Segundo Aurélio "humor é a capacidade de perceber ou expressar o que é cômico ou divertido". Como é gratificante conviver com pessoas bem-humoradas, que diante das adversidades encontram motivos para sorrir e tiram lições de vida. Sabemos "que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus", então se algo desagradável acontecer, precisamos lembrar que existe um propósito para tal acontecimento. As crianças nos ensinam muito, elas geralmente são bem humoradas e vivem se divertindo. Vale salientar que o bom humor, a risada, o lazer, a alegria recupera a saúde e trazem vida longa. Nós não medimos esforços para estar com pessoas que nos alegram, que sempre tem palavras boas para nos oferecer. Dessa forma, aproveite o tempo com essas pessoas e marque um lanchinho, um almoço, um passeio, enfim, desfrute desses momentos. Tenha um dia abençoado!
22 de junho de 2011
Mensagem de Reflexão - O Humor
Segundo Aurélio "humor é a capacidade de perceber ou expressar o que é cômico ou divertido". Como é gratificante conviver com pessoas bem-humoradas, que diante das adversidades encontram motivos para sorrir e tiram lições de vida. Sabemos "que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus", então se algo desagradável acontecer, precisamos lembrar que existe um propósito para tal acontecimento. As crianças nos ensinam muito, elas geralmente são bem humoradas e vivem se divertindo. Vale salientar que o bom humor, a risada, o lazer, a alegria recupera a saúde e trazem vida longa. Nós não medimos esforços para estar com pessoas que nos alegram, que sempre tem palavras boas para nos oferecer. Dessa forma, aproveite o tempo com essas pessoas e marque um lanchinho, um almoço, um passeio, enfim, desfrute desses momentos. Tenha um dia abençoado!
Mensagem de Reflexão - 15 diferenças entre a Paixão e o Amor Inteligente
Olá pessoal
Estou lendo o livro de Augusto Cury Mentes Brilhantes, Mentes
Treinadas, gostaria de compartilhar com vocês 15
diferenças entre a paixão e o amor inteligente:
1. A paixão vive na lama da insegurança; o amor vive no terreno da
confiabilidade;
2. A paixão controla os passos; o amor incentiva a caminhada;
3. A paixão arde em ciúme do outro; o amor queima em prazer pelo sucesso
dele;
4. A paixão corrige em público e elogia em particular; o amor faz o
contrário;
5. A paixão é agitada e agressiva; o amor, calmo e protetor;
6. A paixão produz o individualismo; o amor, a individualidade;
7. A paixão gravita na própria órbita; o amor pensa nos outros;
8. A paixão flutua entre o "céu e o inferno" em instantes; o amor é estável,
mesmo diante das contrariedades;
9. A paixão é inquieta, nutre-se com a ansiedade; o amor é paciente,
nutre-se com o cardápio da tranquilidade;
10. A paixão vê a tempestade e se amedronta; o amor vê no mesmo ambiente a
chuva e, com ela, a oportunidade de lançar suas raízes;
11. A paixão produz rompimentos traumáticos; o amor dá sempre uma nova
chance;
12. A paixão cobra muito; o amor entrega muito;
13. A paixão gera janelas killers, produz traumas, diminui, humilha,
inferioriza, compara, enquanto o amor produz janelas lights, exalta,
promove, incentiva, aplaude;
14. A paixão aprisiona os apaixonados em torno de si; o amor liberta os
amantes, os faz enxergarem um mundo de oportunidades ao seu redor;
15. A paixão não tem dignidade, faz chantagens, não admite em hipótese
alguma a perda, enquanto o amor é nobre, não pressiona, dá liberdade para o
outro partir. Só o amor inteligente sabe que o medo da perda acelera a
perda.
Estou lendo o livro de Augusto Cury Mentes Brilhantes, Mentes
Treinadas, gostaria de compartilhar com vocês 15
diferenças entre a paixão e o amor inteligente:
1. A paixão vive na lama da insegurança; o amor vive no terreno da
confiabilidade;
2. A paixão controla os passos; o amor incentiva a caminhada;
3. A paixão arde em ciúme do outro; o amor queima em prazer pelo sucesso
dele;
4. A paixão corrige em público e elogia em particular; o amor faz o
contrário;
5. A paixão é agitada e agressiva; o amor, calmo e protetor;
6. A paixão produz o individualismo; o amor, a individualidade;
7. A paixão gravita na própria órbita; o amor pensa nos outros;
8. A paixão flutua entre o "céu e o inferno" em instantes; o amor é estável,
mesmo diante das contrariedades;
9. A paixão é inquieta, nutre-se com a ansiedade; o amor é paciente,
nutre-se com o cardápio da tranquilidade;
10. A paixão vê a tempestade e se amedronta; o amor vê no mesmo ambiente a
chuva e, com ela, a oportunidade de lançar suas raízes;
11. A paixão produz rompimentos traumáticos; o amor dá sempre uma nova
chance;
12. A paixão cobra muito; o amor entrega muito;
13. A paixão gera janelas killers, produz traumas, diminui, humilha,
inferioriza, compara, enquanto o amor produz janelas lights, exalta,
promove, incentiva, aplaude;
14. A paixão aprisiona os apaixonados em torno de si; o amor liberta os
amantes, os faz enxergarem um mundo de oportunidades ao seu redor;
15. A paixão não tem dignidade, faz chantagens, não admite em hipótese
alguma a perda, enquanto o amor é nobre, não pressiona, dá liberdade para o
outro partir. Só o amor inteligente sabe que o medo da perda acelera a
perda.
18 de junho de 2011
Esposa de Pastor
O restabelecimento da minha comunhão com Deus mudou meu casamento
Olá, Dona Ester
Escrevi para a senhora com o desejo de compartilhar meu testemunho e experiência de fé que tive com Deus, após casar e entrar para a obra.
Estou casada há 1 ano e 7 meses, durante os primeiros 8 meses vivi momentos horríveis no meu casamento. Frieza e indiferença do meu marido, um tratamento imaturo e insensível, ele me desprezava em tudo e foram oito meses de muito choro e dor.
Sempre idealizei o casamento, com um homem de Deus no altar, como algo inabalável. Quando namorava com ele, e esse namoro durou 3 anos e meio, pensava que a nossa união seria estável desde o primeiro dia, pois os dois eram de Deus.
Contudo, fui surpreendida por esta situação, dei atenção total à dor que se formava dentro de mim, e isso desviou meu foco de agradar a Deus. Até recorria a Deus, mas não sabia o que fazer, nem que atitude tomar para reverter aquela situação.
Eu pensava: Como pode um homem que se mostrou tão respeitador durante o namoro, não me respeitar como esposa e tampouco demonstrar algum gesto de sentimento por mim? Me senti enganada até por Deus, pois sempre busquei n’Ele a pessoa certa, não casei sem Sua direção. E agora? Pensei assim porque estava longe d'Ele.
Na verdade, meu marido era e é um homem de Deus, e deveria também estar bem decepcionado comigo. Um dos meus maiores erros nesse período foi o de ter confiado em todas as pessoas que estavam ao meu redor, pois não precisava de 5 minutos de conversa e eu já estava contando meu problema.
Um dia pela manhã, após ter passado a noite chorando, pedi a Deus uma solução definitiva ou não suportaria aquilo por mais tempo. Teria uma reunião naquela quinta-feira para pastores e esposas, e pedi para Deus usar o bispo para falar com meu marido. Esperava que ele ouvisse o bispo, pois não ouvia a mim, que sempre o cobrava.
Para minha surpresa eu fui o alvo. O bispo falou de esposas que estavam até com depressão em outros países por não terem nascido de Deus. A senhora imagina o baque que eu tomei.
Pensei: Agora é que meu marido vai pensar que sou uma endemoninhada, pois não paro de chorar! Mas Deus estava ali atendendo o meu pedido de oração daquela manhã, pois estava me mostrando que eu era o problema.
Saí arrasada da reunião, mas algo diferente aconteceu. Na saída, meu marido não estava pior comigo, com mais repulsa, não! Ele estava com um olhar de carinho e compaixão.
O Espírito Santo deve ter tocado nele para me ajudar. Vi amor em seus olhos. Ele foi para a igreja e eu para casa. No caminho meditei e tomei uma decisão, eu mudaria e isso traria a mudança de tudo.
A primeira coisa que fiz foi restabelecer a comunhão com o meu 1º Marido, o Senhor Jesus, e mudar minhas atitudes. A partir daí as coisas não mudaram, ele ainda era imaturo e isso traria atitudes que iriam continuar me machucando, mas com uma diferença: eu estava preparada para amadurecer com ele, eu entendi que as minhas atitudes até aquele momento estavam só piorando minha imagem para o meu marido e, acima de tudo, desagradando ao Meu Senhor.
Depois que eu mudei, passei a ser uma esposa submissa, a respeitá-lo, pois como eu poderia querer seu respeito se ele se sentia enfrentado por mim quando eu mostrava minha razão?
Enfim, passei a realmente confiar em Deus quando deixei de esperar nos homens. Agora era eu e Deus para vencer essa situação. Me tornei uma pessoa de oração, já não recorria aos “ouvintes de meu lamento”, quando enfrentava uma nova situação recorria à oração e pedia a direção a Deus. Ao invés de discutir ou chorar, aprendi a hora e a maneira certa de falar com o meu marido, aprendi a depender de Deus e Ele passou a guiar-me, isso fez com que uma mudança interior se tornasse visível.
Meu marido já não era mais frio e indiferente, já não precisava mais mendigar seu carinho como antes. Ele passou a me dar sua vida em resposta da minha renúncia e entrega para ele.
Hoje sei o significado de sacrifício no casamento. Ele só acontece quando há o sacrifício da própria vida com Deus. Durante um tempo, esse sacrifício no casamento ficou sendo só da minha parte, mas Deus me honrou e hoje através da minha comunhão com Deus, em Tê-lo em primeiro lugar, diariamente, nas minhas orações, tudo eu posso.
Posso mudar até o ministério dele, pois meu marido, mesmo tendo 9 anos de obra, fazia aquela reunião “leite”, só alimentava os novos e hoje através da oração, seu ministério deu um salto, até ele está muito mais aplicado em sua comunhão.
Seu trabalho tem sido abençoado a cada dia. Não sou mais estéril espiritualmente, os frutos estão nascendo. Existe a guerra do lado de fora, mas há paz interior, e nossa união está chegando no delicioso purê.
Deus abençoe a senhora e ao bispo pelas orientações e também aos artigos da Dona Cristiane e Dona Viviane, que me orientam a cada semana.
Um carinhoso abraço.
(Foi um prazer ter conhecido a senhora mais de perto na última quinta-feira).
Elizélia Jardim
Olá, Dona Ester
Escrevi para a senhora com o desejo de compartilhar meu testemunho e experiência de fé que tive com Deus, após casar e entrar para a obra.
Estou casada há 1 ano e 7 meses, durante os primeiros 8 meses vivi momentos horríveis no meu casamento. Frieza e indiferença do meu marido, um tratamento imaturo e insensível, ele me desprezava em tudo e foram oito meses de muito choro e dor.Sempre idealizei o casamento, com um homem de Deus no altar, como algo inabalável. Quando namorava com ele, e esse namoro durou 3 anos e meio, pensava que a nossa união seria estável desde o primeiro dia, pois os dois eram de Deus.
Contudo, fui surpreendida por esta situação, dei atenção total à dor que se formava dentro de mim, e isso desviou meu foco de agradar a Deus. Até recorria a Deus, mas não sabia o que fazer, nem que atitude tomar para reverter aquela situação.
Eu pensava: Como pode um homem que se mostrou tão respeitador durante o namoro, não me respeitar como esposa e tampouco demonstrar algum gesto de sentimento por mim? Me senti enganada até por Deus, pois sempre busquei n’Ele a pessoa certa, não casei sem Sua direção. E agora? Pensei assim porque estava longe d'Ele.
Na verdade, meu marido era e é um homem de Deus, e deveria também estar bem decepcionado comigo. Um dos meus maiores erros nesse período foi o de ter confiado em todas as pessoas que estavam ao meu redor, pois não precisava de 5 minutos de conversa e eu já estava contando meu problema.
Um dia pela manhã, após ter passado a noite chorando, pedi a Deus uma solução definitiva ou não suportaria aquilo por mais tempo. Teria uma reunião naquela quinta-feira para pastores e esposas, e pedi para Deus usar o bispo para falar com meu marido. Esperava que ele ouvisse o bispo, pois não ouvia a mim, que sempre o cobrava.
Para minha surpresa eu fui o alvo. O bispo falou de esposas que estavam até com depressão em outros países por não terem nascido de Deus. A senhora imagina o baque que eu tomei.
Pensei: Agora é que meu marido vai pensar que sou uma endemoninhada, pois não paro de chorar! Mas Deus estava ali atendendo o meu pedido de oração daquela manhã, pois estava me mostrando que eu era o problema.
Saí arrasada da reunião, mas algo diferente aconteceu. Na saída, meu marido não estava pior comigo, com mais repulsa, não! Ele estava com um olhar de carinho e compaixão.
O Espírito Santo deve ter tocado nele para me ajudar. Vi amor em seus olhos. Ele foi para a igreja e eu para casa. No caminho meditei e tomei uma decisão, eu mudaria e isso traria a mudança de tudo.
A primeira coisa que fiz foi restabelecer a comunhão com o meu 1º Marido, o Senhor Jesus, e mudar minhas atitudes. A partir daí as coisas não mudaram, ele ainda era imaturo e isso traria atitudes que iriam continuar me machucando, mas com uma diferença: eu estava preparada para amadurecer com ele, eu entendi que as minhas atitudes até aquele momento estavam só piorando minha imagem para o meu marido e, acima de tudo, desagradando ao Meu Senhor.
Depois que eu mudei, passei a ser uma esposa submissa, a respeitá-lo, pois como eu poderia querer seu respeito se ele se sentia enfrentado por mim quando eu mostrava minha razão?
Enfim, passei a realmente confiar em Deus quando deixei de esperar nos homens. Agora era eu e Deus para vencer essa situação. Me tornei uma pessoa de oração, já não recorria aos “ouvintes de meu lamento”, quando enfrentava uma nova situação recorria à oração e pedia a direção a Deus. Ao invés de discutir ou chorar, aprendi a hora e a maneira certa de falar com o meu marido, aprendi a depender de Deus e Ele passou a guiar-me, isso fez com que uma mudança interior se tornasse visível.
Meu marido já não era mais frio e indiferente, já não precisava mais mendigar seu carinho como antes. Ele passou a me dar sua vida em resposta da minha renúncia e entrega para ele.
Hoje sei o significado de sacrifício no casamento. Ele só acontece quando há o sacrifício da própria vida com Deus. Durante um tempo, esse sacrifício no casamento ficou sendo só da minha parte, mas Deus me honrou e hoje através da minha comunhão com Deus, em Tê-lo em primeiro lugar, diariamente, nas minhas orações, tudo eu posso.
Posso mudar até o ministério dele, pois meu marido, mesmo tendo 9 anos de obra, fazia aquela reunião “leite”, só alimentava os novos e hoje através da oração, seu ministério deu um salto, até ele está muito mais aplicado em sua comunhão.
Seu trabalho tem sido abençoado a cada dia. Não sou mais estéril espiritualmente, os frutos estão nascendo. Existe a guerra do lado de fora, mas há paz interior, e nossa união está chegando no delicioso purê.
Deus abençoe a senhora e ao bispo pelas orientações e também aos artigos da Dona Cristiane e Dona Viviane, que me orientam a cada semana.
Um carinhoso abraço.
(Foi um prazer ter conhecido a senhora mais de perto na última quinta-feira).
Elizélia Jardim
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Revolta
A revolta é uma energia. Serve para o bem ou para o mal, depende de quem a dirige. A maioria das pessoas revoltadas tem usado essa força para o mal.
O jovem revoltado com problemas familiares descamba para as drogas e até para a criminalidade. A pessoa num beco sem saída usa sua revolta para acabar com a sua vida. O traído usa sua revolta para se vingar de quem o traiu. Assim sendo, cada um usa sua revolta como combustível para queimar.
O revoltado é inconsequente quando usa sua força para o mal. Por conta disso, ele tem assumido sua posição de perdido e exteriorizado sua revolta em forma de ódio.
Imagine essa revolta a serviço de Deus!
O resultado será exteriorizar o ódio contra as forças espirituais do mal, causadoras das injustiças.
Com a direção Divina, esse poder não só vai reverter a própria situação, mas de toda a coletividade. Ou seja, a revolta, quando usada em parceria com Deus, promove o bem-estar pessoal e dos familiares. Como? Permitindo-se ser possuído pelo Espírito de Deus.
Faça um teste: coloque sua revolta a serviço de Deus. Ela vai despertar a fé pura e você vai arrebentar!
O jovem revoltado com problemas familiares descamba para as drogas e até para a criminalidade. A pessoa num beco sem saída usa sua revolta para acabar com a sua vida. O traído usa sua revolta para se vingar de quem o traiu. Assim sendo, cada um usa sua revolta como combustível para queimar.
O revoltado é inconsequente quando usa sua força para o mal. Por conta disso, ele tem assumido sua posição de perdido e exteriorizado sua revolta em forma de ódio.
Imagine essa revolta a serviço de Deus!
O resultado será exteriorizar o ódio contra as forças espirituais do mal, causadoras das injustiças.
Com a direção Divina, esse poder não só vai reverter a própria situação, mas de toda a coletividade. Ou seja, a revolta, quando usada em parceria com Deus, promove o bem-estar pessoal e dos familiares. Como? Permitindo-se ser possuído pelo Espírito de Deus.
Faça um teste: coloque sua revolta a serviço de Deus. Ela vai despertar a fé pura e você vai arrebentar!
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Coração de Mágoas
Numa sociedade cruel, egoísta e desesperadamente corrupta, é quase impossível não haver vítimas de traições sentimentais, econômicas, familiares ou religiosas.
Estupros, pedofilias, enganos, mentiras, infidelidades conjugais e amorosas, roubos e muito mais têm sido ingredientes para o surgimento de mágoas e ressentimentos.
A mágoa é o câncer da alma. Como semente maligna, rapidamente se espalha como fagulha na floresta seca, destruindo a imunidade espiritual e física.
O sacrifício, pela fé no Senhor Jesus Cristo, da oferta do perdão é o único remédio de cura física e espiritual.
Enquanto a natureza da alma vivente não se tornar espírito vivificante, o ser humano sempre estará sujeito a mágoas e ressentimentos.
Enquanto a pessoa não nascer do Espírito, manterá sua natureza terrena e, consequentemente, refém dos enganos e corrupções do coração de pedra.
Enquanto alma vivente, será escravo das paixões da carne. Por isso, é difícil não contrair ressentimentos e mágoas.
Daí a necessidade de possuir um novo coração. Coração de carne, coração de acordo com o coração do Espírito de Deus.
“Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O Último Adão (Jesus), porém, é espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual.
O primeiro homem (Adão), formado da terra, é terreno; o Segundo Homem (Jesus) é do céu. Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o Homem Celestial (Jesus), tais também os celestiais (nascidos do Espírito Santo).
E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a Imagem do Celestial.
Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.” I Coríntios 15.45-50
Estupros, pedofilias, enganos, mentiras, infidelidades conjugais e amorosas, roubos e muito mais têm sido ingredientes para o surgimento de mágoas e ressentimentos.
A mágoa é o câncer da alma. Como semente maligna, rapidamente se espalha como fagulha na floresta seca, destruindo a imunidade espiritual e física.
O sacrifício, pela fé no Senhor Jesus Cristo, da oferta do perdão é o único remédio de cura física e espiritual.
Enquanto a natureza da alma vivente não se tornar espírito vivificante, o ser humano sempre estará sujeito a mágoas e ressentimentos.
Enquanto a pessoa não nascer do Espírito, manterá sua natureza terrena e, consequentemente, refém dos enganos e corrupções do coração de pedra.
Enquanto alma vivente, será escravo das paixões da carne. Por isso, é difícil não contrair ressentimentos e mágoas.
Daí a necessidade de possuir um novo coração. Coração de carne, coração de acordo com o coração do Espírito de Deus.
“Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O Último Adão (Jesus), porém, é espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual.
O primeiro homem (Adão), formado da terra, é terreno; o Segundo Homem (Jesus) é do céu. Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o Homem Celestial (Jesus), tais também os celestiais (nascidos do Espírito Santo).
E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a Imagem do Celestial.
Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.” I Coríntios 15.45-50
Publicado por: Bispo Edir Macedo
17 de junho de 2011
Qual sua igreja?

O Reino de Deus é feito de ordem e disciplina. Como corpo do Senhor, a Igreja (Reino de Deus na Terra) é formada pelos nascidos do Espírito Santo, lotados em diversas denominações evangélicas.
Esse corpo perfeito funciona de forma harmoniosa e rigorosamente de acordo com o Cabeça. Nele não há indisciplina, rebelião, insubmissão, insulto ou coisa parecida. Antes, cada membro funciona em sintonia com o outro em submissão e amor.
Todos trabalham por uma única causa: o desenvolvimento do Reino de Deus no mundo.
Ao afirmar que as portas do inferno não prevaleceriam contra Sua Igreja, o Senhor Se referia à Igreja Espiritual.
Ela é totalmente distinta da igreja institucional (igreja denominacional).
Enquanto a Espiritual serve ao Cabeça – Senhor Jesus Cristo - a institucional trabalha pela sua própria causa.
São muitos os conflitos de interesses entre os membros das igrejas institucionais. Cada um puxa a brasa para sua própria sardinha. E a carne impera livremente.
Dissenções, facções, difamações, calúnias e mentiras fazem parte do triste quadro das diferentes comunidades chamadas cristãs. E isto só acontece porque seus membros jamais nasceram de novo. E não nasceram de novo porque não morreram para o mundo...
…se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. (João 12.24)
E o pior é que esses nascidos da carne ainda dificultam a entrada dos que querem entrar no Reino de Deus (Igreja Espiritual).
Usam a Bíblia e o Nome de Jesus à vontade...
Todo o cuidado com o fermento deles é, no mínimo, obrigação na defesa da salvação eterna.
Que o Senhor Jesus os abençoe!
Espalhe por aí:
Publicado por: Bispo Edir Macedo
A figueira e o couro

Há milhares de anos, num verdadeiro paraíso, se deu o encontro da figueira com o couro. A figueira, como sempre vaidosa de seus frutos doces em meio a enormes folhas verdes e viçosas, disse ao couro: "Imagine a minha glória! Fui a primeira árvore a vestir o ser humano e cobrir-lhe a nudez. Fui a única escolhida entre uma infinidade delas…" E orgulhosamente concluiu: "Dos meus ramos saíram vestimentas para reparar o estrago da fruta da outra árvore. Apesar de ela ser mais formosa do que eu e ter seus frutos mais agradáveis aos olhos e ao paladar humano, ainda assim seu fruto o contaminou para sempre…"
Mas sua petulância durou pouco… Porque o Criador removeu aquelas folhas perecíveis e as substituiu pelo couro de um animal. Sabemos que as folhas não são o bastante para vestir o ser humano, já que não aquecem, não secam e não protegem.
Mas o couro, sim. Deus sacrificou um animal para cobrir a nudez do homem. E se pensarmos no sentido espiritual desse ato, verificaremos que somente através de um sacrifício que conseguimos verdadeiramente nos vestir nesse mundo – em todos os sentidos.
Você quer ter uma família feliz? Então precisa sacrificar a sua vida de solteiro, a sua liberdade, o seu salário e as outras mulheres. Você quer ter uma carreira bem sucedida? Então tem que correr atrás, dormir menos, ler mais sobre o que você quer fazer, investir no seu conhecimento e estudar.
Você quer ser uma pessoa de Deus? Então precisa passar pela porta estreita, negar-se a si mesmo, fugir do pecado, ser fiel, enfim, fazer a vontade de Deus e não a sua. O que é isso, senão sacrifício?
Somente através do sacrifício é que se conquista qualquer coisa. No caso de Adão e Eva, eles cometeram um grande erro e precisavam de algo que servisse como cobertura de tanta vergonha.
O animal sacrificado foi um exemplo do que o Senhor Jesus iria fazer mais tarde por toda a humanidade. No entanto, quando o Criador foi buscar os frutos da figueira em meio a tantas folhas, nada encontrou e então a amaldiçoou. Quando não há sacrifício, não há frutos de vida.
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Igreja do Fogo

A Igreja do Espírito é Igreja do Fogo. Se não há fogo é porque falta o Espírito de Deus.
Aliás, essa é a situação espiritual de muitos cristãos. Se estão mornos ou frios, é devido à falta de calor. Mais precisamente, falta do Fogo de Deus.
Mas por que falta o Fogo? Falta Fogo porque falta combustível.
Quando foi que o Fogo de Deus desceu sem ter havido sacrifício?
Não há o Fogo enquanto não houver o sacrifício, assim como não há novo nascimento ou nova vida enquanto não houver a morte do eu para o mundo!
"Crê no Senhor e serás salvo" implica muito mais do que simplesmente aceitá-Lo como Salvador ou acreditar na Sua existência.
Tal crença trata de renúncia da própria vontade em benefício da vontade de Deus.
É o que o Senhor Jesus ensina, quando diz: …se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica só; mas, se morrer, produz muito fruto. João 12.24
É tudo por tudo ou nada por nada!
É toda a vida infeliz por toda a vida abundante prometida!
Se não houver a entrega total e incondicional, nada feito…
Se você crê no Senhor Jesus e pensa que isso é suficiente, conte quantos têm estado à sua volta também crendo e comendo o mesmo pão-nosso de amargura…
Publicado por: Bispo Edir Macedo
O Medo

Medo é um estado de perturbação resultante da idéia de um perigo real ou aparente, ou da presença de alguma coisa estranha. A dúvida é o elemento gerador do medo. Não só do medo, mas de todas as fraquezas humanas. A dúvida também é a mãe das preocupações, dos ciúmes doentios, das desconfianças, dos receios…
O medo de perder tem impedido a pessoa de agir. Assim, os fracassos do passado têm emperrado o avanço na conquista do futuro.
Quem se mantiver longe da dúvida, também se manterá longe da derrota.
Daí a razão da fé! Fé é certeza…
Assim como a dúvida é resultante da ação de um espírito maligno, a fé inteligente é a ação do Espírito de Deus. Ele jamais conta com o tímido ou medroso para Seus projetos. Antes, tem escolhido pessoas que confiam nas Suas promessas como o fizeram no passado os heróis da fé.
Quem nEle crê não tem medo nem se intimida diante dos desafios da vida. Ao contrário: duvida do sucesso do mal. Isto é, duvida da própria dúvida!
"…a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará." (Habacuque 2:3)
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Ministério Sagrado

Por que o trabalho de todos os pastores não desenvolvem de igual maneira, já que todos supostamente têm o mesmo Espírito?
R.: Poderíamos enumerar muitas razões. Mas a mais evidente é a falta de dedicação, de sacrifício ou de entrega total.
Qualquer que seja a profissão ou tarefa a ser feita por alguém exige sua dedicação completa e total. Se isso faltar então o desenvolvimento do seu trabalho estará comprometido.
Competência, conhecimento, sabedoria e tudo o mais fica neutralizado diante da falta de empenho total.
O mesmo se dá com o servo de Deus. Não adianta ser batizado com o Espírito Santo e saber fazer a Obra de Deus se não houver de sua parte dedicação.
Dedicação significa continuidade, perseverança. A Obra de Deus depende da perseverança da fé para combater o trabalho perseverante do destruidor de vidas. Aliás, não é só a Obra de Deus, não! A própria salvação depende de perseverança na fé.
O Senhor Jesus disse:
"Quando o valente, bem armado, guarda a sua própria casa, ficam em segurança todos os seus bens. Sobrevindo, porém, um mais valente do que ele, vence-o, tira-lhe a armadura em que confiava e lhe divide os despojos." ( Lucas 11 21,22 )
Quem é o valente bem armado? O diabo.
E quem é o mais valente do que ele? O servo de Deus!
Quem é a sua própria casa? O ser humano.
O servo de Deus está devidamente habilitado pelo Espírito Santo para sobrepor o valente e arrancá-lo daquela “casa”. Mas tem de lutar! Tem de trabalhar! Tem que se dedicar de corpo, alma e espírito! A vitória sobre o mal não é automática e nem se faz na base de mágica.
A salvação exige o sacrifício da fé...
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Pensamentos Maus
O Espírito da sabedoria usa o intelecto, não os sentimentos do coração para decidir.
Quando há invasão na mente por maus pensamentos, há que se recorrer aos pensamentos de fé da Palavra de Deus e resistí-los imediatamente.
Satanás tem soprado pensamentos sujos além dos de dúvidas objetivando abalar a fé.
Os não nascidos do Espírito têm encontrado grande dificuldade para resistir. Pensam logo que estão em pecado ou pecando contra o Espírito Santo.
Lembre-se: ser tentado não é pecado. Pecado é cair em tentação.
Diante disso o cristão deve usar o louvor, por exemplo, como forma de resistência ao mau pensamento.
Deus tem suprido muitos argumentos sólidos e inquestionáveis na Sua Palavra para rechaçar o mal.
Mas de uma forma ou de outra a resistência se torna obrigatória. Afinal de contas está determinado que devemos resistir ao diabo para ele fugir de nós. ( Tiago 4.7 )
Só os pensamentos do Bem superam os do mal. Só os de Deus vencem os do diabo...
Não adianta tentar esquecer ou se distrair com outra coisa para vencer o mal. Há que se enfrentá-lo de frente com os pensamentos Divinos.
Por isso, a fé prática!
Sempre que for “visitado” por maus pensamentos, se puder, corra para o banheiro e faça dele um altar. Com certeza o Espírito Santo socorrerá imediatamente.
Quando há invasão na mente por maus pensamentos, há que se recorrer aos pensamentos de fé da Palavra de Deus e resistí-los imediatamente.
Satanás tem soprado pensamentos sujos além dos de dúvidas objetivando abalar a fé.
Os não nascidos do Espírito têm encontrado grande dificuldade para resistir. Pensam logo que estão em pecado ou pecando contra o Espírito Santo.
Lembre-se: ser tentado não é pecado. Pecado é cair em tentação.
Diante disso o cristão deve usar o louvor, por exemplo, como forma de resistência ao mau pensamento.
Deus tem suprido muitos argumentos sólidos e inquestionáveis na Sua Palavra para rechaçar o mal.
Mas de uma forma ou de outra a resistência se torna obrigatória. Afinal de contas está determinado que devemos resistir ao diabo para ele fugir de nós. ( Tiago 4.7 )
Só os pensamentos do Bem superam os do mal. Só os de Deus vencem os do diabo...
Não adianta tentar esquecer ou se distrair com outra coisa para vencer o mal. Há que se enfrentá-lo de frente com os pensamentos Divinos.
Por isso, a fé prática!
Sempre que for “visitado” por maus pensamentos, se puder, corra para o banheiro e faça dele um altar. Com certeza o Espírito Santo socorrerá imediatamente.
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Arrependimento
Arrependimento não é remorso. Remorso é só um sentimento de tristeza momentânea por alguma falta cometida. No remorso não há atitude em relação ao pecado. Isto é, nele não há o sacrifício de abandono ao pecado. Por isso, não há perdão para o remorso.
Já o arrependimento é atitude, é ação ou prática da fé. No arrependimento há o sacrifício do abandono ao pecado.
É importante observar que o que difere o remorso do arrependimento é o sacrifício. Quem despreza os sacrifícios da fé jamais alcançarão misericórdia!
O arrependimento é necessário para a remissão de pecados ( Lucas 24.47 ). Mas não há arrependimento sem o sacrifício de abandono ao pecado. Logo, não há salvação sem o sacrifício de negar-se a si mesmo os prazeres da carne.
Sincero e verdadeiro arrependimento impõe ódio e abandono ao pecado.
Isto é ação!
Já o arrependimento é atitude, é ação ou prática da fé. No arrependimento há o sacrifício do abandono ao pecado.
É importante observar que o que difere o remorso do arrependimento é o sacrifício. Quem despreza os sacrifícios da fé jamais alcançarão misericórdia!
O arrependimento é necessário para a remissão de pecados ( Lucas 24.47 ). Mas não há arrependimento sem o sacrifício de abandono ao pecado. Logo, não há salvação sem o sacrifício de negar-se a si mesmo os prazeres da carne.
Sincero e verdadeiro arrependimento impõe ódio e abandono ao pecado.
Isto é ação!
Publicado por: Bispo Edir Macedo
O Sacrifício Libera a Fé

Um dos membros da Iurd na África foi o braço direito de um determinado líder revolucionário. Ele nos contou várias barbaridades cometidas pelo seu chefe durante o período da revolução.
Sempre que conquistavam uma vila ou cidade, dependendo do grau de importância da mesma, eram feitas ofertas de sacrifícios humanos.
Logo após sua entrada na cidade, imediatamente acendiam uma enorme fogueira. Em seguida os soldados arrancavam crianças inocentes dos braços das mães e as jogavam vivas no fogo.
Era o preço cobrado pelas entidades espirituais a quem ele servia.
Mas a história continua registrando vários tipos de sacrifícios humanos feitos em busca do sucesso a qualquer preço.
Em entrevista à BBC, o ex-rebelde liberiano Milton Blahyi, comandante durante a guerra civil na Libéria, hoje pastor, admitiu ter participado de sacrifícios de crianças inocentes como parte das cerimônias tradicionais para garantir a vitória nas batalhas.
Israel foi o primeiro aprender o valor dos sacrifícios, não humanos, mas sim o de animais, oferecidos antes das batalhas. Eles davam segurança de vitória. Por conta disso os soldados eram encorajados a lutar porque tomavam posse da certeza da vitória.
Os sacrifícios do povo judeu cessaram logo após a destruição do Templo no ano 77 da era Cristã. Desde então Israel aguarda ansioso para reconstruí-lo a fim de voltar à prática dos sacrifícios.
O fato é que o sacrifício sempre foi uma forma de expressão de fé e confiança. Ele desperta a fé acomodada, adormecida, morna ou fria… Como um ato exclusivamente de fé individual o perfeito sacrifício obriga o Fogo de Deus descer para consumí-lo.
Para os que acreditam no poder do sacrifício, ele tem sido o segredo da vitória pela fé. Ainda hoje, quem quiser ser feliz, precisa viver a Fé do maior Sacrifício. O sacrifício de abandonar o pecado e entregar toda a vida no altar de Deus.
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Profecia

Um tio meu conheceu “uma profetisa” na sua igreja e sob sua orientação espiritual começou a fazer bons negócios. Ele tornou-se rico e logo contratou-a para ser sua assistente pessoal.
A partir de então, ficou livre das dúvidas e não tomava nenhuma decisão sem a sua aprovação.
Deixou de viver pela fé na Palavra de Deus, para viver pela fé na palavra da profetisa.
Passado algum tempo, começou a sentir dores de cabeça. Após exames médicos, foi constatado um tumor maligno na cabeça.
Conclusão: Toda a riqueza conquistada ao longo dos anos foi gasta, sem sucesso, com médicos e remédios.
E a profetisa?
O fato é que muita gente tem deixado o exercício da fé na Palavra de Deus, para apoiar sua vida nas “profecias” dos espíritos enganadores.
Milhares de crentes sinceros têm perdido a vida prematuramente por substituírem a fé nas promessas de Deus pelas profecias demoníacas.
O diabo tem levado vantagem com elas porque, simplesmente, se negam a usar a fé com inteligência.
Ainda tem dúvidas? Vamos então à Palavra de Deus… no próximo blog.
Que o Senhor Jesus os abençoe!
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Visões

"vossos jovens terão visões…" Joel 2.28
Há fatos na juventude que a gente jamais esquece. Um deles foi a mudança dos meus planos após a experiência com Deus.
Lembro-me como se fosse ontem. Fazia o pré-vestibular de engenharia sonhando com sucesso.
Mas desde aquele memorável dia do encontro meus olhos se abriram. E a primeira visão que tive foi das almas perdidas por toda a eternidade.
Eu disse: meu Deus! Quantas pessoas indo para o inferno e eu pensando apenas em mim!...
Desde então nasceu a paixão pelas almas.
Claro, nem todos são escolhidos para pregar o Evangelho. Mas todos os nascidos de Deus têm consciência de que foram salvos para salvar. Seja por meio das ofertas, na evangelização em favelas, presídios, hospitais, enfim, nos lugares onde habitam os aflitos.
Essa tem sido a primeira visão de quem recebe o Espírito Santo.
A profecia de jovens com visões desperta neles o uso da fé jovem para vencer o Golias que os incrédulos trazem dentro de si e ganhá-los para o Senhor Jesus.
Conclusão: a visão do Espírito é a mesma visão de Deus.
Que o Senhor Jesus os abençoe!
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Nascimento e Batismo

Muitas pessoas têm confundido novo nascimento com batismo no Espírito Santo. Pode alguém ser batizado com o Espírito Santo sem antes ter nascido de novo?
Parece pergunta uma tola. Mas o fato é que os nascidos da carne não usam a fé inteligente e chegam até mesmo a acreditar nisso. É impossível alguém receber o batismo com o Espírito Santo sem que antes tenha nascido de novo. Pois como pode alguém ser selado no Espírito antes de nascer de novo?
Primeiro se nasce do Espírito e depois vem o batismo no Espírito Santo. O mesmo se dá em relação ao batismo nas águas: primeiro a pessoa se arrepende dos pecados; em seguida é levada ao batismo nas águas.
Pois como pode alguém ser batizado nas águas sem ter se arrependido?
É verdade que na prática isso tem acontecido muito. Porém, não há nenhum resultado prático. Isto é, não há novidade de vida após esse tipo de batismo. Porque o pecador entrou nas águas batismais seco e saiu molhado. Nada além disso! Ele continua com o estado original apesar de ter sido “batizado nas águas”.
O que tem de gente batizado e não convertido é inumerável.
O mesmo se dá em relação ao batismo com o Espírito Santo.
O falar em línguas estranhas não garante o batismo no Espírito. Mas, sim, os seus frutos… O batizado no Espírito recebe poder, não apenas para ajudar o semelhante, mas sobretudo servir como referencial do Senhor Jesus no mundo.
Após ter ressuscitado apareceu Jesus entre os discípulos.
"Ele então soprou sobre eles dizendo: recebei o Espírito Santo." ( João 20.22 )
Naquela oportunidade os discípulos nasceram do Espírito. Mas o batismo deles só aconteceu ao cumprir-se o dia de Pentecostes. ( Atos 2.1 )
Que o Senhor Jesus abençoe!
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Os amantes

Tenho me perguntado: Por que há tantos crentes caídos ou fracassados?
Não crêem em Jesus? Não crêem na Bíblia? Não dizem ter o Espírito Santo?
Então, por que têm vivido como sal insípido?
Jesus disse: "…se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor?" (Mt. 5.13)
Eles estão espalhados pelos quatro cantos da Terra. Não há um só lugar que tenho visitado que não encontre sal insípido!
Mas por quê???
A resposta encontrada até agora é: Porque eles nunca se casaram com o Senhor Jesus…
Aceitaram-No muitas e muitas vezes. Mas nunca, jamais se entregaram de fato e de verdade.
Sabe como são os amantes?
Eles se juntam à noite, de vez em quando, mas não se comprometem porque querem ser livres para curtir as aspirações da carne.
Assim também o fazem em relação ao Senhor Jesus. Crêem nEle e isso tem sido suficiente, prático e muuuito confortável.
Mas quando a coisa aperta, correm para a igreja. E se não acham a solução, correm para outra. E vivem assim, como passarinhos, pousando de árvore em árvore buscando resultados.
E o pior é que conhecem bem a Bíblia e ainda tentam ensiná-la aos novatos…
Mas, como sal insípidos, como lhes restaurar o sabor???
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Porque me desviei da Fé

Desviei porque soube que o pastor roubou dinheiro da oferta…
Desviei porque Deus não me respondeu…
Desviei porque minha vida estava muito restrita…
Desviei porque arranjei um namorado incrédulo…
Desviei porque caí em tentação…
O único motivo que afasta a pessoa da fé é o pecado. Poucos sabem que o pecado é um espírito e que o pecador é escravo dele, ensina o Senhor. Quando alguém aceita Jesus como Salvador mas não se mantém salvo é porque nunca foi liberto. Talvez a palavra forte do pastor a fez aceitar Jesus, mas o problema é que ela não entregou a sua vida para Ele!
Esse é um dos grandes problemas na igreja denominacional. Não na Igreja cujo Cabeça é o Senhor Jesus!
As pessoas se convencem, mas não se convertem. Daí o fato de tantos crentes desviados…Eles apresentam uma série de razões para saírem fora da fé. Mas a verdadeira razão é que NUNCA foram livres! Congregavam nas igrejas, mas continuavam escravos… Como o Senhor diz que o escravo não fica sempre na casa… Eles acabam saindo.
Em compensação, os verdadeiros filhos permanecem firmes e fortes na fé.
"O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre." ( João 8.35 )
Quem é filho, cuida para não se envolver com o escravo a fim de não colocar em risco a sua fé.
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Mente inimiga

Uma hora você está pensando no que você vai fazer hoje, depois no que você fez ontem, no que o fulano disse depois, e como você odeia quando as pessoas falam assim com você, e repentinamente os seus pensamentos lhe levaram para um lugar completamente distante do seu alvo, no que deveria de ser feito hoje.
A mente é a força maior de todo ser humano. No entanto é também a parte do corpo que é mais destrutiva. É ali que muitos se perdem com os seus próprios pensamentos. Pensamentos de derrota, confusões, de dúvidas, ruins, pervertidos, e auto-destrutivos. Muitos tentam vencê-los através de terapias e remédios, mas quem disse que uma outra pessoa ou uma pílula pode vencer o que só você pode vencer?
Só vencemos os nossos próprios pensamentos quando investimos nos pensamentos de Deus. Deus pensa de uma maneira grandiosa, vendo as coisas do alto, e sabendo o que vai acontecer lá na frente. É algo supremo, pois imagine você conhecer tudo nessa vida e saber exatamente o que fazer a todo instante? Pois é assim com Deus e quem é esperto, cola com Ele!
Como investir nos pensamentos de Deus? No próximo blog.
Deus abençoe a todos abundantemente!
Publicado por: Bispo Edir Macedo
16 de junho de 2011
Perdão
Muitos não têm a mínima ideia da importância do perdão. Associam-no a algo corriqueiro que o tempo pode fazer apagar.
Se fosse tão simples assim, com certeza, o Senhor Jesus não o colocaria como obrigatório (Mat.6.14-15), nem que se perdoasse tantas vezes quantas fossem necessárias (Mat. 18.22).
Perdão é de Deus; a mágoa ou ressentimentos são do diabo.
Perdão salva, liberta, cura, transforma, enfim, identifica algo Divino.
Mágoas ou ressentimentos alimentam o ódio, a ira, contenda e, finalmente, matam. A falta de perdão significa condenação.
A mágoa é uma semente do inferno plantada nos corações daqueles que não têm Deus.
Enquanto o perdão ilumina, as mágoas entrevam.
E, se Deus que é Justo Juiz, perdoa, quem é o ser humano para não perdoar?
Quem não perdoa, não tem salvação.
Quem morre sem perdoar seus ofensores, condena-se ao lago de fogo e enxofre por toda eternidade.
Se fosse tão simples assim, com certeza, o Senhor Jesus não o colocaria como obrigatório (Mat.6.14-15), nem que se perdoasse tantas vezes quantas fossem necessárias (Mat. 18.22).
Perdão é de Deus; a mágoa ou ressentimentos são do diabo.
Perdão salva, liberta, cura, transforma, enfim, identifica algo Divino.
Mágoas ou ressentimentos alimentam o ódio, a ira, contenda e, finalmente, matam. A falta de perdão significa condenação.
A mágoa é uma semente do inferno plantada nos corações daqueles que não têm Deus.
Enquanto o perdão ilumina, as mágoas entrevam.
E, se Deus que é Justo Juiz, perdoa, quem é o ser humano para não perdoar?
Quem não perdoa, não tem salvação.
Quem morre sem perdoar seus ofensores, condena-se ao lago de fogo e enxofre por toda eternidade.
A Revolta
A revolta é uma energia. Serve para o bem ou para o mal, depende de quem a dirige. A maioria das pessoas revoltadas tem usado essa força para o mal.
O jovem revoltado com problemas familiares descamba para as drogas e até para a criminalidade. A pessoa num beco sem saída usa sua revolta para acabar com a sua vida. O traído usa sua revolta para se vingar de quem o traiu. Assim sendo, cada um usa sua revolta como combustível para queimar.
O revoltado é inconsequente quando usa sua força para o mal. Por conta disso, ele tem assumido sua posição de perdido e exteriorizado sua revolta em forma de ódio.
Imagine essa revolta a serviço de Deus!
O resultado será exteriorizar o ódio contra as forças espirituais do mal, causadoras das injustiças.
Com a direção Divina, esse poder não só vai reverter a própria situação, mas de toda a coletividade. Ou seja, a revolta, quando usada em parceria com Deus, promove o bem-estar pessoal e dos familiares. Como? Permitindo-se ser possuído pelo Espírito de Deus.
Faça um teste: coloque sua revolta a serviço de Deus. Ela vai despertar a fé pura e você vai arrebentar!
O jovem revoltado com problemas familiares descamba para as drogas e até para a criminalidade. A pessoa num beco sem saída usa sua revolta para acabar com a sua vida. O traído usa sua revolta para se vingar de quem o traiu. Assim sendo, cada um usa sua revolta como combustível para queimar.
O revoltado é inconsequente quando usa sua força para o mal. Por conta disso, ele tem assumido sua posição de perdido e exteriorizado sua revolta em forma de ódio.
Imagine essa revolta a serviço de Deus!
O resultado será exteriorizar o ódio contra as forças espirituais do mal, causadoras das injustiças.
Com a direção Divina, esse poder não só vai reverter a própria situação, mas de toda a coletividade. Ou seja, a revolta, quando usada em parceria com Deus, promove o bem-estar pessoal e dos familiares. Como? Permitindo-se ser possuído pelo Espírito de Deus.
Faça um teste: coloque sua revolta a serviço de Deus. Ela vai despertar a fé pura e você vai arrebentar!
7 de junho de 2011
Sinceridade na Fé
Quanto maior a sinceridade, mais pura é a fé.
Por outro lado, quanto maior a insinceridade, mais impura é a fé.
Na contramão deste mundo, a fé não é medida pelo comportamento religioso. A parábola do fariseu e o publicano que o diga. Lucas 18.10-14.
O sincero rasga a alma, joga limpo, não disfarça e nem esconde a sua real intenção. Ele é o que é. Sim, sim; não, não. Posição bem definida diante dos seres humanos e de Deus.
Por falta desse comportamento ético, a maioria dos supostos cristãos não vive a fé pura. A insinceridade deles acende a chama da dúvida. E, consequentemente, não há conquista.
Por outro lado, quanto maior a insinceridade, mais impura é a fé.
Na contramão deste mundo, a fé não é medida pelo comportamento religioso. A parábola do fariseu e o publicano que o diga. Lucas 18.10-14.
O sincero rasga a alma, joga limpo, não disfarça e nem esconde a sua real intenção. Ele é o que é. Sim, sim; não, não. Posição bem definida diante dos seres humanos e de Deus.
Por falta desse comportamento ético, a maioria dos supostos cristãos não vive a fé pura. A insinceridade deles acende a chama da dúvida. E, consequentemente, não há conquista.
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