uma viúva que vivia em Sarepta e a nenhuma outra pessoa. No tempo do profeta Eliseu havia muitos leprosos em Israel, mas somente Naamã foi curado. Verifique:

“Na verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias, quando o céu se fechou por três anos e seis meses, reinando grande fome em toda a terra; e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Sarepta de Sidom. Havia também muitos leprosos em Israel nos dias do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o siro.” (Lucas 4.25-27)

Por que motivo apenas essas pessoas foram beneficiadas? Porque, em ambos os casos, neles houve a manifestação plena da fé!

Assim, cada um tem a chance de abraçar o caminho da fé ou da descrença. Quando escolhemos o caminho da fé, é preciso estarmos dispostos a sacrificar, pois a prática da fé exige sacrifícios constantes.

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Diante do Altar



“Assentado diante do gazofilácio, Jesus observava como o povo lançava ali o dinheiro.” Marcos 12.41

O verbo observar trata de um exame atento e mais apurado.
Portanto, Jesus não estava sentado diante do altar como mero espectador. Seu grande interesse era saber como o povo ofertava.

Dinheiro é papel. Seu valor nominal pode ser enorme, ainda assim, é papel. Sua importância e representação pode ser ainda maior, inclusive de bom servo. Mas não deixa de ser papel.

A oferta também é papel. Se for ouro, é metal. Se for casa, é concreto. Se for carro, é ferro.

O que valoriza a oferta não é o seu montante. É a fé.
Fé de que Deus não ficará em débito com o ofertante, e, de acordo com Suas Promessas, há de recompensá-lo muito mais.

O peso da oferta está na certeza de que Deus existe e Se torna Galardoador dos que O buscam. Hebreus 11.6

Subitamente, entre os ofertantes, surgiu uma viúva pobre. Não era para estar ali. A Lei religiosa não permitia que uma mulher entrasse no Templo, além do Pátio das Mulheres.

Por tal motivo, é provável que ela tenha se aproximado do gazofilácio com sentimento de culpa. Além do que, suas moedas insignificantes não atendiam à determinação sacerdotal de valor mínimo exigido na oferta.

Some-se a isso o fato de as moedas cunhadas em Israel serem de valor muito inferior as do Império romano.

As moedas da viúva eram judaicas.
Portanto, a viúva tinha tudo para continuar sendo excluída, só e miserável. Era viúva, pobre, não podia estar diante do gazofilácio, sua oferta era desprezível, enfim, perante sua comunidade, nada havia nela digno de consideração.

Mas Quem estava ali, sentado junto ao gazofilácio, para pesar o coração dos ofertantes?

O Senhor Jesus Cristo, o Deus-Filho do Altíssimo.

Sabe por quê?

Ele estava ali por causa dela.

Ele continua sentado diante dos gazofilácios…

Ninguém O vê. Mas Ele vê a todos.

Porém, honra somente os desprezados, injustiçados, excluídos e sofridos que vêm a Ele de todo o coração, com todas as forças e de todo entendimento.
Chamando Seus discípulos, disse-lhes:

“...Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes. Porque todos eles (os ricos) ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento.” Marcos 12.43,44
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Mão Forte!



Quanto maior a conquista, mais renhida é a luta e maior o sacrifício.

Quanto maior o sonho, mais exigente é o sacrifício para sua realização.

Esse ensino vem do Alto.
A libertação dos hebreus do Egito era um sonho quase impossível. Os filhos de Israel eram a grande fonte de riqueza e opulência egípcia. Riqueza à custa de sua escravidão.

Deixá-los livres significava perda irreparável.
Egito é o mundo, Faraó é o diabo, os filhos de Israel são os povos escravizados, o Monte Sinai simboliza o Monte Calvário e Moisés é o enviado do Altíssimo.

Quando o Senhor enviou Moisés, avisou:

“Eu sei, porém, que o rei do Egito não vos deixará ir se não for obrigado por mão forte.” Êxodo 3.19
Como libertar os escravos do diabo sem o uso obrigatório de Mão Forte? Isto é, sem luta, sem guerra, sem sacrifício ou sem a violência da fé?

É possível usar a fé sem violentar os costumes religiosos?

É possível usar a fé sem violentar a vontade da carne?
A fé sobrenatural, por si só, já se opõe à natureza.

Jesus cuspiu no chão, fez lodo, untou as vistas do cego e nem por isso o rapaz ficou curado. Mas, ao obedecer a Sua ordem, mesmo com enorme dificuldade, ficou curado.

Quem o curou: Jesus? Sua saliva? O lodo? As águas do tanque de Siloé?
Ele foi curado pela obediência à Palavra de Jesus. Ou seja, pela própria fé.

Mas o Senhor teve de usar de Mão Forte para despertar sua fé.

Jesus não poderia pedir alguém para pegar água de Siloé e lavar-lhe os olhos? Não seria mais fácil, mais simples e até mais humano evitar que o rapaz tivesse de caminhar até ao fundo do Vale para ser curado?

“Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e os violentos se apoderam dele.” Mateus 11.12 (NKJV)

A pura fé violenta os princípios naturais humanos. Quem a entenderá?

Contudo, quem não sabe que sem o sacrifício da fé natural não se conquista nada neste mundo?
Da mesma forma, os benefícios do Mundo Sobrenatural exige a violência da fé sobrenatural.

Quem crê, vai; quem não crê, fica.

 
 
 
 
 

A oferta e o altar



Dirigindo-Se aos hipócritas, duas vezes, o Senhor Jesus perguntou:

“…Pois qual é maior: o ouro ou o santuário que santifica o ouro?”

“...Pois qual é maior: a oferta ou o altar que santifica a oferta?” Mateus 23.17,19

Por conta de sua natureza adâmica e carnal, o hipócrita é capaz de enfrentar até Deus contra o sacrifício.

Os mesmos espíritos imundos dos escribas e fariseus, da época de Jesus, atuam hoje.

Atravessaram gerações e chegaram à geração atual.

Portanto, os hipócritas do passado estão vivos e atuantes hoje em dia.

Os corpos e as vestes são diferentes, mas o espírito e a ambição são as mesmas.

Não se importavam com o altar, mas o que ali era depositado.

 
Não estavam nem aí para os ensinamentos e ideias passadas pelo Senhor.

Seus olhos esbugalhados e vidrados no dinheiro cegavam os olhos espirituais. Não conseguiam discernir os valores eternos.

O mesmo espírito ambicioso tem cegado a presente geração.

Além de não enxergarem, tentam cegar o entendimento de que assim como a oferta representa o ofertante para Deus, o altar representa Deus para o ofertante.

Insensatos e cegos!

Qual é Maior: a oferta ou o Altar?


Qual é Maior: o ofertante ou Quem o recebe?


Qual é Maior: o sacrifício ou o Altar do sacrifício?